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Anúncios (fail) Rock in Rio

É isso aí galera, depois da maratona de rock que aconteceu na cidade maravilhosa, restam lembranças (boas e/ou ruins) do mega evento. Antes  do evento, encontramos um montão de gente com camisas e adesivos do tipo “EU VOU”…

E passada a euforia da festa sempre encontramos uns e outros com suveniers (é assim que escreve?) pela rua; coisas do tipo “EU FUI”.

O blog quasepublicitários aproveitou e fez uma adpatação apropriada para nossa realidade. Confiram aí…

 

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3 de outubro de 2011 at 11:50 Deixe um comentário

Entenda o que é Globalização

A melhor definição. Essa os professores nunca ensinaram.

Pergunta:

Qual a definição ideal de Globalização?

Resposta:

A Morte da Princesa Diana.

Motivo:

Uma princesa inglesa com um namorado egípcio, tem um acidente de carro dentro de um túnel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que era seguido por paparazzis italianos, em motos japonesas. A princesa foi tratada por um médico canadense, que usou medicamentos americanos. E isto é enviado a você por um brasileiro, usando tecnologia americana (Bill Gates) e provavelmente, você está lendo isso em um computador genérico que usa chips feitos emTaiwan e um monitor coreano montado por trabalhadores de Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em caminhões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, reempacotados por mexicanos e, finalmente, vendido a você por chineses, através de uma conexão paraguaia.

Isto é GLOBALIZAÇÃO.

É, faz sentido.

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Resenha do livro Raciocínio Criativo na Publicidade

14 de abril de 2011 at 17:28 Deixe um comentário

Por dentro da publicidade

Recebi algumas perguntas via twitter (@QPublicitarios), email (quaspublicitarios@gmail.com) e também pelo Orkut (é só procurar lá). O que? No Facebook? Não, não temos perfil lá; não sei mexer (ou é com ch???) direito.

Voltando ao assunto. Recebi algumas perguntas sobre como funciona a publicidade. O que é preciso ter de vocação para ingressar nesta área. Como funciona o mercado de trabalho e por aí vai. Então, resolvi fazer uma grande pesquisa; consultei excelentes professores (wikipedia), renomados profissionais atuante do mercado de trabalho (wikipedia) e alunos (wikipedia). Fiz uma compilação de tudo e você pode conferir logo abaixo:

publicidade é uma atividade profissional dedicada à difusão pública de idéias associadas a empresas, produtos ou serviços, especificamente, propaganda comercial.

Publicidade é um termo que pode englobar diversas áreas de conhecimento que envolvam esta difusão comercial de produtos, em especial atividades como o planejamento, criação, produção e veiculação de peças publicitárias. Mas estudos mostram uma tabuleta em argila encontrada por arqueólogos, a qual continha inscrições babilônicas, anunciando a venda de gado e alimentos, demonstrando que já se utilizava de algum tipo de publicidade na antiguidade. Foi, porém, após a Revolução Francesa (1789), que a publicidade iniciou a trajetória que a levaria até o seu estágio atual de importância e desenvolvimento.

Hoje, todas as atividades humanas se beneficiam como o uso da publicidade: Profissionais liberais, como médicos, engenheiros, divulgam por meio dela, os seus serviços; os artistas anunciam suas exposições, seus discos, seus livros, etc…, a própria ciência vem utilizando os recursos da publicidade, promovendo suas descobertas e seus congressos por meio de cartazes, revistas, jornais, filmes, Internet e outros.

A propaganda está na pele.

 

1. Confusão no uso do termo publicidade

Em Portugal o termo publicidade é usado diversas vezes como sinônimo de propaganda ou para representar a atividade realizada por uma agência de propaganda.

No Brasil também existe confusão entre os termos propaganda e publicidade por um problema de tradução dos originais de outros idiomas, especificamente os da língua inglesa. As traduções dentro da área de negócios, administração e marketing utilizam propaganda para o termo em inglês advertising e publicidade para o termo em inglês publicity. O termo “publicidade” refere-se exclusivamente à propaganda de cunho comercial. É uma comunicação de caráter persuasivo que visa defender os interesses econômicos de uma indústria ou empresa. Já a “propaganda” tem um significado mais amplo, pois refere-se à qualquer tipo de comunicação tendenciosa (as campanhas eleitorais são um exemplo, no campo dos interesses políticos). Não se iluda, durante as aulas os professores tentarão explicar a diferença exaustivamente; mas nem eles nem vocês entenderão.

2. Áreas de atuação em uma agência de publicidade

Dentro de uma agência de publicidade ocorre uma divisão das tarefas. Como em uma empresa normal, há departamentos designados para determinadas funções, porém, por se tratar de uma profissão “criativa” às vezes esses departamentos, ou o modo operacional da empresa, podem diferenciar de empresas de outros segmentos. Os cargos mais comuns que encontramos nas agências são: Atendimento, Mídia, Planejamento, Criação, Finalização, Produção (Produção gráfica e RTVC).

  • Atendimento: Responsável pela comunicação cliente-agência e agência-cliente. É o profissional de atendimento que apresenta peças e campanhas, planejamentos etc.
  • Mídia: Elabora o planejamento de mídia, de modo a atingir melhor cobertura e freqüência com o mínimo de gastos ao público-alvo esperado.
  • Planejamento: O profissional de Planejamento é responsável pela criação do plano de comunicação, estudando o mercado atual, a concorrência, o público consumidor, fatores do macroambientais e microambientais, etc. Tudo isso para traçar com precisão as metas e objetivos do cliente a curto, médio ou longo prazo.
  • Criação: Este departamento é composto pela dupla de criação, formada pelo diretor de arte, que é o responsável pela parte visual das peças publicitárias e pelo redator, responsável pela criação dos textos (títulos, slogans e outros textos), esta dupla é coordenada pelo Diretor de Criação. É deste departamento que saem as idéias para os anúncios.
  • Produção: Neste departamento, que é dividido em produção gráfica e produção eletrônica (ou RTVC), são feitos todos os contatos (orçamentos, visitas, consultas, etc) com os fornecedores gráficos e produtoras de vídeo.
  • Produção on line: Esse é um novo cargo existente nas agências de publicidade para atender a crescente demanda dos clientes por uma comunicação digital. Embora ainda não formalizado, nem em termos de denominação de cargo nem de funções, o profissional que trabalha nesta área contribui, junto com o planejamento geral, para oferecer maior número de possibilidades de ações on line adequadas à verba/perfil do cliente, dar apoio à criação no desenvolvimento das peças e acompanhar o trabalho com os fornecedores on line, desde o orçamento até a entrega, de todas as peças digitais.

3. Marketing e a Publicidade

Outra definição: Qualquer forma paga de apresentação não pessoal e promoção de ideias, bens e serviços por um patrocinador identificado a uma audiência alvo através dos mass media.

A publicidade ajuda a identificar o significado e o papel dos produtos fornecendo informação sobre marcas, companhias e organizações. Para a maior parte dos gestores e profissionais de marketing a publicidade ajuda a vender um produto e constrói a reputação de uma marca ou empresa. Estudar Marketing no curso de publicidade é chato pra cacete.

3.1. Pontos fortes e fracos

Alguma publicidade é mais eficiente do que outra em certas circunstâncias e alguns tipos de publicidade parecem funcionar melhor com determinados produtos. Alguns consumidores, apesar de boas campanhas publicitárias, não compram o produto publicitado e em outras circunstâncias irão comprar o produto, mesmo sem publicidade. Os outros componentes do marketing, como por exemplo o preço, podem afetar o sucesso de uma publicidade.

O primeiro ponto forte da publicidade é que ele chega a uma vasta audiência. Pode construir o conhecimento sobre uma marca (informar), criar uma imagem de marca e uma posição da marca a longo prazo e aumentar o conhecimento sobre essa marca. A publicidade também serve para recordar uma experiência agradável aos actuais consumidores. Finalmente a publicidade permite a repetição das mensagens, um factor importante na memorização.

Mas a publicidade tem limitações. Os consumidores, frequentemente, vêem a publicidade como algo intrusivo. Assim, eles podem evitar a publicidade virando a página, mudando de canal, tirando o som. Dado o elevado número de anúncios em todos os media a publicidade também pode ser vista como algo provocador de desordem, de barulho (poluição visual). Como a publicidade chega a muita gente, muitas dessas pessoas não são potenciais utilizadores pelo que se perde algum impacto.

A publicidade só tem valor para o negócio se cria uma identificação fácil para o consumidor sobre a marca ou instituição publicitada. Apesar da publicidade ajudar os consumidores a identificar as marcas que eles querem comprar, por outro lado também ajuda a identificar as marcas que eles querem evitar devido a relatórios ou experiências negativas.

Como todas as ferramentas têm vantagens e inconvenientes, os gestores de comunicação devem planear um mix de comunicação no qual a publicidade seja usada para maximizar as suas forças.

3.2. Como Funciona a Publicidade

Burnett (1998) identifica três mecanismos através dos quais a publicidade funciona. São eles a atenção, a memorização e a persuasão.

3.3. O que torna efetiva a Publicidade?

Há muitas formas de avaliar uma publicidade eficiente. Um anúncio para ser eficiente tem de captar a atenção, ser facilmente memorável e persuadir. Também deve chegar à audiência alvo e deve ser consistente com os objectivos da publicidade.

3.3.1. Formas de julgar a eficácia

A publicidade pode ser avaliada duas vezes no tempo. A primeira é antes da publicidade ter ido para o ar ou ter sido publicada (antes do grande investimento ter sido feito) e a Segunda é durante ou imediatamente após a passagem do anúncio, para testar o impacto. O primeiro é o pré teste e o segundo o pós teste.
copytesting é a avaliação formal da publicidade usada para decidir se um determinado anúncio deve ser divulgado no mercado. Estes testes medem a persuasão, a lembrança e a compreensão dos pontos chave. Estes testes são úteis dado o elevado custo duma campanha televisiva. Há muitas agências que desconfiam destes testes porque acham que eles não medem o impacto da publicidade numa situação real. Contudo, eles podem fornecer informação de apoio a julgamentos mais intuitivos.

4. Mídia como área da publicidade

Publicidade e Propaganda. Comunicação Social e Mercadológica.

Para melhor compreender o que significa a mídia no processo da publicidade contemporânea, seria interessante apresentar a sua origem. Mídia é o plural da palavra médium, que em latim significa meio. Foi adotada pelos norte-americanos (media), e posteriormente incorporada à língua portuguesa como “Mídia”. A Mídia é absolutamente parte integrante do processo mercadológico e podemos dizer que, se a propaganda é uma função de marketing, a Mídia, por sua vez, é função da propaganda. Deve ser entendida como investimento para geração de resultados.

Dentre tantas funções, podemos sintetizar que sua função básica é propor caminhos para que a mensagem chegue ao público-alvo. Porém com o passar do tempo, essa tarefa se tornou bem mais complexa, exigindo do profissional um conhecimento mais específico e aprofundado dos diversos meios de comunicação.

4.1. Marketing Mix

A publicidade faz parte do que se chama de Marketing Mix. Para além do produto, distribuição e preço, a variável comunicação incorpora obrigatoriamente a publicidade, as promoções, merchandising, força de vendas, marketing direto, patrocínios e as relações públicas. A publicidade é claramente orientada para o produto, tem como objectivo estimular a compra ou a notoriedade desse produto, pode ainda e simplesmente servir para informar. Hoje em dia a relação da publicidade com novos conceitos como o Branding passa pela adequação dos novos meios de comunicar a publicidade.

Branding é considerado um trabalho de marca. É como se criasse uma imagem para ser reconhecida por todo o mercado, de forma que o público a consiga identificar e apreciar. Ao criarmos e gerirmos uma marca, estamos a potenciar o valor do produto e da empresa dona da marca. Trata-se não só de identificar e diferenciar o produto ou empresa, mas também gerar uma expectativa de qualidade de imagem que vai trazer grande notoriedade. É exemplo de branding, o que é feito ao nível das marcas franqueadas, onde não basta identificar o produto, mas transmitir uma certa segurança de qualidade ao ser multiplicada por nlojas. É tão simples como dizer… é de marca é de confiança. Existe um valor originado pela marca e que obviamente tem a ver com a atividade desenvolvida pelas agências de publicidade quando fazem branding, ou seja, trabalho de marca.

Já todos ouvimos falar que preferimos os produtos de marca, em que o conteúdo, muita vezes é similar a outros sem o poder da marca. Mas quando temos a possibilidade de optar, optamos pelo produto de marca, na maior parte dos casos. Quando isto acontece ocorre o branding.

Mais do que projetar ou criar uma identidade, é preciso acrescentar um conceito de valor e positividade ao projeto, e geri-lo, e isso deverá respeitar a estratégia e a ambição do cliente e do seu produto.

5. Publicidade no Mundo

Mensagens comerciais e campanhas políticas foram encontradas em ruínas da antiga Arábia. Egípcios usavam papiros para criar mensagens de venda e cartazes, enquanto o conhecido volante (flyer) de hoje podia ser facilmente encontrado na antiga Grécia e Roma. Pinturas em muros ou rochas utilizadas como propagandas eram outras formas encontradas no tempo antigo e é utilizada até hoje em várias partes da Ásia, África e alguns países da América do Sul, incluindo o Brasil.

A tradicional pintura nas paredes pode ser encontrada desde expressões artísticas em rochas feitas por populações indígenas que datam de 4.000 AC até pinturas desenvolvidas nos séculos XV e XVI que auxiliavam a divulgação de volantes na época. No século XVII as propagandas começaram a aparecer em jornais semanais na Inglaterra. Esses anúncios eram utilizados para promover livros e jornais, que patrocinavam a imprensa, e medicamentos, que se tornaram muito procurados após algumas doenças terem devastado a Europa. No entanto, falsas propagandas, também conhecidas como quack (termo da época para designar uma pessoa que dizia ter profissionalmente habilidades, conhecimentos ou qualificações que não tinha), tornaram-se um problema, que culminou na regulamentação dos conteúdos publicados nas propagandas.

Com a economia expandindo durante o século XIX, as propagandas cresceram. Nos Estados Unidos, os classificados tornaram-se bem populares preenchendo muitas páginas de jornais com pequenos anúncios de itens variados. O sucesso desse formato de propaganda eventualmente levou ao aparecimento e crescimento da mala-direta. Em 1841 a primeira Agência de Publicidade e Propaganda foi criada por Volney Palmer em Boston. A agência criada por Palmer também foi a primeira a cobrar a taxa de 25% de comissão dos jornais para vender espaço publicitário, o que antes era feito apenas por corretores de propaganda. A N. W. Ayer & Son foi a primeira Agência a oferecer todos os serviços de publicidade e assumir responsabilidade pelo conteúdo das propagandas. Ela foi fundada em 1875 na cidade de Filadélfia nos Estados Unidos.

Na virada do século, haviam poucas escolhas de carreira para mulheres no mercado, no entanto a publicidade e propaganda foi uma das poucas a abrir esse mercado. Desde que as mulheres eram responsáveis pela maioria das compras feitas em casa, anunciantes e agências reconheceram o valor introspectivo que a mulher tinha durante os processos criativos, por curiosidade, a primeira propaganda norte-americana com apelo sexual foi criada por uma mulher, Helen Lansdowne Resor, para anunciar o Woodbury’s Facial Soap. Embora simplória para os dias atuais, a propaganda mostrava um casal com a mensagem: “The skin you love to touch” (A pele que você adora tocar).

Quando as estações de rádio iniciaram suas transmissões em meados de 1920, os programas não continham propagandas. Isso acontecia porque as primeiras estações de rádio foram estabelecidas com equipamentos feitos manualmente e varejistas que ofereceram programas em busca de vender mais aparelhos de rádio para os consumidores. Com o passar do tempo, muitas organizações sem fins lucrativos, como escolas, clubes e organizações populares, começaram a construir suas próprias estações de rádio. Quando a prática de patrocinar programas foi popularizada, cada programa era patrocinado por um anunciante pela troca da simples menção de seu nome no início e no fim dos programas. No entanto, os donos de estações logo viram que poderiam ganhar mais dinheiro vendendo pequenos espaços de tempo para vários anunciantes durante toda a programação da rádio e não só no início e fim de cada programa para apenas um patrocinador. Essa prática foi herdada pela televisão posteriormente nos meados de 1940 a 1950.

6. Publicidade no Brasil

Em 2000, a publicidade brasileira se mantém entre as quatro mais premiadas no Festival Internacional de Propaganda de Cannes – um dos principais no exterior – e consolida-se como uma das mais importantes do mundo. Em termos de faturamento, nos últimos anos o mercado publicitário nacional alterna períodos de acelerado crescimento e de estabilidade. Em 1996 movimenta 8,3 bilhões de dólares e, dois anos depois, chega a 9,4 bilhões de dólares – um crescimento de 12,7%, de acordo com dados do Ibope Monitor. Em 1999, o setor passa por um momento de estabilidade. No entanto, por causa da desvalorização do real, no início de 1999, o valor dos investimentos em dólar registra uma queda, passando a 6,6 bilhões.

As formas de publicidade mais utilizadas no país são anúncios, outdoors, propaganda em ônibus (busdoor), marketing direto, patrocínios e merchandising. Os principais meios de comunicação são os preferidos dos anunciantes e das agências. Conforme dados do Projeto Inter-Meios, em 1999 a maior parte dos investimentos destinam-se à televisão aberta (56%), seguida por jornal (24%), revista (10%) e rádio (5%). A propaganda em TV por assinatura, outdoor e outras mídias fica com os 5% restantes. O setor que mais investe em publicidade é o do comércio varejista – 3,6 bilhões de reais em 1999. Em seguida estão os serviços ao consumidor, com 2,1 bilhões de reais, e as empresas ligadas a cultura, lazer, esporte e turismo, com 1 bilhão de reais.

6.1. Publicidade oficial

O governo federal investe cerca de 600 milhões de reais em publicidade anualmente. Já os governos estaduais e municipais gastam por volta de 400 milhões. A maior parte das campanhas publicitárias oficiais destina-se ao esclarecimento da população – como a da vacinação infantil, a da terceira idade e a da prevenção à Aids – e à divulgação institucional, como a do programa Avança Brasil. O Ministério da Educação é o maior anunciante governamental, com despesas publicitárias em torno de 80 milhões de reais; em seguida vêm o Banco do Brasil, com 51 milhões, e o Ministério da Justiça, com 47 milhões Todos os órgãos e empresas públicas dão preferência à TV para veicular suas campanhas, devido ao grande alcance dessa mídia em todo o país.

6.2. Agências

Não existem dados precisos sobre a quantidade de agências de propaganda em atividade no país, principalmente porque não há exigência legal de registro desse tipo de estabelecimento em um órgão centralizador, como ocorre em outros setores. De acordo com estimativas da Federação Nacional de Agências de Propaganda (Fenapro) e da Abap, o número de agências oscila entre 4 mil e 8 mil, em agosto de 2000.

A maior agência, em faturamento, é a Y&R, com uma cifra maior que alcançou a casa dos 2 bilhões de reais em 2005. Atualmente, a Y&R é presidida pelo empresário Roberto Justus[carece de fontes].

Das dez principais agências, quatro possuem capital 100% nacional Total, Fischer America, DPZ, Propeg e Talent), uma é 100% norte-americana (Young & Rubicam) e cinco são mistas (McCann-Erikson, com capital 78% norte-americano; Giovanni, FCB AS, com 60% norte-americano; AlmapBBDO, com 50% norte-americano; Carillo Pastore Euro RSCG, com 49% francês; e DM9DDB, que não revela a participação acionária).

Todos os anos, os melhores anúncios brasileiros participam de festivais internacionais, como os de Cannes, Londres, Clio, Nova York e Fiap, e de premiações nacionais, das quais se destacam o Prêmio Abril, o Profissionais do Ano, o de Gramado e o da Central de Outdoor. Segundo o Anuário de Propaganda da Editora Meio&Mensagem, a agência mais premiada em 1999 é a AlmapBBDO. Quarta maior agência do país em faturamento, ela arremata 13 prêmios no ano, entre nacionais e internacionais. Em seguida vêm a DM9, com 11 prêmios, e a F/Nazca, com 10.

Nos últimos 8 anos algumas agências detem direcionado seu foco para cobrir a demanda de novas mídias de forma especializada, especialmente a internet.

6.3. Propaganda na internet

De acordo com pesquisa do Anuário de Propaganda 2000, da Editora Meio&Mensagem, tanto agências quanto anunciantes consideram a internet uma grande mídia a ser explorada e apostam no e-commercepara revolucionar o mercado. Das empresas consultadas, 34% já tiveram experiência com o e-commerce e, dessas, 74% gostaram dos resultados. Porém, para Luís Lara, diretor da agência Lew, Lara Propaganda e Comunicação, por enquanto a internet é vista mais como mídia de apoio do que como ferramenta estratégica de publicidade. Isso acontece porque o mercado ainda não tem a sua disposição pesquisas confiáveis, que avaliem com segurança o que o consumidor está comprando na internet e mensurem o impacto de um grande investimento nesse tipo de mídia. De acordo com dados da Associação Brasileira de Agências de Propaganda (Abap), até agosto de 2000 menos de 1% da verba publicitária total foi destinada à internet. Poucas agências estão apostando na convergência dos meios. Mas já temos cases bem sucedidos e profissionais tomando a dianteira do negócio: Michael Lent, Mauger, Marcelo Sampayo, Rosana Fortes, Merigo e muitos outros.

7. Publicidade comparativa

Através do modelo comparativo se pretende contrapor as características do produto anunciado com os de um outro anunciante.

Segundo diz, para Ricardo Lagreca Siqueira a publicidade comparativa pode ser definida como “aquela na qual o anunciante, com o intuito de promover a implementação do consumo de seus produtos, coloca em contraposição determinadas características de produtos concorrentes, de modo a demonstrar aos consumidores algum tipo de superioridade de seu produto em relação aos demais”.

Alguns admitem que seu conceito também possa abarcar a comparação com o mercado em geral, o que geralmente se faz através de superlativos (“o mais barato da cidade”).

Paulo Luiz Durigan, por exemplo, procura integrar em seu núcleo conceitual também a publicidade superlativa de forma a “conter não a identificação do concorrente e sim, (I) a menção às próprias prestações; (II) a referência a outras prestações e (III) a comparação entre essas”.

Também pode se dar através de formato implícito ou explícito. Na primeira situação o nome ou marca do concorrente não é mostrado abertamente, mas há menções que podem identificá-lo.

Na década de 60 houve uma “explosão” sem precedentes desse modelo publicitário nos Estados Unidos, quase a colocar em colapso todo o mercado. Posteriormente foi regulada e incentivada através de instrução do Trade Federal Commission, em 13 de agosto de 1979.

É permitida no MCE desde que opere segundo o artigo 3 bis da Diretiva 84/450/CEE.

No Mercosul há um início de regulamentação através da Resolução 126/96.

No Brasil o Código Brasileiro de Auto-regulamentação Publicitária a permite, com certas restrições, definindo-a em seu artigo 8º. como sendo “toda atividade destinada a estimular o consumo de bens e serviços, bem como promover instituições, conceitos ou idéias”.

Alguns a consideram lícita e outros não: a maioria se inclina a dizer que sua licitude depende de suprir certos requisitos, os quais, de modo geral, seriam os estipulados pelo artigo 3 bis da Diretiva 84/450/CEE

Em Portugal, a publicidade comparativa está regulada especificamente no Código da Publicidade, no artigo 16.º.

fonte: wikipedia.org

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6 de fevereiro de 2011 at 13:19 1 comentário

Veja a Internet em números no ano de 2010

SÃO PAULO – Quantos usuários navegam na rede todos os dias? Quantos e-mails eles enviam? Quantos sites existem na web e quais servidores eles usam?

Essas e outras perguntas foram respondidas pela Pingdom, uma empresa de monitoramento online que compilou diversas pesquisas e estatísticas sobre a internet no mundo em 2010.

Se você gosta de números, divirta-se com um panorama da web do ano que passou.

 

– USUÁRIOS

Em junho de 2010, éramos 1,97 bilhões de usuários, um aumento de 14% em relação a 2009. Eles estão distribuídos da seguinte maneira:

  • 825,1 milhões na Ásia
  • 475,1 milhões na Europa
  • 266,2 milhões na América do Norte
  • 204,7 milhões na America Latina/Caribe
  • 110,9 milhões na ÁFrica
  • 63,2 milhões no Oriente Médio
  • 21,3 milhões na Oceania/Austrália

– E-MAIL

Há 1.88 bilhões de usuários de e-mail no mundo (480 milhões a mais do que em 2009) que, por meio de suas 2,9 bilhões de contas (25% delas corporativas), enviaram 107 trilhões de mensagens, numa média de 294 bilhões por dia. Os spams representam 89,1% do total, o que corresponde a 262 bilhões diários.

– SITES

Até dezembro de 2010, a internet contava com 255 milhões de sites no mundo –21,4 milhões a mais do que 2009.

– MÍDIAS SOCIAIS

São 152 milhões de blogs na rede; no Twitter, há 175 milhões de usuários (100 milhões a mais do que em 2009), que enviaram 25 bilhões de tuítes no ano.  A Lady Gaga (@ladygaga) possui, sozinha, 7,7 milhões de seguidores – sendo o perfil mais seguido.

Já o Facebook conta com 600 milhões de perfis (250 milhões a mais do que 2009), e 70% deles está localizada fora dos Estados Unidos. Eles compartilham30 bilhões de “itens” (links, notas, fotos, comentários..) todos os meses e instalam 20 milhões de novos aplicativos todos os dias.

– NAVEGADORES

O Internet Explorer abocanha 46,9% do mercado, seguido por Firefox, com30,8%, Chrome, com 14,9%, Safári, com 4,8%, e Opera, com 2,1%.

– VÍDEOS

Todos os dias, são assistidos 2 bilhões de vídeos no YouTube e, a cada minuto, o site recebe o upload de 35 horas de conteúdo.84% dos usuários da web nos EUA assistem vídeos online – em média, são 186 vídeos em um mês. Apenas 14%deles fazem upload.

No Facebook, por mês, são assistidos mais de 2 bilhões de vídeos; na rede social, o número de vídeos disponibilizados  a cada 30 dias chega a 20 milhões.

– FOTOS

Há 5 bilhões de fotos no Flickr, sendo que mais de 3 mil são colocadas a cada minuto, o que dá uma média de 130 milhões de novas fotos ao mês. Já no Facebook, mais de 3 bilhões de fotos são colocadas todos os meses, uma taxa de 36 bilhões de fotos ao ano.

– SERVIDORES

A Apache teve um crescimento de 39,1% no números de sites. A IIS aumentou seu número de sites em 15,3%, a nginx em 4,1%, Google GWS em 5,8% e a Lighttpd teve crescimento de 55,7%.

– DOMÍNIOS

88,8 milhões de .COM; 13,2 milhões de .NET; 8,6 milhões de .ORG; 79,2 milhões de códigos de país (ex: .BR, .UK, .CN).

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18 de janeiro de 2011 at 23:57 Deixe um comentário

Twitter pra que te quero

Por acaso você duvida do poder de uma rede social?

Orkut, Facebook e tantos outros. Evidente que você não duvida. E a publicidade também não. Aliás, tanto não duvida que podemos encontrar aos montes anúncios, vídeos e promoções (aliás é o que mais tem) usando o poder das redes sociais para realizar a mágica de “aumentar vendas”.

Bom, mas assunto hoje não é esse. Eu quero compartilhar com vocês as adaptações baseadas no passarinho símbolo do twitter – o que não deixa de mostrar o poder dessa rede – vejamos:

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16 de novembro de 2010 at 11:25 Deixe um comentário

Coca-Cola

Ainda no embalo da Copa do Mundo de futebol que terminou recentemente, acompanhe este vídeo e confirme o poder de impacto que a comunicação oferece.

E repare na reação das pessoas ao ver o painel. É sensacional a forma como elas interagem com ele. As crianças ficam alucinadas e os adultos “aluados” (provem de mundo da lua, segundo a milenar sabedoria da minha avó. Provem tem acento?!)

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26 de julho de 2010 at 09:54 2 comentários

Aglumas curiosidades sobre o TWITTER

O Twitter foi por Jack Dorsey criado em 2006, mas foi mesmo em 2009 que a rede social chegou ao seu auge, com mais 11 milhões e meio de usuários cadastrados

 

Mas de onde será que veio no nome Twitter? Porquê 140 caracteres? Qual foi o primeiro tweet?

Confira essas e outras curiosidades logo abaixo:

Porquê 140 caracteres?

Na época do desenvolvimento do Twitter, resolveram que as mensagens teriam o comportamento de SMS (mensagens de celular), logo teriam 160 caracteres, porém 20 deles ficariam reservados para o nome de usuário de quem enviou a mensagem, logo sobram 140 caracteres para o restante do texto.

De onde veio o nome Twitter?

O nome original do Twitter em fase de desenvolvimento era twttr, por causa da semelhança com o nome do Flickr. Posteriormente, para facilitar a pronuncia, foram adicionadas as vogais ao nome.

Quem são os criadores?

A empresa por traz do Twitter chama-se Obvious Inc (também dona da Odeo) e foi Jack Dorsey o responsável por criar do projeto do Twitter, no que ele chamava de comunicação SMS entre pequenos grupos.

Números do Twitter

  • 72,5% de todos os utilizadores aderiram durante os primeiros cinco meses de 2009
  • 85,3% de todos os usuários do Twitter postam menos que um update por dia
  • 21% dos usuários nunca sequer fizeram uma atualização
  • 93,6% dos twitteiros têm menos de 100 seguidores
  • 5% dos usuários representam 75% de toda a atividade do sistema
  • Mais de 50% de todas as atualizações são feitas a partir de ferramentas/programas
  • O TweetDeck é a ferramenta mais popular, alcançando 19,7% das pessoas
  • 53% do universo Twitter é representado por mulheres e 47% por homens
  • O Brasil é o quinto país no ranking de usuários

Rapidinhas

  • A primeira mensagem postada no twitter foi: “just setting up my twttr”
  • Atualmente 43 pessoas trabalham na Twitter Inc
  • A sede do Twitter fica em San Francisco na Bryant Street 539 no 4º andar
  • O Twitter foi desenvolvido utilizando Ruby On Rails

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14 de julho de 2010 at 16:36 Deixe um comentário

A moda no twitter

Que o twitter é um grande sucesso no mundo inteiro, é inquestionável. Que as pessoas usam o twitter pra escrever um monte de baboseiras, também é inquestionável. Não é raro ler as seguintes twittadas: “Vou dormir”; “Ai, que sono!”; “Hum… Tô com fominha.” e por aí vai.

Mas vamos ver pelo lado bom, essa fama do Twitter acabou entrando no mundo da moda, veja abaixo alguns exemplos:

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22 de junho de 2010 at 14:15 Deixe um comentário

Twitters das agências de publicidade

Você estudante de publicidade que fica o dia inteiro fazendo nada que presta. Fica o dia inteiro no Orkut, Twitter, Msn e por aí vai… Dê uma olhada nesse post que é muito bacana.

Aqui você encontra a lista de vários twitters de publicitários e agências.

Fischer+Fala!

Twitter da Agência
http://twitter.com/FischerFala

Eduardo Fischer
http://twitter.com/Eduardo_Fischer

Talent

Twitter da Agência
http://twitter.com/TalentProp

Loducca

Twitter da Agência
http://twitter.com/LODUCCAMPM
http://twitter.com/AgenciaLoducca

DPZ

Twitter da Agência
http://twitter.com/dpzpropaganda

Young & Rubicam

Twitter da agência
http://twitter.com/YoungBrasil

Roberto Justus – Presidente e CEO
http://twitter.com/RobertoLJustus

Marcos Quintela – VP de Atendimento e Operações
http://twitter.com/mquintela

Walter Longo – Mentor de Estratégia e Inovação
http://twitter.com/walterlongo

Marco Versolato – VP Criação
http://twitter.com/marcoversolato

Átila Francucci – Diretor de Criação
http://twitter.com/atilafrancucci

Eco Moliterno – Diretor de Criação Interativo
http://twitter.com/ecomoliterno

Ogilvy

Twitter da agência
http://twitter.com/OgilvyPRBrasil

Anselmo Ramos – VP de Criação
http://twitter.com/anselmoramos

Renato de Paula – Regional Director OgilvyOne Latin America
http://twitter.com/renatodepaula

Michel Lent – Diretor de Criação Digital
http://twitter.com/lent

Almap BBDO

Twitter da Agência
http://twitter.com/AlmapBBDO

Marcelo Serpa – Sócio-presidente e diretor de criação
http://twitter.com/Marcello_Serpa

Sergio Mugnaini – Diretor de Criação Digital
http://twitter.com/mug9

Marcelo Prais – Operação e Negócios Digitais
http://twitter.com/marceloprais

Lew,Lara TBWA

Twitter da Agência
http://twitter.com/LewLaraTBWA

Jaques Lewkowicz – Sócio
http://twitter.com/jaqueslewkowicz

Dede Laurentino – Diretor de Criação
http://twitter.com/DedeLaurentino

Domenico Massareto – Diretor de Criação ID/TBWA
http://twitter.com/domenico77

Igor Puga – Sócio da ID\TBWA
http://twitter.com/idpuga

JWT

Twitter da Agência
http://twitter.com/JWT_Brasil

Ken Fujioka – Head de Planejamento
http://twitter.com/kenfujioka

Euro RSCG – Londres

Fernanda Romano
http://twitter.com/fefaromano

Salem

Márcio Salem – Sócio e Diretor de Criação
http://twitter.com/marciosalem

Bullet

Twitter da Agência
http://twitter.com/blogdabullet

Mentor Muniz Neto – VP de criação
http://twitter.com/Neto

F/Nazca

Twitter da Agência
http://twitter.com/fnazca

Fernand Alphen – Diretor de Branding, Planejamento e Pesquisa
http://twitter.com/Alphen

DM9DDB

Twitter da Agência
http://twitter.com/DM9DDB

Sérgio Valente -Presidente
http://twitter.com/sergio_valente

Pedro Gravena – Diretor de Criação
http://twitter.com/pedrogravena

Moa Netto – Diretor de Criação
http://twitter.com/Moacyr

Agência Click

Twitter da agência
http://twitter.com/agenciaclick

Marcelo Santiago – Diretor de Geral da MídiaClick Marketing de Performance
http://twitter.com/search_iago

Peralta StrawberryFrog

Alexandre Peralta
http://twitter.com/peralta_

Master Comunicação

Bob Gebara
http://twitter.com/bobgebara

Babel

Ricardo Chester
http://twitter.com/ricardochester

W/McCann

Washington Olivetto
http://twitter.com/w_olivetto

Ângelo Frazão – Ex-Vice Chairman do McCann Worldgroup
http://twitter.com/angelofranzao

África

Twitter da agência
http://twitter.com/agenciaafrica

Nizan Guanaes
http://twitter.com/nizanguanaes

Sérgio Gordilho
http://twitter.com/gordilho

Rebecca Barreto – Diretora de Criação
http://twitter.com/rebecca_barreto

Cardia

Fábio Cardia
http://twitter.com/fabiocardia

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A resenha do livro Raciocínio criativo na publicidade

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26 de maio de 2010 at 12:59 Deixe um comentário

O marketeiro do Obama

Ben Self, estrategista da campanha on line de Barack Obama (Foto: Werther Santana/Agência Estado)

Ben Self, o estrategista que esteve à frente da campanha digital de Barack Obama à Presidência dos Estados Unidos, participou de um seminário em São Paulo e deu dicas de como usar a internet para quem pretende se candidatar nas eleições brasileiras no ano que vem.

Explicou o melhor modo de usar e-mail e como demonstrar transparência (abaixo, nesta reportagem, veja um resumo em tópicos).

Durante o evento, organizado pela George Washington University, Self não quis comentar notícias de que teria fechado um acordo para trabalhar para o PT em 2010. “Não posso comentar sobre clientes ou clientes em potencial. Respeitamos a privacidade deles.”

Trazido ao Brasil devido à reforma eleitoral aprovada pelo Congresso – que permitirá o uso livre da internet nas campanhas e doações on line – Ben é cauteloso quando (mais…)

7 de abril de 2010 at 12:16 Deixe um comentário

Mais sobre redes sociais

Com certeza você sabe que a Internet é algo indispensável na sociedade contemporânea. Pois bem, o QUASE fez uma compilação (palavra bonita né, compilação) de notícias sobre o universo virtual, especificamente as Redes Sociais. Então senta que que lá vai.

O tempo gasto por usuários em sites de rede social nos Estados Unidos quase dobrou em um ano. Segundo a consultoria Nielsen Online, que mede o tráfego na web, o número de minutos gastos por internautas em redes sociais subiu 83% em abril deste ano em relação ao mesmo mês em 2008. (dados de 2009, mas valem pra perceber a importância das redes sociais para a publicidade).

Alguns dados bastante relevantes. Por acaso você sabia?

  • “Redes sociais são responsáveis por 62% do tráfego na internet brasileira” – Mundo Marketing
  • “YouTube alcança um bilhão de vídeos ao dia” – INFO Online
  • “Facebook chega a 300 milhões de usuários” – INFO Online
  • “LinkedIn chega a 50 milhões de usuários” – INFO Online

(mais…)

4 de abril de 2010 at 12:24 Deixe um comentário

Viciados em redes sociais

A internet é o futuro, segundo dizem os experts na matéria da blogosfera. Cada vez existem mais utilizadores a usar e abusar desta ferramenta que se tornou quase como um “alimento humano” do dia-a-dia.

Eu tambem me considero um viciado na internet, mas caminhamos para um caminho perigoso e mesquinho – as redes sociais.

Nos últimos tempos têm surgido redes sociais a um ritmo alucinante, o utilizador já não sabe bem para onde se virar: facebook, twitter, sonico, hi5, orkut, google buzz, myspace entre outros milhares.

Acredito que possam haver vantagens nas redes sociais para certos utilizadores, como os webmasters. Divulgar os seus trabalhos e informações através das redes sociais, é certamente uma forma de gerar mais visitas e seguidores dos seus blogs e sites.

Mas pensando bem, a maioria dos utilizadores viciam-se, tornam-se dependentes dos serviços virtuais e a perigos constantes para o seu quotidiano.

Existem vários inconvenientes das redes sociais:

  • São especialmente vulneráveisa situações de perseguição e de ameaça, dano ou ofensa;
  • Tornam-se ambientes de eleiçao para a propagação de spam e vírus;
  • Falsa noção de “comunidade” e “amigos”;
  • Informação pessoal nunca desaparece mesmo que seja apagada fica no arquivo da internet;
  • Disponibilização excessiva de dados pessoais;
  • Cruzamento de informações que pode ser interceptada por terceiros;

Muitos não se apercebem destes perigos, são alvos fáceis para os menos intencionados. Mas o uso excessivo chega mesmo em certos casos a suicídios e atos de extrema loucura.

E você, é viciado?

fonte: ovnituga.com

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O manual do twitter

4 de abril de 2010 at 11:46 Deixe um comentário

Redes sociais

Como nosso blog é feito por alunos e para alunos, nada melhor do que a participação de vários deles na construção deste blog, com dicas, críticas, disponibilização de material e por aí vai.

O texto abaixo fala sobre publicidade e marketing nas Redes Sociais . Confere aí que tá bacana.

Redes Sociais

Podemos ver com mais intensidade a cada dia a utilização de mídias sociais como MSN, Twitter, Facebook na divulgação online.

A publicidade online que surgiu nos próprios sites de empresas com a intenção de oferecer informações a respeito de produtos, hoje atinge uma vertente muito maior.

O marketing digital tem como objetivo pesquisar mercados, divulgar produtos, serviços e marcas coorporativas no cyberespaço.

Segundo a consultoria Gartner, uma das principais tendências tecnológicas para o mercado em 2010 é utilização de mídias sociais. Previsões apontam que até 2012, mais de 50% das empresas farão uso de ferramentas de microblog, como o Twitter.

Muitas pessoas perguntam se essa questão de mídias sociais é apenas uma fase ou se é uma tendência. Empresas como a Pepsi, que deixou de anunciar no Super Bowl para investir 20 milhões de dólares em mídias sociais, acreditam que isso é sim uma tendência.

De acordo com a Forrester, o marketing interativo terá o crescimento anual de 16% até 2014.

Marcas como Twitter, Orkut e Facebook estão em toda a parte. Aparelhos tecnológicos, em sua maioria, estão sendo “equipados” para utilização do Facebook e/ou de serviços de mensagens instantâneas.

É claro que isso pode ser apenas mais um degrau que o marketing digital está avançando. Mas o que não podemos negar é que a certeza “Quer saber mais? Venha para internet, estamos aqui!”, está cada vez mais fixada na mente das pessoas.

Rayra Duarte é estudante do 3º período do curso de Comunicação Social – Publicidade

rayraduarte@msn.com

add no orkut / siga no twitter

Escrito em 23 de março de 2010.

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31 de março de 2010 at 19:34 3 comentários

15 ideias para um mundo melhor

Os professores sempre falam, não estamos apenas formando profissionais, estamos formando pessoas. E preocupados com isso, com o futuro da sociedade, o QUASE te dá 15 ideias geniais que podem mudar o planeta.

Pô, sacanagem né. Você pensou que fosse sério? Rsrsrsr

Ah! Esqueci da principal ideia -> Curso de publicidade realizado em 2 sextas-feiras, a primeira sexta é o trote e a segunda, a formatura.

Brincadeira hein coordenadora e professores. Brincadeira.

24 de março de 2010 at 20:02 2 comentários

Suzuki lança SX4 com campanha baseada no Twitter

Para lançar seu modelo SX4 no Brasil, a Suzuki vai utilizar o Twitter  vc é um quase publicitário e ainda não tem? toma vergonha na cara e cria um como principal meio de promoção. Quem descobrir (mais vezes e em menos tempo) por quais locais o carro irá passar ao longo de três semanas, leva o próprio SX4 como prêmio.

O perfil @sigasx4 vai revelar pistas dos próximos paradeiros do carro, e o primeiro a responder com a localização correta no Twitter vence a etapa. Um mapa das paradas anteriores ficará disponível no site sigasx4.com.br.

A campanha ainda conta com comercial para TV e mídia impressa, onde o Twitter continua sendo destaque como ferramenta de lançamento. A criação é das agências África, Bullet e Ginga.

Quem sabe vc GANHA! Vale a pena seguir.

Segue a dica do “Quase” pra vc.

19 de março de 2010 at 09:37 Deixe um comentário

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Aluno diz: - profª, podemos fazer um intervalinho; Profª responde: - é, é o filme uma linda mulher. Pode alugar que é bom.
***
Profª diz: Estão vendo este slide? Então, isso é o coração; isso é o bonequinho da oi (apontando para o bonequinho da vivo).
***
Profª diz: Os publicitários devem ser como detetives. Igual aquele detetive "Xerox Holmes" --> Juro que ela falou isso!
***
Prof diz: Semana q vem traz um vídeo do Super Bowl, um vídeo em Jpeg. VÍDEO EM JPEG??? Ai Pai altíssimo. Qta ignorância.
***
Prof. diz: Vamos fazer uma votação pra escolher o melhor jingle. Qual vocês preferem?
Turma responde: Quais os jingles que tem?
Prof. diz: - Só um.
Turma responde: Ué, então vai fazer votação pra que?
***
Prof informa: "Pessoal, não dá pra imprimir branco"
Aluno 1: "Ué, mas e se eu quiser..."
Aluno 2: "E se eu levar na gráfica..."
Aluno 3: "Ué, mas tem um cartaz aí na parede com letras brancas."
Aluno 4: "Mas e se..."
Prof interrompe: "Gente, o branco é o do papel"
Aluno 1: "Mas e se o papel for verde, tem como?"
Aluno 2: "O prof. a parede é branca."
Prof interrompe (meio puto já): "A parede não passou na impressora né?"
***
Prof pergunta: "Quais os 4 P's do marketing"
Aluno responde: "Compras, Comércio, Causas, Cidade"
***
Prof pergunta: "Digam um local no Rio de Janeiro em que morem pessoas da classe A".
Aluno responde: "Brasília"
***
Aguardando o próximo King Kong

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Vagas pelo Twitter

@CiadeTalentos - Oferece vagas para jovens profissionais, principalmente para trainees.

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@vagasnaweb - Oferece estágios e empregos para os profissionais de web.

@EmpregoBrasil - Vagas para profissionais de todos os níveis.

@elancers_net - Site de recrutamento, divulga empregos e publica notícias.

@PCIconcursos - Divulga empregos, estágios e o calendário de concursos públicos.

@curriculumvagas - Anuncia empregos para os mais variados níveis e funções em todo o Brasil.

@link_zero - Oferece vagas para jornalistas.

@frilas - Vagas para projetos específicos e temporários nas áreas de comunicação, publicidade e tecnologia.

@publicijobs - Informações sobre freelances e empregos que possam interessar aos mais variados tipos de profissionais da área da Comunicação.

Twitters das agências

Agência Fischer+Fala!
@FischerFala

Agência Talent
@TalentProp

Agência Loducca
@AgenciaLoducca

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