Posts tagged ‘sociedade’

OMO: Porque se sujar faz bem

O campeão mundial de escultura em areia, JOOheng Tan foi recentemente convidado pela agência de publicidade Lowe, de Cingapura, para ajudar a criar cenários para uma campanha de OMO. Isso obviamente poderia ser criado com os recursos atuais da CG, mas foram encomendadas a Tan três esculturas de 18 toneladas cada, usadas como plano de fundo em anúncios com o conhecido slogan “porque se sujar faz bem”.

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11 de janeiro de 2013 at 12:44 Deixe um comentário

Top 5 comerciais de vídeo game

Há muitas décadas o vídeo game enche os olhos das pessoas. Muitos consoles estão esquecidos no baú, mas marcou a infância de muitos adultos e a geração de hoje tem à disposição games cada vez mais complexos e interativos. Os comerciais a seguir foram selecionados para lembrar alguns clássicos e pontuar as melhores campanhas do gênero que formam feitas recentemente. Divirta-se.

Playstation sempre entrega campanhas sem sentido ao redor do mundo, mas Mountain foi marcante e ganhou muitos prêmios

Atari formou o caráter de muita gente que hoje está chegando aos 30 anos e eu estou incluso nesse time. No mundo politicamente correto que estamos vivendo, este comercial de 1984 certamente seria enviado ao CONAR por utilizar duplo sentido no roteiro.

Faz tempo que japoneses são especialistas em criar comerciais esquisitos para o resto do mundo. Nos anos 80, eles colocaram Mário e Link (personagem de Zelda) com hematomas e pai e filha gritando enquanto faz caretas para divulgar as qualidades do Super Nintendo (assim espero).

Gosto muito deste comercial da XBOX, que reza a lenda foi banido por conter cenas fortes, estimular a violência e outros argumentos de quem não jogou Doom, Duke Nukem e outros games de tiro na adolescência. A ideia atinge perfeitamente o público-alvo do console.

Voltando ao Playstation, a companhia reuniu os protagonistas dos maiores games do ano passado para fazer depoimentos sobre o verdadeiro herói do PS3.

fonte: blogcitario.blog.br

30 de outubro de 2012 at 11:42 2 comentários

Os 7 elementos que formam uma marca

Nome, logotipo, símbolo e mascote são alguns exemplos. Veja o que cada um significa e sua importância para o todo

Quando olhamos para um logo da Coca-Cola, do símbolo da Nike, do ícone do Android ou até mesmo para o boneco gordinho da Michelin, às vezes esquecemos que aquilo representa uma organização. Na verdade, tudo isso são exemplos de elementos que compõem uma marca. Alguns autores já chegaram a listar até quarenta elementos que podem formar a identidade de uma. Eu elenco sete grandes e menciono aqui o que é cada um, para que servem e como enxergá-los com a sua devida importância.

– NOME –

Você já reparou que toda santa marca tem um nome? Claro! O nome é o principal elemento que identifica uma marca, seja ela qual for: Danone, Guaraná Jesus, Casas Bahia, Pampers, Facebook, entre outras milhares. Muito mais do que simplesmente identificar e comunicar o que representa, o nome da marca na contemporaneidade deve ter sonoridade, ser bonito de ver, de escrever, de digitar e gostoso de pronunciar, como é o caso de Häagen Dazs, uma marca de sorvetes de Nova York e que não significa nada. Já BlackBerry quer dizer amora em inglês e não tem nada a ver com celular, mas é gostoso de falar, ouvir e ler.

– LOGOTIPO –

É a forma como se escreve ou a tipologia que se usa para escrever o nome da marca. E a escolha da fonte deve obedecer à essência de sua marca, ou seja, uma fonte mais chapada como Brastemp ou uma fonte e variações de cores que a Google usa, ou então algo mais caligráfico e rebuscado como é o caso da Coca-Cola. O fato é: dependendo da tipologia adotada, a percepção da marca pelo consumidor pode ser mais distinta do que se imagina. Vale a pena perder um pouco de tempo com isso.

– SÍMBOLO –

É a imagem ou figura que representa sua marca. É a parte que pode ser identificada, mas não falada pelo consumidor. Como exemplo, temos a maçã da Apple, ou o swoosh da Nike, ou o jacaré da Lacoste, ou então o ninho de passarinhos da Nestlé. E por que quase todas as marcas que conhecemos sempre elegem um símbolo para se identificar e se comunicar conosco? Simplesmente pelo motivo de que nosso cérebro memoriza melhor imagem do que palavra. Pode ser mesmo uma questão de psicologia cognitiva, pois o ser humano reconhece e grava melhor um símbolo do que palavras. Apenas isso.

– MASCOTE –

É aquele ser que representa a sua marca, como, por exemplo, o Ronald McDonald’s; o Assolino, da Assolan; os Minus, da Minuano, ou então os três personagens do Blue Man Group, que representam a marca TIM. E por que grandes marcas se utilizam desses seres, na maioria das vezes, um tanto quanto esquisitos? Por que essas criaturas carregam aspectos lúdicos, que se conectam conosco de forma ainda mais intensa. Assim como o símbolo da marca, criar uma mascote intensifica ainda mais o processo de memorização da marca por parte de seu público-alvo.

– EMBALAGEM –

É a roupa da sua marca, é o invólucro que se elege para vestir um produto e sua marca. E quando falamos de embalagem, desde o material até o design escolhido, ela também carrega potentes elementos de identidade e diferenciação de uma marca.

– REGISTRO –

Tão importante quanto selecionar nomes, símbolos, logotipos, mascotes e embalagem para sua marca, a sua proteção legal é uma etapa de fundamental importância. Criou um nome para sua marca? Vá ao site do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e consulte se há registros dos elementos que você criou.

– BRAND EQUITY (VALOR DA MARCA) –

O autor Joel Axelrod definiu com perfeição o conceito de brand equity: “É a importância a mais que um consumidor paga para obter a sua marca preferida e não um produto parecido sem o nome de sua marca”. Podemos dizer que a Diesel, por exemplo, tem um brand equity fantástico, pois quando alguém paga cerca de R$ 2 mil para ter uma calça jeans, a pessoa poderia comprar outra, fisicamente parecida, por módicos R$ 79,90. Dessa forma, todo esforço de branding que você imprime na sua marca deve visar ao aumento do brand equity do produto.

fonte: administradores.com.br

3 de outubro de 2012 at 13:22 3 comentários

Principais características da publicidade eficaz

Muitos por aí afirmam ter a receita do sucesso para se fazer publicidade. Faça isso, faça aquilo, faça aquilo outro… Acho que não existe regra e sim trabalho, muito trabalho. Evidente que algumas dicas existem e se forem aplicadas podem ajudar – e muito – o resultado.

No mais, lembre-se…. O que caracteriza um grande profissional, seja publicitário ou não, é a constância da qualidade dos seus trabalhos.

1. Conquiste pessoas

Vender consiste em cativar o seu cliente, uma boa propaganda deve fazer com que o indivíduo leve sua atenção diretamente para o conteúdo apresentado fazendo com que em poucos segundos aquelas informações sejam processadas em sua mente.

2. Seja inteligente e criativo

Pode parecer clichê, mas é a pura verdade. Seja inteligente, faça com que seu possível clienteSINTA o que você quer passar. Quanto mais nos sentirmos “apegados” àquela situação, mais suscetíveis a aceitá-la nós ficaremos. Faça seu cliente se sentir parte do produto que esteja vendendo.

3. Fale alto

Não, não estou dizendo pra você gritar no ouvido do seu cliente. O que quero dizer é que apropaganda tem que aparecer, fazer acontecer, e com isso chegar mais longe! Se destacar nesta área, na maioria das vezes, é o que faz os melhores resultados acontecerem para as duas partes, agência e cliente.

4. Não os faça pensar (muito)

Opa, opa, opa! Não me interprete mal. Queremos clientes inteligentes e que tenham capacidade de entender o que queremos passar. O que quero dizer, é que quanto mais prática for a forma de se entender o contexto do que você transmite, melhor será a reação do indivíduo a ela. Eficaz mesmo é fazer com que a informação seja de “fácil absorção”.

5. Cores vivas. (Mas que se harmonizam)

O bom trabalho com cores é fundamental para uma boa propaganda, mas nem sempre utilizar cores que você acha que vão “combinar” funciona. Existem vários estudos em direção de arte que mostram os efeitos que cada cor pode causar em diferentes situações, este princípio é muito ligado à psicologia também, mas antes disto é importante entender a respeito da teoria das cores.

6. Seja informativo

Toda propaganda deve transmitir uma mensagem, isto é óbvio. Não se perca em “enfeitar” muito o seu anúncio e acabar escondendo, ou dificultando o entendimento do que você está transmitindo. Ser informativo não significa que você deve trabalhar sempre com texto, a comunicação é feita de diversas maneiras

7. Destaque-se e seja memorável

Ser único e memorável são dois componentes essenciais de um bom anúncio. O anúncio deve ser único e completamente diferente de tudo, mesmo que a ideia seja remeter-se a algo já existente, ser original é fundamental!

8. Transmita um sentimento

Toda empresa tem seus princípios transmitidos por sua marca, e o bom publicitário deve saber dar enfoque a eles. O indivíduo deve poder criar toda ideia em volta da empresa a partir de qualquer anúncio de seus produtos/serviços.

9. Instigue a curiosidade

Nem toda propaganda vai direto ao ponto de primeira, é sempre interessante fazer com que o indivíduo possa criar por si próprio (obviamente pelos caminhos dados pelos publicitários) a ideia transmitida.

10. Entenda seu público

A utilização do humor, de estereótipos e até da libido pode ser muito eficaz, mas saiba com quem está falando, conhecer o seu público é a principal ferramenta para formatar suas ideias.

adaptado de fazer-euros-na-net.blogspot.pt

24 de setembro de 2012 at 11:27 4 comentários

20 slogans que “GRUDARAM” na cabeça dos brasileiros

A publicidade é capaz de colocar um monte de coisas legais na cabeça das pessoas. Ela cria coisas que entram para a cultura, muda/cria comportamentos e por aí vai. De tudo isso, os slogans têm um lugar guardado em nossos coraçõeszinhos rsr. Olhar uma marca e lembrar daquela frase bacana, não tem preço (não resisti!). A seguir uma lista de 20 slogans que com toda certeza do mundo grudaram na nossa cabeça ao longo dos anos.

 

20 – RedeTV! |A rede de TV que mais cresce no Brasil.

19 – Brahama | A número 1

18 – Unimed | O melhor plano de saúde é viver. O segundo é UNIMED

17 – Havaianas | Todo mundo usa

16 – Quick | Faz do leite uma alegria

15 – Rede Globo | Globo e você tudo a ver!

14 – Skol | A cerveja que desce redondo

13 – Arapuã | Ligadona em você

12 – Bombril | Tem 1001 utilidades

11 – Cheetos | É impossível comer um só!

10 – Dreher | Deu duro? Tome um Dreher

9 – Nescau | Energia que dá gosto

8 – SBP | Terrível contra o insetos! contra os insetos!

7 – Sucrilhos | Desperta o tigre em você!

6 – Tostines |  Fresquinho porque vende mais? Vende mais porque é fresquinho?

5 – Malwee | Gostosa como um abraço.

4 – Ypê | Dúvida porque, amaciante é Ypê!

3 – Analgésico Doril | Tomou doril a dor sumiu.

2 – Itaú | Feito pra você

1 – Coca-Cola | Sempre Coca-Cola.

Hors concours

MasterCard | Existem coisas que o dinheiro não compra, para todas as outras existe Mastercard

19 de setembro de 2012 at 18:35 2 comentários

De Nestlé a Fiat, conheça as marcas favoritas do consumidor da classe C

Nestlé, Visa, Nike, Fiat e Banco do Brasil são algumas das marcas favoritas dos consumidores da classe C, segundo revela o estudo “Top of “C” – Marcas do Coração da Nova Classe Média”, divulgado nesta quarta-feira (5) pelo Data Popular.

No geral, aponta o levantamento, Nestlé (4,1%), Samsung (3,9%), Adidas e Nike (3,7% cada) são, nesta ordem, as marcas preferidas da classe média brasileira. Entre os homens, a Adidas assume a primeira posição, com 5,8%; seguida por Nike (5,1%) e Samsung (4,9%). Já entre as mulheres, as marcas favoritas são Nestlé (6,3%), O Boticário (4,2%) e Hering (3,1%).

Por categoria destacam-se outras empresas, como a Fiat, no segmento de automóveis, a Visa, entre os cartões de crédito, e o Banco do Brasil, na categoria bancos. Abaixo, os favoritos em 17 categorias.

Marcas Favoritas
Categoria Marca
*Fonte: Data Popular
Cartão de crédito Visa
Companhia aérea TAM
Bebidas não alcoólicas Coca Cola
Cosméticos Natura
Alimentos Nestlé
Telefonia Móvel TIM
Material de Limpeza Veja
Bebidas alcoólicas Skol
Banco Banco do Brasil
Automóveis Fiat
Eletroeletrônicos Samsung
Informática HP
Varejo de Moda C&A
Higiene Pessoal Dove
Roupas Hering
Varejo de eletroeletrônicos Casas Bahia
Calçados Nike

Classe Média
De acordo com o Data Popular, somente em 2011, as famílias da classe C gastaram o equivalente a R$ 1,03 trilhão, respondendo por 44,3% dos gastos do consumidor brasileiro no período.

Em relação ao passado, hoje, a classe média dá mais importância às marcas, especialmente nos segmentos de alimentos (54%), computadores (47%) e automóveis (45%).

Quando o assunto é como as marcas conquistam esse consumidor, a recomendação de parentes e amigos é importante, sobretudo ao tratar de eletrônicos (72,6%), automóveis (69,9%) e alimentos (68%).

6 de setembro de 2012 at 09:58 Deixe um comentário

Ateus fazem campanha para mostrar que são vítimas de preconceito

“Somos a encarnação do mal para grande parte da sociedade”, diz presidente da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (ATEA).

A campanha era para ser veiculada na parte traseira dos ônibus, mas empresas de São Paulo, Salvador, Florianópolis e Porto Alegre se recusaram a fazê-lo. A saída foi utilizar outdoors. Pelo menos em Porto Alegre, que desde o começo do mês é a primeira cidade brasileira a exibir uma campanha que defende que ateus são vítimas de preconceito.

Afinal, o que há de tão problemático com os anúncios? De acordo com Daniel Sottomaior, presidente da organização responsável pela campanha, o que incomoda é o conteúdo.

Ele diz que as mensagens foram feitas com o objetivo de conscientizar a população de que o ateísmo pode conviver com outras religiões e não deve ser encarado como uma deficiência moral. “Todos os grupos que sofrem algum tipo de preconceito procuram fazer campanhas educativas para tentar minimizar o problema. Foi o que fizemos”, afirma.

Diante das mensagens veiculadas nos outdoors, as reações foram variadas. “Foram interpretadas como provocação por alguns grupos religiosos. Além disso, muitos acharam de mau gosto ou preconceituoso. Acho que isso foi coisa de quem não entendeu ou não quis entender”, diz. Daniel diz que seu objetivo é mostrar que ser ateu é difícil. “As pessoas ficam chocadas quando você revela que não acredita em um deus. Muitos chegam a perder emprego e, principalmente, amigos”.

Punição

Para o sociólogo americano e estudioso das religiões Phil Zuckerman o ateísmo ainda é fonte de muito preconceito. Segundo ele, ateus sofrem até mesmo perseguições. “Mesmo atualmente, em algumas nações, ser ateu é passível de punição com pena de morte. Nos Estados Unidos existe um forte estigma em ser ateu, principalmente no sul, onde a religiosidade é mais forte”, conta.

No Brasil, um país laico, a intolerância pode aparecer nas situações mais improváveis. A professora da Universidade Federal de Minas Gerais Vera Lucia Menezes de Oliveira e Paiva perdeu um filho de dois anos, atropelado. Diante do sofrimento da família no velório da criança, Vera escutou uma frase que a deixou bastante magoada. “Uma amiga me disse: ‘Quem sabe isso não aconteceu para você aprender a ter fé?’. Isso apenas reforçou minha convicção de que eu não queria acreditar em nenhum deus que pudesse levar o meu filho inocente”, revela.

Apesar de tudo, Vera afirma que não se perturba com comentários acerca de sua escolha. “Acho natural que uma pessoa religiosa queira demonstrar sua fé. Entendo e convivo com pessoas bastante religiosas sem problema algum. Só não gosto quando ficam argumentando sobre o quanto é maravilhoso acreditar em Deus. Tenho direito a ter minha crença pessoal.Ou a falta dela.”

Daniel diz que atitudes como estas, vindas de amigos e familiares, fazem com que ateus não “saiam do armário”. Ele afirma que esta expressão, usada inicialmente para descrever homossexuais que ainda não se assumiram, encaixa-se perfeitamente no momento pelo qual o ateísmo vem passando. “Estamos atrasados uns 30 anos em relação à luta contra o preconceito, se compararmos com homossexuais ou negros. Sou bastante cético, mas tenho a esperança de que possamos alcançar o mesmo patamar daqui a algumas décadas”, revela.

Exagero

Há quem veja afirmações como as dada por Daniel como exagero. O filósofo Luiz Felipe Pondé, professor da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), considera ações como as desenvolvidas pela ATEA como marketing. “O preconceito diminuiu muito, principalmente nos meios universitários e empresariais. Acho a comparação de ateus com negros e homossexuais um exagero. Tem um pouco de marketing aí.”

Pondé admite que muitas pessoas ainda têm dificuldade em enxergar a possibilidade de uma vida sem um deus. “Muitos associam moral pública à religião. Isso também é um absurdo. Pessoas matam umas as outras acreditando ou não em Deus. O que acontece é que muitos ateus ficam alardeando coisas assim, mas acho que hoje o cenário já é bem diferente”, afirma.

Apesar de não ser tão enfático, Zuckerman admite que em alguns lugares do mundo o ateísmo não é mais visto como algo depreciativo. “Em muitas sociedades, como no Canadá e na Suíça, ser ateu não tem nada de mais. A Austrália, por exemplo, tem um primeiro-ministro ateu. Cada país tem uma dinâmica diferente.”

Curiosidades

  • Originalmente, a associação pretendia usar as peças em ônibus, mas as empresas não aceitaram
  • As peças da campanha são veiculadas em outdoors
  • A intenção da organização é chamar a atenção para o preconceito contra ateus
  • Uma das peças publicitárias que está sendo divulgada, por enquanto, em Porto Alegre

fonte: entrecoisas.com.br

5 de setembro de 2012 at 17:41 4 comentários

O Ronald McDonald original

Se você já achava assustador o Ronald McDonald versão 2012, olha como ele parecia quando foi criado! Willard Scott trabalhou em uma unidade da rede McDonalds em Washington, DC de 1963 até 1971. No seu livro Joy of Living, ele conta como criou o personagem enquanto trabalhava atendendo aos pedidos dos clientes. No documentário Supersize Me, Eric Schlosser, autor de Fast Food Nation, conta que Scott foi substituído por conta de seu peso, o que atrapalharia a imagem do McDonald’s.

3 de setembro de 2012 at 16:04 Deixe um comentário

Itaú dá adesivos prol convivência pacífica entre ciclistas e motoristas

O Itaú desenvolveu uma campanha com base nas redes sociais para conscientizar os motoristas e também para incentivar o uso das magrelas como meio de transporte. A campanha está estritamente relacionada com os projetos de aluguel de bicicletas Bike Rio e Bike Sampa.

Na página especial do Itaú no Facebook, o usuário pode escolher entre 5 modelos, bastando apenas preencher o nome, CPF e alguns outros poucos dados, como o endereço de entrega. O Freebietising testou e não há nem a necessidade de dar um “like” na página.

fonte: freebietising.com

23 de agosto de 2012 at 12:56 3 comentários

A propaganda precisa se reinventar

Por que devo comprar a sua marca de smartphone e não outra? Por que vou contratar o seu serviço e não o do seu concorrente? Posso acreditar no que você diz? Você entrega o que promete?

A vida já foi mais fácil para o pessoal da propaganda e do marketing. Sem menosprezar o trabalho duro e a criatividade deles, perderam efeito chavões e slogans que poluíram nossa imaginação por décadas.

Vamos a alguns clichês: mulheres bonitas e pouco vestidas, homens bonitos e bem vestidos, vovós e vovôs alegres e sadios, famílias inteiras impecavelmente felizes. E os campeões da exibição: gente jovem, gente jovem.

Mas será que esses perfumes de sedução seguem funcionando? Alguém ainda acredita que conquistará a mulher desejada com um sedan? Crê que se transformará no designer premiado, ou na escritora best seller, ao comprar um computador da hora?

Algum prestador de serviço acredita que basta dizer que é bom? Uma grife internacional pode ignorar uma denúncia de envolvimento com trabalho escravo? Num mundo inundado de informações, será possível vender gato por lebre?

Sinceramente acho que não. Algo está mudando de forma profunda nas relações de mercado e comunicação. Esse algo é o consumidor. Ele tem o poder de acessar informações de qualquer lugar. Esteja em Arapiraca ou Tóquio.

O consumidor, ou cliente, do século XXI tem ferramentas para comparar serviços, calcular custo-benefício, acompanhar a imagem social das marcas, testar a qualidade dos produtos.

 

Tem também um arma letal contra embromadores: difundir sua avaliação por meio das redes sociais. Hoje está na cara o que sempre foi verdade: amigos influenciam muito mais do que pregações publicitárias.

Final de jogo para profissionais da propaganda e do marketing? Não. O mercado e a arte da sedução ainda seguirão vivos por longos tempos. Só que agora precisam ser redimensionados, redesenhados, reescritos.

Será preciso pôr mais inteligência e transparência nas mensagens. Encarar o público como parceiro. Compreender finalmente que antes de serem consumidores, a Maria e o Zé são cidadãos conectados.

* iPhonografia: Régine Ferrandis, do Algarve

21 de agosto de 2012 at 17:13 Deixe um comentário

8 comerciais para rir e se emocionar no dia dos pais

Veja alguns belíssimos filmes produzidos nos últimos anos para comemora a data

Coca-Cola

Belo comercial criado pela agência Santo de Buenos Aires para a Coca-Cola no ano passado.

A peça usa cenas de um vídeo caseiro originalmente publicado por um usuário do YouTube. Bem mais longo,  o filme fez muita gente se emocionar.

Na Argentina, o dia dos pais é comemorado no terceiro domingo de junho.

Sprite – Pai é pai

A Sprite Light não precisou dizer sequer uma palavra para comunicar o amor entre pai e filha.

Sensível, bem-humorado e delicado, o filme encantou muita gente.

Itaú – Completamente Louco

Em 1993, a Itaú Seguros fez muita gente chegar ao fim deste comercial com os olhos alagados.

Com a locução de ator Paulo Goulart, “Completamente Louco” foi criado pela agência DM9.

Nike – Earl and Tiger

Depois que as puladas de cerca de Tiger Woodsvieram à tona em 2010, o astro do golf não só foi julgado publicamente, por seus fãs, como por boa parte dos patrocinadores, que foram um a um suspendendo contratos que mantinham com o jogador. A Nike foi uma que decidiu perdoar Woods.

Quando a estrela voltou aos campos depois de passar meses afastado, a marca veiculou um comercial de 30 segundos no intervalo da ESPN, durante a disputa.

No filme, o pai de Tiger, Earl Woods, falecido em 2006, narra algumas frases (obviamente pré-gravadas) que bem cabem no que havia acontecido recentemente com o filho: “I want to find out what your thinking was. I want to find out what your feelings are. And did you learn anything?” (Eu quero descobrir quais eram ser pensamentos. Eu quero descobrir quais são seus sentimentos. E você aprendeu alguma coisa?”).

As reações ao anúncio, no entanto, foram divididas. Muita gente acabou decepcionada com a marca depois de saber que as frases de Earl se dirigiam originalmente a Kultida “Tida” Woods, mãe de Tiger Woods, e não ao jogador.

Google Chrome – Dear Sophie

Em maio do ano passado, o Google divulgou o filme “Dear Sophie”, em que colocou pai e filha – e cenas reais dos dois – para divulgar seu navegador Chrome.

No comercial, a companhia mostra um pai contando a vida de sua filha recém-nascida por meio de diferentes serviços oferecidos pela empresa, em uma espécie de diário virtual da vida da criança.

O anúncio foi indicado como um dos melhores comerciais de 2011 pelo site Adweek.

Pampers – Happy Fathers Day!

Ser pai também é passar um pouco de vergonha e levar tudo numa boa, mostra este engraçadíssimo comercial da Pampers na Inglaterra.

Oreo – The Perfect Start to Father’s Day

No ano passado, a Oreo, fabricada pela Nabisco, comemorou o dia dos pais nos Estados Unidos com um filme simples, porém comovente e certeiro.

Google+: New Dad

Em fevereiro deste ano, o Google lançou um comercial para destacar a integração entre o Google+ e o app da rede social para Android.

O filme conta a história de um pai de primeira viagem que tirou muitas fotos do filho com o celular, mas esqueceu o aparelho dentro de um táxi.

Para sua sorte, nada foi perdido, já que todas as imagens tiradas com o celular ficam salvas em seu perfil do G+.

fonte: exame.abril.com.br

11 de agosto de 2012 at 16:55 Deixe um comentário

6 propagandas de cerveja que causaram polêmica

Nova Schin sai do ar por discriminação contra travestis

 O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) arquivou ontem uma representação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – a ABGLT – contra o comercial “Festa de São João”, da cerveja Nova Schin. Veiculada no fim de maio, a peça foi retirada do ar logo depois da manifestação da entidade.

Evocando o universo junino, o filme mostra um homem que se apaixona por uma mulher, descobrindo em seguida que ela é na verdade um homem – motivo para virar alvo de gozação por parte dos amigos.

Em nota, a ABGLT afirmou que o personagem travestido de mulher seria ” objeto de escárnio, piada e deboche” na passagem em que o narrador diz que “de noite era Maria e de dia era João”. “O comercial da Nova Schin contribui para referendar e banalizar essa discriminação, ridicularizando a personagem travestida”, completou o comunicado. A Schincariol negou a inteção.

Cerveja em ovo de Páscoa faz Conar adverter Skol

Na última Páscoa, a Skol lançou uma campanha no Facebook para divulgar o seu “Redondinho” – um ovo de chocolate com recheio à base de cerveja.

Alguns consumidores questionaram a mensagem passada pela investida de marketing, já que os ovos exerceriam uma atração especial sobre as crianças e adolescentes, proibidos por lei de consumir bebida alcoólica. Nos filmes que promovem o produto, uma mulher aparece preparando a receita dos ovos, em que a cerveja é um dos ingredientes.

Em junho, o Conar fez uma advertência à Skol por conta da propaganda. Na ocasião, os conselheiros do órgão reconheceram que outras bebidas, como o licor, também recheavam chocolates. Além disso, levaram em conta que ao contrário de carrinhos e bonecos, os ovos não pertenciam especificamente ao universo infantil. Por isso, optaram apenas por um aviso, ao invés de banirem a veiculação da peça.

Skol incomoda argentinos, mas hermanos perdem na Justiça

Três argentinos que moram em Belo Horizonte, Minas Gerais, pediram indenização por danos morais à Ambev depois da companhia veicular propagandas que seriam preconceituosas na visão do grupo. Germàn Aníbal Filippini, Enrique Javier Romay e Jorge Adrian Vladimirsky foram à Justiça em maio de 2010, depois que a Skol colocou no ar as campanhas publicitárias “Argentinos do Samba”, “Torcida Skol – O Hermano” e “Latinhas Falantes – Hermanos dos 30”.

Tendo a última Copa do Mundo de Futebol como pano de fundo, as peças brincavam com a histórica rixa entre Brasil e Argentina. Em uma delas, inclusive, um argentino era chamado de “maricón”.

O Conar suspendeu os comerciais. Mas os argentinos quiseram ser remunerados e, para tanto, apontaram a ridicularização sofrida em bares, reuniões e até no trabalho. O Tribunal de Justiça de Minas, no entanto, entendeu que a propaganda teria sido “desenvolvida de modo positivo, alegre, reafirmando somente a rivalidade existente entre os dois países no futebol”. A decisão saiu em maio deste ano.

Festa junina e reclamação do Conar: Nova Schin repete a dose

Há quase um ano, o Conar proibiu outro comercial da Nova Schin. Veiculado em junho de 2011, o filme “Festa Junina” foi considerado inapropriado em função do uso de expressões consideradas de baixo calão pelo Conselho, como “filho d’uma égua” e “cagão”.

No filme, um repentista declama suas rimas enquanto conta a história de um jovem que teria se apaixonado pela filha de um bravo coronel.

Atores ‘novinhos’ provocam duas derrotas consecutivas para Skol

O comercial “Skol – Monstros do Pântano” utilizou atores maiores de idade no filme que mostrava três jovens bebendo cerveja e um suposto monstro atacando o grupo com o intuito de roubar uma caixa da bebida. Ainda assim, a propaganda acabou sendo condenada duas vezes pelo Conar.

Em julho, o Conselho julgou o filme e o reprovou. O motivo? Para o Conar, não basta ter mais que 18 anos – é preciso aparentar estar acima desta faixa etária. E os moços da propaganda em questão não preenchiam o pré-requisito. A Ambev recorreu, mostrando documentação que comprovava a maioridade dos envolvidos. Mas o Conar manteve sua posição em setembro do ano passado, pedindo à cervejaria que trocasse os atores da produção

Devassa é vetada com Paris Hilton como garota propaganda

Em 2010, foi a vez do Conar vetar a exibição do comercial da cerveja Devassa, que mostrava a socialite Paris Hilton dançando com uma lata de cerveja nas mãos e sendo ao mesmo tempo fotografada por um voyeur do prédio ao lado. A campanha foi ao ar no Carnaval e permaneceu por duas semanas na TV.

Os conselheiros foram unânimes em considerar o vídeo desrespeitoso para as mulheres e excessivamente sensual. Produzida pela Schincariol, a cerveja continuou causando polêmica. Depois da proibição, a agência Mood, responsável pela propaganda, criou uma peça na qual o logo da Devassa – uma mulher vestida com peças sumárias em estilo retrô – aparecia coberta com uma tarja preta.

fonte: exame.abril.com.br

30 de julho de 2012 at 17:37 Deixe um comentário

Infográfico mostra presença das empresas brasileiras na internet

A BaseKit elaborou um excelente infográfico que mostra detalhadamente como as empresas brasileiras preenchem a Internet através de seus websites.

Um material de qualidade que pode, inclusive, ajudar a galera que elabora e administra websites…

14 de junho de 2012 at 16:36 Deixe um comentário

E se publicidade e propaganda não existissem?

Em um dos episódios de Mad Men, uma garota fala para Don Draper o seguinte: “Publicidade? Isso é lixo”. Ele responde tranquilamente: “Então pare de comprar coisas”.

De agora em diante acho que darei esta resposta caso venham comentar algo semelhante comigo. De vez em sempre vejo alguma pessoa reclamando de como odeia comerciais, anúncios e toda e qualquer coisa que lembre o assunto. Talvez o problema em si não seja a publicidade em si, mas a enorme quantidade de comercial “feijão com arroz” e a mania quase automática de pegar o controle remoto na hora do intervalo do programa favorito.

Já pensou como seria o mundo se a presença da publicidade e propaganda?

Pouca concorrência no mercado:como precisa de comida, roupas, calçados e outros elementos para sobreviver, existiria apenas uma ou outra empresa para cada segmento. Afinal, ninguém seria apaixonado por uma marca e compraria apenas para satisfazer suas necessidades básicas.

O mundo seria mais chato: sem motivos para anunciar, já que todo mundo sabe onde comprar o que precisa, seríamos rodeados de lojas com placas escritas “sapatos”, “supermercado” e por aí vai. Programas de TV e filmes teriam produções mais modestas, já que dependeriam das próprias pernas para se desenvolver.

Tipos de comportamento não existiriam: porque você acha que muita gente gosta de comer pipoca com guaraná? Comer pão com manteiga?

O ritmo do desenvolvimento seria menor: se ninguém teria orgulho de possuir uma camisa de marca X, porque existiriam empresas interessadas em desenvolver modelos diferenciados? Se as pessoas não são estimuladas a consumir, empresas não se interessariam em criar novos produtos para facilitar a vida delas. O lançamento de um produto não garantiria a sobrevivência deste, já que gerava lucro.

Ou seja, de uma forma ou de outra, a publicidade beneficia e influencia a todos, mesmo que você não perceba.

fonte: blogcitário

9 de junho de 2012 at 10:31 Deixe um comentário

Anúncios Legais: Hortifruti – A Liga da Saúde

A rede Hortifruti criou uma série de anúncio muito bacanas fazendo referência a filmes/personagens famosos. A mais nova campanha é intitulada “A Liga da Saúde”. Confira:
 
 
 
 
 
 
 

26 de maio de 2012 at 16:01 Deixe um comentário

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***
Profª diz: Estão vendo este slide? Então, isso é o coração; isso é o bonequinho da oi (apontando para o bonequinho da vivo).
***
Profª diz: Os publicitários devem ser como detetives. Igual aquele detetive "Xerox Holmes" --> Juro que ela falou isso!
***
Prof diz: Semana q vem traz um vídeo do Super Bowl, um vídeo em Jpeg. VÍDEO EM JPEG??? Ai Pai altíssimo. Qta ignorância.
***
Prof. diz: Vamos fazer uma votação pra escolher o melhor jingle. Qual vocês preferem?
Turma responde: Quais os jingles que tem?
Prof. diz: - Só um.
Turma responde: Ué, então vai fazer votação pra que?
***
Prof informa: "Pessoal, não dá pra imprimir branco"
Aluno 1: "Ué, mas e se eu quiser..."
Aluno 2: "E se eu levar na gráfica..."
Aluno 3: "Ué, mas tem um cartaz aí na parede com letras brancas."
Aluno 4: "Mas e se..."
Prof interrompe: "Gente, o branco é o do papel"
Aluno 1: "Mas e se o papel for verde, tem como?"
Aluno 2: "O prof. a parede é branca."
Prof interrompe (meio puto já): "A parede não passou na impressora né?"
***
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***
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Aluno responde: "Brasília"
***
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