Posts tagged ‘redação’

“Monsters” | Os alcoólicos vistos pelos seus filhos em campanha publicitária finlandesa

Monsters” é um polémico filme publicitário finlandês que pretende mostrar a forma como osalcoólicos são vistos pelos seus próprios filhos.
Aos olhos de uma criança, os pais alcoolizados são vistos como monstros bem mais reais que os das histórias ou do cinema.

campanha publicitária foi concebida pela agência Euro RSCG Helsink para uma organização finlandesa sem fins lucrativos, a Fragile Childhood, que desde 1986 desenvolve um importante trabalho no apoio e protecção de crianças cujos pais sofrem de problemas de alcoolismo.

O filme foi co-produzida pelas produtoras Grillifilms, Sauna International e Studio Arkadena.

fonte: Fragile childhood

19 de setembro de 2012 at 17:39 1 comentário

Ateus fazem campanha para mostrar que são vítimas de preconceito

“Somos a encarnação do mal para grande parte da sociedade”, diz presidente da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (ATEA).

A campanha era para ser veiculada na parte traseira dos ônibus, mas empresas de São Paulo, Salvador, Florianópolis e Porto Alegre se recusaram a fazê-lo. A saída foi utilizar outdoors. Pelo menos em Porto Alegre, que desde o começo do mês é a primeira cidade brasileira a exibir uma campanha que defende que ateus são vítimas de preconceito.

Afinal, o que há de tão problemático com os anúncios? De acordo com Daniel Sottomaior, presidente da organização responsável pela campanha, o que incomoda é o conteúdo.

Ele diz que as mensagens foram feitas com o objetivo de conscientizar a população de que o ateísmo pode conviver com outras religiões e não deve ser encarado como uma deficiência moral. “Todos os grupos que sofrem algum tipo de preconceito procuram fazer campanhas educativas para tentar minimizar o problema. Foi o que fizemos”, afirma.

Diante das mensagens veiculadas nos outdoors, as reações foram variadas. “Foram interpretadas como provocação por alguns grupos religiosos. Além disso, muitos acharam de mau gosto ou preconceituoso. Acho que isso foi coisa de quem não entendeu ou não quis entender”, diz. Daniel diz que seu objetivo é mostrar que ser ateu é difícil. “As pessoas ficam chocadas quando você revela que não acredita em um deus. Muitos chegam a perder emprego e, principalmente, amigos”.

Punição

Para o sociólogo americano e estudioso das religiões Phil Zuckerman o ateísmo ainda é fonte de muito preconceito. Segundo ele, ateus sofrem até mesmo perseguições. “Mesmo atualmente, em algumas nações, ser ateu é passível de punição com pena de morte. Nos Estados Unidos existe um forte estigma em ser ateu, principalmente no sul, onde a religiosidade é mais forte”, conta.

No Brasil, um país laico, a intolerância pode aparecer nas situações mais improváveis. A professora da Universidade Federal de Minas Gerais Vera Lucia Menezes de Oliveira e Paiva perdeu um filho de dois anos, atropelado. Diante do sofrimento da família no velório da criança, Vera escutou uma frase que a deixou bastante magoada. “Uma amiga me disse: ‘Quem sabe isso não aconteceu para você aprender a ter fé?’. Isso apenas reforçou minha convicção de que eu não queria acreditar em nenhum deus que pudesse levar o meu filho inocente”, revela.

Apesar de tudo, Vera afirma que não se perturba com comentários acerca de sua escolha. “Acho natural que uma pessoa religiosa queira demonstrar sua fé. Entendo e convivo com pessoas bastante religiosas sem problema algum. Só não gosto quando ficam argumentando sobre o quanto é maravilhoso acreditar em Deus. Tenho direito a ter minha crença pessoal.Ou a falta dela.”

Daniel diz que atitudes como estas, vindas de amigos e familiares, fazem com que ateus não “saiam do armário”. Ele afirma que esta expressão, usada inicialmente para descrever homossexuais que ainda não se assumiram, encaixa-se perfeitamente no momento pelo qual o ateísmo vem passando. “Estamos atrasados uns 30 anos em relação à luta contra o preconceito, se compararmos com homossexuais ou negros. Sou bastante cético, mas tenho a esperança de que possamos alcançar o mesmo patamar daqui a algumas décadas”, revela.

Exagero

Há quem veja afirmações como as dada por Daniel como exagero. O filósofo Luiz Felipe Pondé, professor da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), considera ações como as desenvolvidas pela ATEA como marketing. “O preconceito diminuiu muito, principalmente nos meios universitários e empresariais. Acho a comparação de ateus com negros e homossexuais um exagero. Tem um pouco de marketing aí.”

Pondé admite que muitas pessoas ainda têm dificuldade em enxergar a possibilidade de uma vida sem um deus. “Muitos associam moral pública à religião. Isso também é um absurdo. Pessoas matam umas as outras acreditando ou não em Deus. O que acontece é que muitos ateus ficam alardeando coisas assim, mas acho que hoje o cenário já é bem diferente”, afirma.

Apesar de não ser tão enfático, Zuckerman admite que em alguns lugares do mundo o ateísmo não é mais visto como algo depreciativo. “Em muitas sociedades, como no Canadá e na Suíça, ser ateu não tem nada de mais. A Austrália, por exemplo, tem um primeiro-ministro ateu. Cada país tem uma dinâmica diferente.”

Curiosidades

  • Originalmente, a associação pretendia usar as peças em ônibus, mas as empresas não aceitaram
  • As peças da campanha são veiculadas em outdoors
  • A intenção da organização é chamar a atenção para o preconceito contra ateus
  • Uma das peças publicitárias que está sendo divulgada, por enquanto, em Porto Alegre

fonte: entrecoisas.com.br

5 de setembro de 2012 at 17:41 4 comentários

6 propagandas de cerveja que causaram polêmica

Nova Schin sai do ar por discriminação contra travestis

 O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) arquivou ontem uma representação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – a ABGLT – contra o comercial “Festa de São João”, da cerveja Nova Schin. Veiculada no fim de maio, a peça foi retirada do ar logo depois da manifestação da entidade.

Evocando o universo junino, o filme mostra um homem que se apaixona por uma mulher, descobrindo em seguida que ela é na verdade um homem – motivo para virar alvo de gozação por parte dos amigos.

Em nota, a ABGLT afirmou que o personagem travestido de mulher seria ” objeto de escárnio, piada e deboche” na passagem em que o narrador diz que “de noite era Maria e de dia era João”. “O comercial da Nova Schin contribui para referendar e banalizar essa discriminação, ridicularizando a personagem travestida”, completou o comunicado. A Schincariol negou a inteção.

Cerveja em ovo de Páscoa faz Conar adverter Skol

Na última Páscoa, a Skol lançou uma campanha no Facebook para divulgar o seu “Redondinho” – um ovo de chocolate com recheio à base de cerveja.

Alguns consumidores questionaram a mensagem passada pela investida de marketing, já que os ovos exerceriam uma atração especial sobre as crianças e adolescentes, proibidos por lei de consumir bebida alcoólica. Nos filmes que promovem o produto, uma mulher aparece preparando a receita dos ovos, em que a cerveja é um dos ingredientes.

Em junho, o Conar fez uma advertência à Skol por conta da propaganda. Na ocasião, os conselheiros do órgão reconheceram que outras bebidas, como o licor, também recheavam chocolates. Além disso, levaram em conta que ao contrário de carrinhos e bonecos, os ovos não pertenciam especificamente ao universo infantil. Por isso, optaram apenas por um aviso, ao invés de banirem a veiculação da peça.

Skol incomoda argentinos, mas hermanos perdem na Justiça

Três argentinos que moram em Belo Horizonte, Minas Gerais, pediram indenização por danos morais à Ambev depois da companhia veicular propagandas que seriam preconceituosas na visão do grupo. Germàn Aníbal Filippini, Enrique Javier Romay e Jorge Adrian Vladimirsky foram à Justiça em maio de 2010, depois que a Skol colocou no ar as campanhas publicitárias “Argentinos do Samba”, “Torcida Skol – O Hermano” e “Latinhas Falantes – Hermanos dos 30”.

Tendo a última Copa do Mundo de Futebol como pano de fundo, as peças brincavam com a histórica rixa entre Brasil e Argentina. Em uma delas, inclusive, um argentino era chamado de “maricón”.

O Conar suspendeu os comerciais. Mas os argentinos quiseram ser remunerados e, para tanto, apontaram a ridicularização sofrida em bares, reuniões e até no trabalho. O Tribunal de Justiça de Minas, no entanto, entendeu que a propaganda teria sido “desenvolvida de modo positivo, alegre, reafirmando somente a rivalidade existente entre os dois países no futebol”. A decisão saiu em maio deste ano.

Festa junina e reclamação do Conar: Nova Schin repete a dose

Há quase um ano, o Conar proibiu outro comercial da Nova Schin. Veiculado em junho de 2011, o filme “Festa Junina” foi considerado inapropriado em função do uso de expressões consideradas de baixo calão pelo Conselho, como “filho d’uma égua” e “cagão”.

No filme, um repentista declama suas rimas enquanto conta a história de um jovem que teria se apaixonado pela filha de um bravo coronel.

Atores ‘novinhos’ provocam duas derrotas consecutivas para Skol

O comercial “Skol – Monstros do Pântano” utilizou atores maiores de idade no filme que mostrava três jovens bebendo cerveja e um suposto monstro atacando o grupo com o intuito de roubar uma caixa da bebida. Ainda assim, a propaganda acabou sendo condenada duas vezes pelo Conar.

Em julho, o Conselho julgou o filme e o reprovou. O motivo? Para o Conar, não basta ter mais que 18 anos – é preciso aparentar estar acima desta faixa etária. E os moços da propaganda em questão não preenchiam o pré-requisito. A Ambev recorreu, mostrando documentação que comprovava a maioridade dos envolvidos. Mas o Conar manteve sua posição em setembro do ano passado, pedindo à cervejaria que trocasse os atores da produção

Devassa é vetada com Paris Hilton como garota propaganda

Em 2010, foi a vez do Conar vetar a exibição do comercial da cerveja Devassa, que mostrava a socialite Paris Hilton dançando com uma lata de cerveja nas mãos e sendo ao mesmo tempo fotografada por um voyeur do prédio ao lado. A campanha foi ao ar no Carnaval e permaneceu por duas semanas na TV.

Os conselheiros foram unânimes em considerar o vídeo desrespeitoso para as mulheres e excessivamente sensual. Produzida pela Schincariol, a cerveja continuou causando polêmica. Depois da proibição, a agência Mood, responsável pela propaganda, criou uma peça na qual o logo da Devassa – uma mulher vestida com peças sumárias em estilo retrô – aparecia coberta com uma tarja preta.

fonte: exame.abril.com.br

30 de julho de 2012 at 17:37 Deixe um comentário

E se publicidade e propaganda não existissem?

Em um dos episódios de Mad Men, uma garota fala para Don Draper o seguinte: “Publicidade? Isso é lixo”. Ele responde tranquilamente: “Então pare de comprar coisas”.

De agora em diante acho que darei esta resposta caso venham comentar algo semelhante comigo. De vez em sempre vejo alguma pessoa reclamando de como odeia comerciais, anúncios e toda e qualquer coisa que lembre o assunto. Talvez o problema em si não seja a publicidade em si, mas a enorme quantidade de comercial “feijão com arroz” e a mania quase automática de pegar o controle remoto na hora do intervalo do programa favorito.

Já pensou como seria o mundo se a presença da publicidade e propaganda?

Pouca concorrência no mercado:como precisa de comida, roupas, calçados e outros elementos para sobreviver, existiria apenas uma ou outra empresa para cada segmento. Afinal, ninguém seria apaixonado por uma marca e compraria apenas para satisfazer suas necessidades básicas.

O mundo seria mais chato: sem motivos para anunciar, já que todo mundo sabe onde comprar o que precisa, seríamos rodeados de lojas com placas escritas “sapatos”, “supermercado” e por aí vai. Programas de TV e filmes teriam produções mais modestas, já que dependeriam das próprias pernas para se desenvolver.

Tipos de comportamento não existiriam: porque você acha que muita gente gosta de comer pipoca com guaraná? Comer pão com manteiga?

O ritmo do desenvolvimento seria menor: se ninguém teria orgulho de possuir uma camisa de marca X, porque existiriam empresas interessadas em desenvolver modelos diferenciados? Se as pessoas não são estimuladas a consumir, empresas não se interessariam em criar novos produtos para facilitar a vida delas. O lançamento de um produto não garantiria a sobrevivência deste, já que gerava lucro.

Ou seja, de uma forma ou de outra, a publicidade beneficia e influencia a todos, mesmo que você não perceba.

fonte: blogcitário

9 de junho de 2012 at 10:31 Deixe um comentário

Anúncio da F/Nazca veiculado no M&M para divulgar os prêmios da agência no D&AD.

fonte: putasacada.com

10 de maio de 2012 at 09:26 Deixe um comentário

De mictório à sola de sapato – os 10 lugares + inusitados onde já veicularam anúncios

A verdade é que está cada vez mais difícil encontrar um lugar que esteja livre da presença da publicidade. Ainda assim, algumas inserçoes de mídia conseguem surpreender. A Creativity reuniu 10 exemplos que incluem desde tampa de bueiro, faixa de pedestre e sola de sapato até canudo, mictório e sachê de catchup. Veja as imagens abaixo:

fonte: bluebus.com.br

2 de maio de 2012 at 12:18 1 comentário

Bem vindo ao mundo do vício

Campanha da Nike para o público jovem que curte uma corrida! Vou até ver se me inspiro a começar… rs

Bem-vindo ao mundo do vício.
O único vício que faz bem ao corpo.

Você começa de leve.
Uma caminhada, um trote despretensioso.
Mas, em pouco tempo,
perde totalmente o controle.
É vício químico e físico.
Suor, endorfina, ácido láctico.
Estado de alerta,
músculos tensionados.
Seu corpo muda e sua cabeça se transforma.
Você está fisgado.

Rezar pra sair? Esqueça.
Não existem ex-viciados.
Nem poderiam existir:
o vício aqui faz parte
da sua reabilitação.
É um caminho sem volta.
É um caminho de distâncias
cada vez maiores.

fonte: putasacada.com

1 de maio de 2012 at 14:53 Deixe um comentário

5 comerciais marcantes feitos por Chico Anysio

Relembre algumas das propagandas estreladas pelo humorista, que morreu hoje 23/03/2012, aos 80 anos, no Rio de Janeiro

Coca-Cola

A voz grave e a presença marcante de Chico Anysio aparecem na campanha publicitária “Coca-Cola e um sorriso”, do refrigerante americano. O filme foi ao ar em 1979.

Consul

Em um antigo comercial da Consul, Chico Anysio aparece usando somente palavras com inicial C para promover os refrigeradores da marca.

Ford

Em uma campanha da Ford exibida na década de 60, Chico Anysio aparece interpretando um de seus personagens para promover a compra de peças legítimas para os veículos da montadora.

Havaianas – com “Rolando Lero”

Em 1989, Chico Anysio contracenou com Rogério Cardoso, o Rolando Lero de seu programa Escolinha do Professor Raimundo.

Na época, o mote das campanhas da marca era “”As sandálias que não deformam, não têm cheiro e não soltam as tiras”.

Havaianas

Em 1997, foi a vez do humorista “reclamar” do texto previsto no roteiro de um comercial das Havaianas.

“Legítimas, só Havaianas”, disse Chico, para depois de alguns segundos voltar atrás: “Eu não posso fazer isso. Isso eu já fiz em 84”.

Então diz “Recuse imitações”, diz uma voz ao fundo.

“Recuse imitações eu disse em 72”

Que tal “Não deforma…”?

…”não solta as tiras e não tem cheiro, como eu fiz em 88?”, completou o humorista.

fonte: exame.abril.com.br

23 de março de 2012 at 17:13 Deixe um comentário

8 filmes e 2 séries para quem gosta de publicidade

Atraente, luxuoso, cheio de intrigas? Saiba como o cotidiano da propaganda é retratado nas telas

Mad Men

Título original: Mad Men

Ano: desde 2007 (EUA)

Criação e produção: Matthew Weiner
Com: Jon Hamm, Christina Hendricks, John Slattery, Elisabeth Moss e Vincent Kartheiser

Mad Men é uma aclamada série americana que se passa na agência de publicidade Sterling Cooper, na Madison Avenue, em Nova York, no início dos anos 1960.

Em torno do protagonista, o diretor de criação Donald Draper (Jon Hamm), aparecem os demais sócios e funcionários da empresa, além de sua família. No desenrolar dos episódios – atualmente, a quinta temporada está em fase de criação e deve estar pronta para ser exibida em 2012 – um panorama social da época vai sendo mostrado, em um contexto em que preconceito racial, sexismo e cigarros são elementos do dia a dia.

A série já levou diversos prêmios, incluindo quatro Golden Globes e treze Primetime Emmy Awards. No Brasil, é exibida pelo canal HBO.

Essa série é sensacional. Bacana conhecer como funcionava a publicidade nas décadas passadas, como funcionavam os cambalachos rsrsrsrs (cambalacho ou cambalaxo?).

Trust Me

Título original: Trust Me

Ano: 2009 (EUA)

Criação: Hunt Baldwin e John Coveny
Com: Eric McCormack, Tom Cavanagh e Monica Potter

Estrelada por Eric McCormick e Tom Cavanaugh, a série norte-americana Trust Me foi cancelada pela TNT apenas uma temporada após ter começado devido aos tristes números de audiência.

O drama descrevia o universo da agência de publicidade RGM, de Chicago, em que os inseparáveis amigos Mason e Conner formam também uma famosa dupla no meio profissional. A história muda quando Mason é promovido e McGuire, não, e a amizade dos dois é colocada em prova.

Essa série é maior barato. Adoro, assisti toda ela em menos de uma semana e me garantiu algumas boas risadas…

O Comerciante

Título original: Viktor Vogel, Commercial Man

Ano: 2001 (Alemanha)

Direção: Lars Kraum
Com: Götz George, Alexander Scheer, Chulpan Khatamova, Gudrun Landgrebe, Maria Schrader, Vadim Glowna, Nele Mueller-Stöfen, Heninz-Werner Kraehamp

À procura de emprego de uma agência de publicidade, o garoto Victor Vogel cai de paraquedas em uma reunião e, ao dar um palpite, acaba sendo descoberto por uma cliente que deseja seu trabalho para novos comerciais.

Graças a uma “ajudinha” de sua namorada, Vogel cai nas graças do publicitário Edward Kaminsky, dono da agência. A oportunidade, no entanto, acaba colocando o namoro em risco por causa das mentiras do garoto.

Volta, Meu Amor

Título original: Lover Come Back

Ano: 1961 (EUA)

Direção: Delbert Mann
Com: Doris Day, Tony Randall e Rock Hudson

Nessa comédia romântica, Jerry Webster (Rock Hudson) e Carol Templeton (Doris Day) trabalham em agências de publicidade diferentes e vivem um clima de competição. Enquanto Webster ganha clientes por meio de métodos eticamente discutíveis, Carol tenta manter-se no caminho saudável da profissão.

As atitudes da personagem mudam quando, cansada de perder clientes para o concorrente, Carol resolve se vingar e recorre a um enigmático cientista, que é, na verdade, o próprio Jerry Webster disfarçado.

O filme foi indicado para o Oscar de Melhor Roteiro no ano emque foi lançado.

99 Francos

Título original: 99 Francs

Ano: 2007 (França)

Direção: Jan Kounen
Com: Jean Dujardin, Jocelyn Quivrin e Patrick Mille

Baseado na autobiografia do ex-publicitário Frédéric Beigbeder, 99 Francos traz um debate semelhante ao proposto pelo fotógrafo Oliviero Toscani no livro “A publicidade é um Cadáver que nos Sorri”.

No filme, o abuso da propaganda e a sociedade do consumo desenfreado são atacados em seis capítulos narrados, cada um, conforme um pronome pessoal ou de tratamento, pelo personagem principal, Octave, publicitário de considerável prestígio dentro e fora da agência em que trabalha.

Octave entra em uma crise depressiva e começa a usar drogas a partir do momento em que vê uma de suas ideias ser totalmente distorcida pelo presidente de uma grande firma de iogurtes atendida pela agência.

Agência de Assassinos

Título original: Agency (ui que meda)

Ano: 1981 (EUA)

Direção: George Kaczender
Com: Lee Majors, Robert Mitchum, Valerie Perrine

Um misterioso milionário (Robert Mitchum) compra uma agência de propaganda e começa a substituir todos os funcionários por pessoas que nada parecem saber de publicidade.

O personagem de Lee Majors descobre então que a intenção, na verdade, é usar propagandas subliminares para influenciar a população a votar em políticos de seu círculo de relacionamentos.

O Grande Sucesso de Rock Hunter

Título original: Will Success Spoil Rock Hunter?

Ano: 1957 (EUA)

Direção: Frank Tashlin
Com: Tony Randall, Jayne Mansfield, Joan Blondell e Betsy Drake

Para não perder o emprego e conseguir salvar sua carreira, o publicitário Rockwell P. Hunter (Tony Randall) precisa convencer uma famosa atriz e símbolo sexual da época (Jayne Mansfield) a estrelar o comercial que acaba de criar para uma marca de batons.

A personagem de Jayne, porém, quer algo em troca, e não é dinheiro. Para não virar desempregado, Rockwell P. Hunter terá de se passar por amante da estrela.

Enquanto Jayne Mansfield interpreta uma caricatura de… Jayne Mansfield, o filme traz algumas sutilezas sobre o mundo publicitário e se consagra como uma das comédias memoráveis dos anos 50.

Crazy People, Muito Loucos

Título original: Crazy People

Ano: 1990 (EUA)

Direção: Tony Bill
Com: Daryl Hannah, Dudley Moore, Paul Reiser e J.T. Walsh

Nesta sátira à publicidade, Emory Leeson (Dudley Moore) passa por um momento delicado quando sua esposa o abandona. O publicitário então, num surto de honestidade, cria uma campanha em que só se diz a verdade sobre os produtos. Charles F. Drucker (J.T. Walsh), seu chefe, acha a ideia absurda e o obriga a se internar em um hospital psiquiátrico.

O material da campanha, porém, acaba sendo impresso por engano e se torna um enorme sucesso, motivo pelo qual Leeson é chamado de volta à agência. Agora, no entanto, ele se recusa a deixar a instituição. Em meio aos loucos, encontrou sua verdadeira paixão, a paciente Kathy Burgess (Daryl Hannah), e colegas com quem cria campanhas muito mais criativas e fora do comum do que as de seu passado.

Do que as Mulheres Gostam

Título original: What Women Want

Ano: 2000 (EUA)

Direção: Nancy Meyers
Com: Mel Gibson, Helen Hunt, Marisa Tomei e Bette Midler

Nick Marshall (Mel Gibson) é o diretor de criação de uma das melhores agências de publicidade dos anos 80.

Machista, egocêntrico e dono de um charme irresistível, Nick vive convencido de que seu gênio criativo o reserva o lugar número 1 na agência. É quando é surpreendido com a chegada de uma nova chefe de criação, Darcy Maguire (Helen Hunt). Com Darcy, surgem campanhas focadas no público feminino e Nick se vê obrigado a criar ações geniais para ELAS.

No processo de tentar entender quem são essas consumidoras, como usam os produtos e o que as atrae, Marshall sofre um acidente que o torna capaz de ouvir os pensamentos das mulheres. Inicialmente enlouquecido com as centenas de vozes que ecoam ao seu redor, com o tempo, Nick vai percebendo que seu novo poder lhe traz vantagens.

Como Fazer Carreira em Publicidade

Título original: How to Get Ahead in Advertising

Ano: 1989 (Reino Unido)

Direção:  Bruce Robinson
Com: Richard E. Grant e Rachel Ward

Dennis Bagley (Richard E. Grant) é um publicitário de sucesso que vive uma rotina de jantares luxuosos em uma casa nos arredores de Londres. Em meio a tentativa de criação de uma campanha para um creme contra acne, Bagley entra em uma das piores crises criativas e pessoais de sua carreira.

Enquanto o prazo final para a entrega da campanha vai chegando e sob a ameaça de retirada da conta da agência pela empresa devido aos seguidos adiamentos, o publicitário começa a questionar a ética da profissão. Na companhia de sabão, escova e apenas um avental, Bagley resolve livrar sua casa de qualquer marca de publicidade.

Decidido a largar a profissão, Bagley se vê diante de uma incógnita quando percebe o nascimento de uma espinha gigante no pescoço. Pior, trata-se de um “monstro” falante, rude e arrogante, extremamente parecido com o publicitário do início do filme.

fonte: exame.abril.com.br

Tudo Pelo Poder

Título original: The Ides of March

Thriller político centrado na campanha de um candidato democrata à presidência dos Estados Unidos. Sthephen Myers (Ryan Gosling) é um jovem e ambicioso diretor de comunicação que não mede esforços para promover o seu candidato, o governador Mike Morris (George Clooney)

Este último foi sugestão do nosso amigo @Mahtheuz – Valeu…

Veja também:

Doe seu lixo

A moda dos comedians na publicidade

As armadilhas dos supermercados para você comprar mais

2 de fevereiro de 2012 at 00:16 Deixe um comentário

O slogan perfeito | Tendências do anúncio publicitário

O slogan perfeito

Um slogan perfeito deve satisfazer a vários critérios. Primeiro, ele deve ser memorável. A memorabilidade tem a ver com a capacidade da frase ser lembrada sem auxílio. Muito disso se baseia na herança da marca e no quanto o slogan foi usado durante os anos. Mas se for um slogan novo, o que o torna memorável? A grande idéia deve ser transmitida no anúncio. Quanto mais o slogan ressoar com a grande idéia, mais memorável ele será.

Por exemplo, a frase “Meu Deus, minha Guinness!” (da cerveja Guinness) tornou-se memorável pelas ilustrações do bêbado da Guinness vendo sua cerveja sob algum tipo de ameaça (colocada no nariz de uma foca amestrada, por exemplo). Ela invocava um sorriso irônico e um toque de simpatia da parte do público pela potencial perda se a Guinness caísse.

Tendências do anúncio publicitário

Sem contar as palavras “a, o” e “e”, estas são as 20 mais freqüentemente usadas em slogans (as porcentagens representam o número de slogans que usam a palavra do número total de slogans publicitários.

você: 11,15%

seu: 7,94%

nós: 6,03%

mundo: 4,18%

melhor: 2,67%

mais: 2,54%

bom: 2,43%

melhor que: 2,12%

novo: 1,90%

experimente: 1,85%

pessoas: 1,54%

nosso: 1,49%

primeiro: 1,42%

parecido com: 1,41%

não: 1,36%

o mais: 1,19%

somente: 1,16%

qualidade: 1,15%

grande: 1,13%

escolha: 1,08%

fonte: hsw.uol.com.br

Veja também:

Deixem as Baleias Namorarem!

unisinos-somos-infinitas-possibilidades

Publicidade antigamente

25 de janeiro de 2012 at 12:27 Deixe um comentário

Slogans Sinceros

Show de bola este tumblr sobre a sinceridade dos anúncios publicitários. Bom pra fechar o semestre, bom pra fechar o ano.

fonte: sloganssinceros.tumblr.com

Veja também:

6 ações de marketing de guerrilha que deram o que falar

10 mascotes que ajudaram a popularizar marcas

As profissões que estão em alta

20 de dezembro de 2011 at 13:38 Deixe um comentário

Top anúncios de Natal

Navegando pela web, encontrei alguns anúncios e comercial que poderiam fazer parte de deste infográfico sobre o Natal publicitário, mas que ao mesmo tempo usam esses clichês de forma agradável. Nesta lista colocaria também este comercial que não apelou para a imagem do bom velhinho para desejar Feliz Natal para o público.

Curta o sabor do Natal com a máquina de café da Nespresso

Hellmann´s, a única maionese para o Natal

A Sky gringa criou um mashup interessante com cenas de alguns clássicos com filmes que passaram este ano para interagir com o personagem da campanha.

[http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Ld9OKb72X0o]

fonte: blogcitario.blog.br

Veja também:

Guaraná Jesus | Carlos Saldanha: Bem-vindo ao clube | Wikileaks: Priceless (Não tem preço)

Todos querem Anderson Silva

Doe seu lixo

17 de dezembro de 2011 at 12:25 Deixe um comentário

Anúncios Timberland | 10 anúncios excelentes

A Lew’Lara sempre fez ótimos títulos para as campanhas da Timberland.
Confira uma seleção com 10 anúncios da marca.

fonte: putasacada.com

Veja também:

7 características da boa fotografia

Como divulgar um filme usando a Internet

50 slogans mais lembrados

18 de novembro de 2011 at 19:24 1 comentário

Anúncios (fail) Rock in Rio

É isso aí galera, depois da maratona de rock que aconteceu na cidade maravilhosa, restam lembranças (boas e/ou ruins) do mega evento. Antes  do evento, encontramos um montão de gente com camisas e adesivos do tipo “EU VOU”…

E passada a euforia da festa sempre encontramos uns e outros com suveniers (é assim que escreve?) pela rua; coisas do tipo “EU FUI”.

O blog quasepublicitários aproveitou e fez uma adpatação apropriada para nossa realidade. Confiram aí…

 

Veja também:

Washington Olivetto – Entrevista com o grande mestre da publicidade brasileira

10 mascotes que ajudaram a popularizar marcas

Os currículos mais criativos do mundo

3 de outubro de 2011 at 11:50 Deixe um comentário

Deixem as Baleias Namorarem!

Para defender a reprodução das baleias jubarte na região do Arquipélago de Abrolhos, na Bahia, a AlmapBBDO criou para o Greenpeace uma campanha integrada que foi iniciada esta semana.

Bem-humorada, ela é composta por seis anúncios, quatro filmes online e um na TV, um aplicativo para o Facebook e spots.

Cara, genial, o da barbatana é o melhor! hahaha

Acesse: deixeasbaleiasnamorarem.org.br

fonte: aalmadonegocio.wordpress.com

Veja também:

De publicitário para publicitário

Vem cá, o que é plágio?

O que os idiotas mais procuram no Google

12 de setembro de 2011 at 18:45 2 comentários

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Aluno diz: - profª, podemos fazer um intervalinho; Profª responde: - é, é o filme uma linda mulher. Pode alugar que é bom.
***
Profª diz: Estão vendo este slide? Então, isso é o coração; isso é o bonequinho da oi (apontando para o bonequinho da vivo).
***
Profª diz: Os publicitários devem ser como detetives. Igual aquele detetive "Xerox Holmes" --> Juro que ela falou isso!
***
Prof diz: Semana q vem traz um vídeo do Super Bowl, um vídeo em Jpeg. VÍDEO EM JPEG??? Ai Pai altíssimo. Qta ignorância.
***
Prof. diz: Vamos fazer uma votação pra escolher o melhor jingle. Qual vocês preferem?
Turma responde: Quais os jingles que tem?
Prof. diz: - Só um.
Turma responde: Ué, então vai fazer votação pra que?
***
Prof informa: "Pessoal, não dá pra imprimir branco"
Aluno 1: "Ué, mas e se eu quiser..."
Aluno 2: "E se eu levar na gráfica..."
Aluno 3: "Ué, mas tem um cartaz aí na parede com letras brancas."
Aluno 4: "Mas e se..."
Prof interrompe: "Gente, o branco é o do papel"
Aluno 1: "Mas e se o papel for verde, tem como?"
Aluno 2: "O prof. a parede é branca."
Prof interrompe (meio puto já): "A parede não passou na impressora né?"
***
Prof pergunta: "Quais os 4 P's do marketing"
Aluno responde: "Compras, Comércio, Causas, Cidade"
***
Prof pergunta: "Digam um local no Rio de Janeiro em que morem pessoas da classe A".
Aluno responde: "Brasília"
***
Aguardando o próximo King Kong

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