Posts tagged ‘Marketing | Marketing Aplicado à Comunicação’

E se publicidade e propaganda não existissem?

Em um dos episódios de Mad Men, uma garota fala para Don Draper o seguinte: “Publicidade? Isso é lixo”. Ele responde tranquilamente: “Então pare de comprar coisas”.

De agora em diante acho que darei esta resposta caso venham comentar algo semelhante comigo. De vez em sempre vejo alguma pessoa reclamando de como odeia comerciais, anúncios e toda e qualquer coisa que lembre o assunto. Talvez o problema em si não seja a publicidade em si, mas a enorme quantidade de comercial “feijão com arroz” e a mania quase automática de pegar o controle remoto na hora do intervalo do programa favorito.

Já pensou como seria o mundo se a presença da publicidade e propaganda?

Pouca concorrência no mercado:como precisa de comida, roupas, calçados e outros elementos para sobreviver, existiria apenas uma ou outra empresa para cada segmento. Afinal, ninguém seria apaixonado por uma marca e compraria apenas para satisfazer suas necessidades básicas.

O mundo seria mais chato: sem motivos para anunciar, já que todo mundo sabe onde comprar o que precisa, seríamos rodeados de lojas com placas escritas “sapatos”, “supermercado” e por aí vai. Programas de TV e filmes teriam produções mais modestas, já que dependeriam das próprias pernas para se desenvolver.

Tipos de comportamento não existiriam: porque você acha que muita gente gosta de comer pipoca com guaraná? Comer pão com manteiga?

O ritmo do desenvolvimento seria menor: se ninguém teria orgulho de possuir uma camisa de marca X, porque existiriam empresas interessadas em desenvolver modelos diferenciados? Se as pessoas não são estimuladas a consumir, empresas não se interessariam em criar novos produtos para facilitar a vida delas. O lançamento de um produto não garantiria a sobrevivência deste, já que gerava lucro.

Ou seja, de uma forma ou de outra, a publicidade beneficia e influencia a todos, mesmo que você não perceba.

fonte: blogcitário

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9 de junho de 2012 at 10:31 Deixe um comentário

Conar pede retirada de campanha de lingerie em favela pacificada

Conselho decidiu pela suspensão após reclamações de consumidores.
Campanha foi considerada desrespeitosa com política de segurança pública.

O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) decidiu por unanimidade recomendar a retirada da campanha “Duloren – Pacificar foi fácil. Quero ver dominar”.

Na propaganda, lançada em março, uma moradora da Favela da Rocinha, a depiladora Ana Paula Conceição Soares, 29, aparece em roupas íntimas ao lado de modelo caracterizado como policial do Bope e desacordado. Na imagem, a inscrição: “Pacificar foi fácil, quero ver dominar”. A Rocinha está entre as comunidades do Rio que já receberam uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP).

Segundo o Conar, o orgão recebeu mais de 20 reclamações de consumidores, homens e mulheres, que consideraram a campanha apelativa, sexista e desrespeitosa à política de segurança pública do Rio de Janeiro.

A suspensão da campanha foi aprovada por unanimidade pelos 13 conselheiros do Conar, em reunião realizada nesta quarta-feira (16). Segundo o órgão, por se tratar de decisão de primeira instância, cabe recurso, mas recomendação de retirada da campanha precisa ser cumprida imediatamente.

Até o fim da tarde desta quinta-feira, a campanha continuava disponível no site da empresa.

Procurada pelo G1, a Duloren informou que a empresa ainda não recebeu o comunicado oficial do Conar sobre a decisão.

Em sua defesa junto ao Conar, a Duloren afirmou que “em nenhum momento quis discriminar ou ser preconceituosa ao racismo, às classes, ao machismo e/ou ao sexismo, ou mesmo à dignidade da pessoa humana com o anúncio”.

Segundo a empresa, o objetivo da campanha foi “valorizar a mulher e a iniciativa da Secretaria de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, na pacificação dessas comunidades carentes, submetidas a toda sorte da criminalidade ali instalada”.

fonte: g1.com

18 de maio de 2012 at 16:17 Deixe um comentário

Penalt

Campanha criada pela Z+ para a Penalty. O trabalho rendeu um bronze para agência no festival de Cannes 2011, categoria outdoor.

Quanto mais você corre, menor a distância.

fonte: puta sacada

22 de março de 2012 at 13:32 Deixe um comentário

TOP 5 ANÚNCIOS DE VIAGRA

Acredito que brainstorming para anunciar Viagra deve ser do mesmo nível para criação de campanhas de camisinha, ou seja, envolvendo muitos trocadilhos e piadinhas sobre sexo.

Como não poderia deixar de ser, a maioria das ideias para a famosa pílula azul da Pfizer envolvem humor sobre um assunto que deixa a auto-estima de muitos homens para baixo. Segue a seleção de anúncios e comercial que encontrei por aí.

Para começar, a prova de que aquela ideia maluca nascida na reunião de brainstorming pode ganhar vida.

Na comemoração dos 10 anos do remédio milagroso, a agência BDDP & FILS criou este anúncio para dizer que “Viagra é 10”.

fonte: blogcitario

22 de março de 2012 at 13:05 Deixe um comentário

Como a Duff, a cerveja do Homer Simpson, pretende se dar bem no Brasil

Criada a partir do desenho animado, Duff espera se tornar a primeira cerveja premium para o público jovem do país

cerveja Duff chegou ao Brasil no final de 2011, mas já frequenta o imaginário dos fãs da série Os Simpsons desde que Homer abriu a primeira latinha. Por aqui, a cerveja tenta desviar da liderança da Ambev nas cervejas pilsen e mira o segmento premium e o público jovem.

Vender cerveja em um país festeiro e de clima tropical como o Brasil não é tão fácil como parece. A Ambev domina quase 70% do mercado pilsen. Devassa e Proibida – outras duas cervejas de nomes sugestivos – vem tentando crescer, assim como diversas cervejarias menores que também querem abocanhar uma fatia maior do mercado. 

E não basta investir no premium para escapar. Um desafio para a Duff é que o Brasil vive um período de consolidação das cervejas especiais, segundo Eduardo Senise, gerente de Marketing do Grupo Ibmec. “Está difícil para o consumidor diferenciar uma da outra, reconhecer a de qualidade e a sem”, disse. A cerveja precisa ter qualidade para continuar sendo consumida depois que a curiosidade passar.

Homer

“As pessoas comprariam por ser do Homer. A marca já nasce com ativos importantes”, disse Júlio Moreira, professor de marketing da ESPM. A cerveja Duff foi lançada em 2006 na Espanha, pelo empresário mexicano Rodrigo Contreras. Em 2009, foi criada a Duff Sudamérica, com sede na Colômbia. 

No Brasil, um grupo de empresários fez um contrato de distribuição exclusiva. A cada garrafa produzida por aqui, na cervejaria catarinense SaintBier, eles pagam royalties ao proprietário da marca. Os criadores dos Simpsons e a rede que exibe o desenho não levam um centavo. A FOX, aliás, nunca autorizou que uma cervejaria usasse o nome Duff, mas uma brecha legal possibilitou que a marca fosse registrada fora dos Estados Unidos. 

Cada país decide qual será o segmento da bebida. No Brasil, a Duff entrou para concorrer com Guiness e Colorado; já na Alemanha, por exemplo, ela é uma cerveja barata, vendida em supermercados, assim como em Springfield. “No Brasil, se entrássemos com essa estratégia (de ser barata), perderíamos pra todo mundo”, disse Conrado Kaczynski, um dos sócios da Duff Brasil.

Outras cervejas Premium, como Budweiser e Proibida, não estão no mesmo segmento que a Duff, segundo Kaczynski. “Quando se fala em premium, há vários níveis”, disse. O boom das cervejas premium segue um pouco a situação do vinho, segundo Júlio Moreira, professor de marketing da ESPM. “Com maior poder aquisitivo, as pessoa querem sair do basicão”, disse.

Para Eduardo Senise, o fato de a cerveja ser barata em outros países – e no desenho – é um complicador. Mas, ao mesmo tempo, o premium é o único segmento onde a Ambev pode perder um pouco de mercado, segundo Senise. 

Juventude

Para Kaczynski, há muitas marcas premium muito boas no Brasil, mas todas são voltadas para o público mais velho, com rótulos tradicionais. “Não tinha nenhuma dessa categoria para o público jovem”, disse. A ideia é transformar a Duff na primeira cerveja premium que os jovens consomem. “O pessoal toma e tira foto com ela”, disse.

“Quem trabalha na Duff é exatamente nosso público alvo”, disse o sócio. A média de idade dos seis sócios da Duff no Brasil varia entre 25 e 30 anos – que também é a idade imaginada para os consumidores.

Por enquanto, nada de Duff nos supermercados, apenas em bares, restaurantes e festas. A cerveja começou a ser distribuída em 30 pontos na cidade de São Paulo – agora ela está em 60 e prevê chegar ao interior e litoral do estado em março. A expectativa é, em mais dois ou três meses, desembarcar no Rio de Janeiro, Sul e Minas Gerais. A lista de bares que já procuraram a marca passa de 500, segundo Kaczynski. “A ideia é expandir logo, porque a demanda é muito grande, pessoas e bares mandam e-mail pedindo”, disse o sócio. 

A estimativa de faturamento anual da unidade no Brasil fica entre 6 milhões de reais e 8 milhões de reais. São produzidas cerca de 2.000 caixas por mês – cerca de 16.000 litros. A expectativa é produzir cerca de 5.000 caixas/mês até o final do primeiro semestre e cerca de 10.000 caixas /mês até o final do ano.

fonte: exame.abril.com.br

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14 de fevereiro de 2012 at 15:42 Deixe um comentário

O marketing e as musas do esporte, uma combinação constante

Com o esporte possuindo um apelo maior por parte do público masculino, vemos constantemente empresas que se utilizam de belas mulheres para conquistar mais fãs e se posicionar rapidamente na mente do consumidor. Naturalmente, será o caso de um dos comerciais do Super Bowl 46, onde a empresa Go Daddy utilizou o corpo da bela Danica Patrick (Nascar) como plataforma de divulgação de um dos seus domínios. Veja abaixo!

Cada qual com sua intensidade, muitas empresas acabam exagerando no tom e pecam pelo excesso. No caso de valorizar o esporte, sem o apelo sexual, as campanhas conseguem atingir em cheio seus objetivos.  Já o excesso pode ser fundamental para campanhas de cunho viral.

Vou listar quatro exemplos em que as empresas abusaram da sensualidade de atletas, pecando ou não pelo excesso.

Serena Williams – Top Spin 4

Para promover o novo jogo da série Top Spin, a tenista Serena Williams foi utilizada na campanha da 2K Sports que pecou tanto pelo excesso, que o vídeo foi tido como proibido. Se foi para gerar buzz, sendo intitulado como proibido, conseguiu.

Arianny Celeste – BudLight

A BudLight utilizou Arianny Celeste, uma das ring girls mais famosas e populares do UFC, semi nua para promover um novo produto da cervejaria e aliá-lo ao UFC 132, evento que a empresa patrocinou e cuja predominância é do público masculino.

WTA – Promovendo o evento

A WTA utilizou de suas belas mulheres do circuito profissional de tênis para promover o WTA World Championships, torneio que reúne as oito melhores tenistas do ano. O mote da campanha era mostrar que apesar da força utilizada em quadra, elas mantêm seus status de musas da modalidade.

Whitecaps – Major League Soccer

Para promover sua estréia na liga profissional de futebol norte-americano (MLS), o Vancouver Whitecaps divulgou um viral convidando o torcedor a prestigiar primeiro jogo da equipe na liga. Para tal, pintou o corpo de uma jovem modelo com o uniforme do clube. Resultado? O patrocinador ficou muito irritado e achou o vídeo exagerado, não condizendo com a imagem da empresa.

fonte: br.esportes.yahoo.com

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3 de fevereiro de 2012 at 15:17 Deixe um comentário

O slogan perfeito | Tendências do anúncio publicitário

O slogan perfeito

Um slogan perfeito deve satisfazer a vários critérios. Primeiro, ele deve ser memorável. A memorabilidade tem a ver com a capacidade da frase ser lembrada sem auxílio. Muito disso se baseia na herança da marca e no quanto o slogan foi usado durante os anos. Mas se for um slogan novo, o que o torna memorável? A grande idéia deve ser transmitida no anúncio. Quanto mais o slogan ressoar com a grande idéia, mais memorável ele será.

Por exemplo, a frase “Meu Deus, minha Guinness!” (da cerveja Guinness) tornou-se memorável pelas ilustrações do bêbado da Guinness vendo sua cerveja sob algum tipo de ameaça (colocada no nariz de uma foca amestrada, por exemplo). Ela invocava um sorriso irônico e um toque de simpatia da parte do público pela potencial perda se a Guinness caísse.

Tendências do anúncio publicitário

Sem contar as palavras “a, o” e “e”, estas são as 20 mais freqüentemente usadas em slogans (as porcentagens representam o número de slogans que usam a palavra do número total de slogans publicitários.

você: 11,15%

seu: 7,94%

nós: 6,03%

mundo: 4,18%

melhor: 2,67%

mais: 2,54%

bom: 2,43%

melhor que: 2,12%

novo: 1,90%

experimente: 1,85%

pessoas: 1,54%

nosso: 1,49%

primeiro: 1,42%

parecido com: 1,41%

não: 1,36%

o mais: 1,19%

somente: 1,16%

qualidade: 1,15%

grande: 1,13%

escolha: 1,08%

fonte: hsw.uol.com.br

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Publicidade antigamente

25 de janeiro de 2012 at 12:27 Deixe um comentário

Serviços será o setor mais promissor de marketing

Levantamento realizado pela Michael Page com dois mil executivos no LinkedIn aponta as frentes de trabalho mais propícias a gerar oportunidades este ano

Em segundo lugar aparece o Comércio (15%), seguido por Indústria e Agronegócios, ambos com 10%

Rio de Janeiro – O setor de Serviços será o mais promissor para os profissionais de marketing em 2012. É o que diz um levantamento realizado pela Michael Page com dois mil profissionais de nível executivo em uma enquete no LinkedIn.

Segundo o estudo, metade dos participantes acredita que o setor será o maior empregador de profissionais da área este ano.Em segundo lugar aparece o Comércio (15%), seguido por Indústria e Agronegócios, ambos com 10%. Há ainda 15% que acreditam que todos os setores contratarão mais pessoas ligadas ao marketing.O setor de Serviços já representa uma parte importante do PIB Nacional e abrange diversas frentes, como Inteligência de mercado, CRM, Comunicação e Eventos. A Michael Page acredita que a amplitude do mercado possibilita o surgimento de maiores oportunidades.

fonte: exame.abril.com.br

25 de janeiro de 2012 at 11:38 Deixe um comentário

Eventos crescem 43% no Brasil em 2011

Estudo do Instituto Alatur aponta para uma expansão no número de ações realizadas no setor e para a profissionalização no setor

Com o crescimento no setor, cresce também o investimento em novas tecnologias e ferramentas para mensuração

Rio de Janeiro – O número de eventos realizados pelas empresas no Brasil em 2011 cresceu 43%. É o que indica a pesquisa “O Impacto Econômico dos Eventos”, encomendada pelo Instituto Alatur, em parceria com o capítulo brasileiro da Meeting Professionals International (MPI).

Além da expansão, o levantamento aponta para uma maior profissionalização do setor, com mais investimento em tecnologia e ferramentas para medir o desempenho. O índice superou o resultado alcançado em 2010, quando a expansão foi de 41% em relação ao ano anterior. O estudo aponta ainda que, no período, foram gastos, em média, R$ 2,4 milhões por empresa.

Entre as informações apuradas, um dos destaques é o aumento no investimento em eventos próprios, como convenções, lançamentos de produtos e patrocínios de shows. “As empresas investiam em eventos de terceiros, como participação em feiras. Agora perceberam que o retorno em conhecimento que trazem para os colaboradores é muito maior quando os eventos são realizados internamente, com a própria equipe”, diz Alberto Moane, Diretor da Alatur Eventos & Incentivos, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Outra mudança que vem se desenhando há um tempo e parece caminhar para a consolidação no país é o aumento na quantidade de eventos verdes. De acordo com o estudo, 97% dos pesquisados acreditam que as iniciativas sustentáveis devem aumentar no Brasil e 74% já utilizam materiais naturais para organização das ações.

Eventos verdes

O levantamento realizado pela Fran6 Análise de Mercado com gestores de eventos de 75 empresas, com média de 13 mil colaboradores e listadas entre as 1.000 maiores e melhores do país, mostra também que 41% das companhias já realizam eventos verdes e 25% conversam sobre o tema.

“As grandes empresas têm essa preocupação e estão aplicando o conceito aos eventos. Mas senti uma grande mudança no ano passado. Normalmente, as pessoas pensam que eventos verdes ficam mais caros e, dependendo da situação, acabam até sendo mais baratos. A sustentabilidade com certeza é algo que vem muito forte em 2012”, acredita Moane.

Outra característica que vem se mostrando mais presente é a capacidade que os gestores têm tido de mensurar com mais facilidade os resultados dos eventos, o que no passado era um verdadeiro desafio. As ações estão cada vez mais planejadas: 89% das empresas possuem diretrizes para busca de savings e 26% já utilizam o sistema Return On Investiments (ROI) para eventos corporativos como um todo.

Aumenta o planejamento

Em 74% das companhias, os eventos são organizados a partir dos setores de Marketing, comunicação, viagens ou o próprio departamento de eventos. O setor de compras, no entanto, colabora no processo em 57% das empresas pesquisadas, com o poder de decisão em apenas 6%.

Em relação ao número de eventos, cada companhia realiza anualmente, em média, 18 de pequeno porte (com 10 a 50 pessoas), 19 de médio porte (51 a 250 pessoas) e 12 grandes eventos (250 pessoas ou mais). Exposições, salões e stand em feiras lideram o ranking, com 42%, seguidos por confraternizações (40%) e treinamentos/workshops (33%).

As empresas também vêm aumentando o investimento em tecnologia. Atualmente, 65% já utilizam novas ferramentas para reuniões e eventos e realizam treinamentos para utilização das mesmas (57%), como promoção de reuniões virtuais/híbridas (71%), sistema de telepresença (55%), avaliação do ROI das mídias sociais (29%) e uso do holograma nas reuniões (14%).

O nível de planejamento também vem expandindo, mas ainda está longe do desejável. “Aqui no Brasil, os eventos se realizam com pouca antecedência, uma média de três meses. Mas isso tem melhorado, antigamente era muito mais rápido. Houve um crescimento entre 2009 e 2011 e a tendência é que os dias de planejamento aumentem. O ideal seriam seis meses”, ressalta Moane.

fonte: exame.abril.com.br

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Um comercial bem bolado

Anúncios Desencannes

Quem toma conta dos publicitários

25 de janeiro de 2012 at 11:15 Deixe um comentário

Top anúncios de Natal

Navegando pela web, encontrei alguns anúncios e comercial que poderiam fazer parte de deste infográfico sobre o Natal publicitário, mas que ao mesmo tempo usam esses clichês de forma agradável. Nesta lista colocaria também este comercial que não apelou para a imagem do bom velhinho para desejar Feliz Natal para o público.

Curta o sabor do Natal com a máquina de café da Nespresso

Hellmann´s, a única maionese para o Natal

A Sky gringa criou um mashup interessante com cenas de alguns clássicos com filmes que passaram este ano para interagir com o personagem da campanha.

[http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Ld9OKb72X0o]

fonte: blogcitario.blog.br

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Guaraná Jesus | Carlos Saldanha: Bem-vindo ao clube | Wikileaks: Priceless (Não tem preço)

Todos querem Anderson Silva

Doe seu lixo

17 de dezembro de 2011 at 12:25 Deixe um comentário

Outdoor transformado em carrossel

Se a sua cidade não tem a santa Lei Cidade Limpa, você pode aproveitar os enormes outdoors giratórios em carrossel.

Foi o que aconteceu em Praga. Não aprovado para crianças ou para pessoas com medo de quebrar ossos caso eles entrem em contato com o chão.

Making off

Vídeo

fonte: brainstorm9.com.br

Veja também:

A receita do sucesso da Cacau Show

As 10 maiores empresas de comunicações

3 coisas sobre a publicidade moderna | Facebook, Twitter e etc… 

17 de dezembro de 2011 at 12:00 Deixe um comentário

O que Jobs ensinou aos empreendedores

Inovar sempre e não desistir do seu negócio estão entre as lições de Steve Jobs a quem quer ser um empreendedor de sucesso

“Steve, obrigada por ser um mentor e um amigo. Obrigado por mostrar que o que você cria pode mudar o mundo. Vou sentir sua falta”.

Foi com essa mensagem que Mark Zuckerberg, um dos maiores empreendedores da atualidade, se despediu de Steve Jobs.

Assim como o criador do Facebook, qualquer um que queira criar um negócio de sucesso deve se inspirar na trajetória de Jobs e aprender com as suas lições.

Confira, a seguir, alguns ensinamentos deixados pelo criador da Apple:

1. Inove sempre

Jobs foi um mestre na arte de ditar tendências graças à sua incansável busca pela próxima grande ideia. A Apple poderia muito bem ter se contentado em ser uma grande fabricante de computadores, mas sob o comando de Jobs, não se cansou de explorar novos mercados e revolucioná-los completamente. “Acho que se você faz algo e dá muito certo, então você deve ir atrás de fazer outra coisa fantástica, não continuar fazendo o mesmo por muito tempo. Descubra o que vem depois”, aconselhou.

2. Faça melhor que os outros

A Apple não inventou os tocadores de música, os smatphones ou os tablets, mas transformou profundamente esses produtos ao apresentar sua visão. Isso só foi possível porque Jobs nunca se resignou a ser mais um no mercado. “Apostamos na nossa visão e preferimos fazer isso que fazer produtos ‘eu também’. Deixem outras empresas fazer isso. Para nós, é sempre o próximo sonho”, falou.

3. Não desista do seu negócio

Jobs sempre comandou a Apple com paixão e pulso firme e esteve envolvido no negócio até seus últimos dias. Mesmo tendo sido afastado do comando da companha pelos acionistas durante um período, não hesitou em reassumir o leme quando a oportunidade apareceu. “Quando as pessoas vendem sua participação [na sua startup], mesmo ficando absurdamente ricas, elas se privam de uma das experiências potencialmente mais gratificantes das suas vidas”, disse.

4. Quebre as regras

Jobs não revolucionou apenas a maneira como se utilizam certas tecnologias. Ele não teve medo de desafiar e transformar a lógica de funcionamento de mercados gigantescos, como as indústrias da música e do cinema. A iTunes Store consolidou um novo modelo de compra e venda de conteúdo digital na internet, ao qual, mais cedo ou mais tarde, todas as gravadoras e estúdios acabaram cedendo. “É mais divertido ser um pirata que entrar para a marinha” era seu lema.

5. Invista na simplicidade

Não é raro se deparar com um vídeo no YouTube mostrando uma criança em tenra idade “navegando” por um iPhone ou um iPad com a maior desenvoltura. O motivo é simples: os produtos da Apple são fáceis de usar e por isso conquistam legiões de fãs e fazem a concorrência comer poeira. E isso não é “acaso”. Jobs perseguia a simplicidade à exaustão. “Esse é um doa meus mantras – foco e simplicidade. Simples pode ser mais difícil que complexo: você tem que trabalhar duro para tornar seu pensamento ‘clean’ e tornar as coisas simples. Mas vale a pena no final, porque quando chega lá, você consegue mover montanhas”, disse em entrevista.

 fonte: exame.abril.com.br

 

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6 de outubro de 2011 at 13:26 Deixe um comentário

As 10 maiores empresas de comunicações

Conheça as 10 maiores empresas de comunicação do Brasil, onde (ou é aonde? Nunca lembro) estão sediadas e seu valor.

1º Lugar – Globo

Sede Rio de Janeiro (RJ)
Tipo Privada
Controle Brasileiro
Vendas(em U$
milhões)
4.814,3

2º Lugar – Editora Abril

Sede São Paulo (SP)
Tipo Privada
Controle Brasileiro
Vendas(em U$
milhões)
1.384,2

3º Lugar –  Infoglobo

Sede Rio de Janeiro (RJ)
Tipo Privada
Controle Brasileiro
Vendas(em U$
milhões)
566,8

4º Lugar – Estadão

Sede São Paulo (SP)
Tipo Privada
Controle Brasileiro
Vendas(em U$
milhões)
438,9

5º Lugar – Zero Hora

Sede Porto Alegre (RS)
Tipo Privada
Controle Brasileiro
Vendas(em U$
milhões)
367,5

6ª Lugar – RBS Participações

Sede Porto Alegre (RS)
Tipo Privada
Controle Brasileiro
Vendas(em U$
milhões)
289,4

7º Lugar – Editora Saraiva

Sede São Paulo (SP)
Tipo Privada
Controle Brasileiro
Vendas(em U$
milhões)
283,3

8º Lugar – Editora Globo

Sede São Paulo (SP)
Tipo Privada
Controle Brasileiro
Vendas(em U$
milhões)
266,9

9º Lugar – FTD

Sede São Paulo (SP)
Tipo Privada
Controle Brasileiro
Vendas(em U$
milhões)
231,3

10 Lugar – Tv Paranaense

Sede Curitiba (PR)
Tipo Privada
Controle Brasileiro
Vendas(em U$
milhões)
196,0

fonte: exame.abril.com.br

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Yahoo chega com campanha de marketing milionária provocativa ao Google

Grandes frases da publicidade brasileira

30 de agosto de 2011 at 18:05 Deixe um comentário

A receita do sucesso da Cacau Show

Na empresa, a oferta para consumo próprio e para presente se baseia em um modelo de negócio que inclui a trufa de R$ 1 como produto de entrada

Se você, leitor, fizer uma degustação cega de chocolates, confundirá um produto Cacau Show com um suíço como o da Lindt? A resposta correta é sim – por exemplo, se o produto Cacau Show for o Mais Leite. É que as diferenças básicas entre chocolates europeus e brasileiros estão no uso, no Velho Mundo, de açúcar de beterraba e leite mais gordo e o Mais Leite se faz com leite importado de lá.

Por conta do nome, a Cacau Show até pode ter sido confundida com empresa de shows de samba com mulatas, mas o fato é que essa organização fundada em 1988, que hoje tem mais de mil funcionários e mil lojas, receita de R$ 400 milhões em 2010 (ou R$ 1 bilhão, se contabilizado o movimento das lojas), 96% de reconhecimento de marca e produtos sofisticados como o Mais Leite, tem uma gestão empreendedora respeitável.

A entrevista em que o fundador e presidente Alexandre Tadeu da Costa detalha isso, concedida com exclusividade à editora-executiva Adriana Salles Gomes, foi realizada com a fábrica trabalhando a toda em função da Páscoa – a empresa detém 10% do mercado de ovos de chocolate. No prédio-sede, que combina com bom gosto madeiras claras e escuras como se fossem chocolates, Tadeu da Costa detalhou seu modelo de negócio do “luxo democrático e feliz”, nos moldes do posicionamento das sandálias Havaianas, os desafios que isso impõe e seus planos de expansão, que incluem uma fazenda de cacau e uma fábrica de chocolates na Bélgica, além de outra novidade guardada a sete chaves.

Às vezes, ficamos procurando nossos Steve Jobs, Bill Gates e Mark Zuckerberg na tecnologia, mas talvez, no Brasil, eles se encontrem em outros ramos. Alexandre Tadeu da Costa fundou sua empresa aos 17 anos de idade.

Você fundou sua empresa com 17 anos? Se fosse na Califórnia do século 21, você seria o Mark Zuckerberg? [risos] 
É, mas eu não era muito nerd… eu era cabeludo, guitarrista, jogador de vôlei federado. E minha família era muito humilde – meu pai, tecelão; minha mãe, vendedora porta a porta –, então, trabalho para mim era algo que tinha muito valor e, junto com criatividade e ousadia, sempre tive disciplina. Por exemplo, aos 13 anos, eu calibrava pneus num posto de gasolina às sextas-feiras – foi como comprei minha primeira bicicleta. Aos 14, quando minha mãe criou a Cacau Show, eu pegava os pedidos com as vendedoras porta a porta, passava ao fabricante e, quando vinha, punha o produto dentro da caixa, faturava etc.

Aí meus pais descontinuaram o negócio e eu, então com 17 anos, pedi que me deixassem tocá-lo. Peguei uns US$ 500 emprestados de um tio e vendi 2 mil ovos de chocolate. Aí ganhei dos meus pais um Fusca branco 1978.

Por que você fez isso? Pelo Fusca?
Também [risos]. O Fusca ajudou o negócio porque pude me movimentar melhor, comprando a matéria-prima de manhã e vendendo o chocolate detarde para as padarias. Mas o grande pulo do gato foi o que descobri quando comprei as barras para fazer os 2 mil ovos: a diferença de preço entre 1 quilo de chocolate e 1 quilo de bombom fino feito dele era de mais de 10 vezes –ou seja, o que se comprava por 10 conseguia-se vender por 100. Logo vi que era uma margem grande demais e que, se eu comprasse por 10 e vendesse por 20, ainda seria um ótimo negócio. Foi o que fiz, numa salinha 3 por 4 metros, dentro da empresa dos meus pais.

O maior pulo do gato não foram as franquias, em 2003? 
As franquias nos deram visibilidade até que a marca estourou, três anos atrás. O pulo foi por acaso. Já tínhamos duas marcas em 2003: a Cacau Show, de venda porta a porta, e a Gardner, que criamos para varejo em geral, para a vendedora por catálogo não achar que havia competição direta.

Uns clientes nossos em Piracicaba, interior paulista –o casal João e Regina Caldas–, trabalhavam com ambas: ele vendia Gardner; ela, Cacau Show. Na Páscoa de 2002, compraram tanto chocolate que a família teve de sair do apartamento para a mercadoria entrar. Fui lá e propus alugarmos um local para ser a loja deles na frente e o depósito nos fundos. Sugeri que, para compensar o novo custo fixo, os filhos deles trabalhassem no negócio, como aconteceu na minha família. Estruturando isso, eu diria que tenho uma filosofia de controle de custos.

Daí nasceu a primeira loja, depois eles fizeram a segunda, a terceira, e outros distribuidores vieram… E a gente descobriu o canal três em um, que era, na mesma loja, o camarada poder vender direto ao consumidor, atender a vendedora por catálogo e ser distribuidor para o varejo.

A loja Cacau Show continua três em um? 

Não. A marca Gardner foi descontinuada, pela explosão da Cacau Show. Em um único ano, 2008, abrimos quase 300 lojas; hoje são 1.040. Resolvemos focar o que nos interessa mais.

Como você explica a explosão? 
Oferecemos um produto diferenciado a um preço democrático. Fizemos o artesanal em larga escala, com alta produtividade, com foco em tecnologia. Agora, também “surfamos” no crescimento de renda da sociedade.

Seu cliente é a classe ascendente?
Não rotulamos nossos clientes por classe social; eles são os apaixonados por chocolate em geral. O produto de entrada é a trufa, que custa R$ 1 ou R$ 1,80 a grande. Com ela, o cliente entende: “Com o mesmo dinheiro com que compro um bombom industrial posso comprar uma trufa dessa loja bonita, com a moça bonita me atendendo bem?”. E ele perde o medo da loja.

Explique esse medo, por favor… 
Sete anos atrás, a loja Cacau Show do Shopping D, em São Paulo, não decolava e eu disse: “Põe na vitrine que tem trufa a R$ 1”. Deslanchou. As pessoas de menor poder aquisitivo viam lojas especializadas como inacessíveis; agora, essas lojas estão virando um hábito.

Como a loja Cacau Show se diferencia de concorrentes como Kopenhagen e Brasil Cacau, que veio na cola de vocês? 
Nós atendemos a classe C, e também a B e a A. Temos preço competitivo, mas investimos muito em qualidade de chocolate e em design –ganhamos oito prêmios de design em 2010 e 2011. Investimos muito em marca: somos top of mind da categoria “lojas de chocolate” pelo Datafolha, com 96% de recall, até na classe A. A gente tem boa performance tanto nas lojas de periferia como nos shoppings sofisticados. Nós resolvemos o dilema dos produtos de consumo e de presente.

Que dilema é esse?
Se um chocolate é caro demais, ele é comprado só para presente, o que é um problema, porque não dá ticket médio ao lojista. O que conseguimos fazer foi:
• A classe C compra Cacau Show 65% para presente e 35% para consumo.
• A classe B compra nossos produtos com intenções meio a meio.
• A classe A compra 65% para consumo e 35% para presente.

Você tem certeza de o produto ser consumido pela classe A?
Sim, temos vários indicadores disso. Um deles é o de que vendemos, em dezembro de 2010, 2 milhões de panetones a R$ 39,90 cada um. Esse é um preço de classe A, não é?

Nessa filosofia de manter os pés nas duas canoas, a do luxo e a do popular, como as Havaianas, fazia sentido mesmo descontinuar a Gardner? 
Produzimos para terceiros, como marcas próprias de supermercados, aí com o nome IBAC –Indústria Brasileira de Alimentos de Chocolate. Isso, que já é 10% do nosso negócio, faz sentido pela nossa capacidade produtiva, que agora é muito grande.

Na Casa Verde, comprando os terrenos vizinhos, cheguei a ter 5 mil metros quadrados de fábrica. Aqui em Itapevi, vizinha de São Paulo, são 40 mil metros quadrados de área construída. E dá para ampliar turnos de trabalho.

Qual é o horizonte de crescimento?
Enquanto o consumo anual de chocolate na Europa é de 12 quilos per capita, o nosso é de 2 quilos. Então, tem muito para crescer aqui, porque os brasileiros adoram chocolate.

Até no Nordeste? Reza a lenda que lá não se come chocolate… 
Das 10 lojas que mais vendem no nosso sistema, 5 estão lá.

E a internacionalização? Sei que você acaba de voltar da Bélgica… 
Este ano já fui três vezes para a Bélgica e irei mais. Tenho conhecido empresas lá, sim, porque queremos comprar uma este ano ainda.

Há muitas oportunidades para explorar ali. A empresa belga é muito engessada, consegue fazer só um tipo de produto: só chocolate moldado, ou só chocolate coberto, ou só chocolate centrifugado, ou só massa de chocolate. Quem chegar com a flexibilidade de saber fazer tudo terá um potencial de ganho enorme.

A gente faz desde a massa do cacau até o produto acabado em todos os tipos de tecnologia possíveis. Não temos medo da complexidade.

De onde vem tanta flexibilidade? 
A criatividade nasce da escassez. Éramos pequenos, tínhamos uma máquina apenas e nenhum dinheiro, então ficávamos chamando o técnico e adaptando-a para fazer tudo o que precisávamos fazer.

A marca Cacau Show pegaria lá fora?
Não trabalharíamos uma marca Brasil lá fora, só a gestão brasileira.

Você pensa em contrair dívidas para crescer? Abrir capital? Até vender parte da Cacau Show? Sei que tem 97,5% da empresa e seu sócio 2,5%. 
Eu nunca cresço me endividando; sempre reinvisto capital próprio. Meu “barato” é fazer chocolate, então eu me distanciar disso está fora de cogitação. Vejo a abertura de capital com bons olhos, principalmente para perenizar o negócio, só que traz mais complexidade. Estamos acompanhando experiências que incluem canal proprietário de franquias.

Você falou em escassez criadora… E na gestão? Quanto menos gestão, melhor? 
Eu diria que o princípio é o de uma estrutura enxuta. Por exemplo, temos diretoria faz apenas um ano; não havia antes. O nome –bonito– que dou para a estrutura vir depois da receita é de uma empresa “extremamente empreendedora”. Sabe por quê? Porque, para oferecer um negócio com qualidade e bom preço, você tem de ter custos controlados. Somos uma empresa de 1,1 mil funcionários que não tem uma copeira, por exemplo. Cada um que nos visita, você inclusive, tem de pegar a própria água e trazer. Mas pensamos em contratar uma.

Como você trabalha qualidade? 
Com investimento em tecnologia, rigor na escolha de matérias-primas, controle rigoroso e constante, tomando cuidados (por exemplo, abrimos outra fábrica para chocolates diet, sem açúcar, para não haver risco de mistura) e incorporando os últimos conhecimentos na área. Acompanhamos de perto a maior das novidades, que é interferir no sabor do cacau. Procuramos uma fazenda de cacau na Bahia neste momento para comprar e fazer isso. Tenho estudado muito o assunto.

A Cacau Show está verticalizando? 
O objetivo principal não é verticalizar, embora isso não seja ruim em si, e sim mostrar para o consumidor nosso expertise de ponta a ponta e estar à frente nessas pesquisas com fermentação de cacau.

E o design? A apresentação? 
De novo, é a criatividade que vem da escassez. Custava muito caro fazer embalagem com um estúdio de design. Então, chamei um amigo do tempo de vôlei, o Rafael, para vir fazer isso aqui. Compramos um Macintosh de segunda mão e saímos usando. Eu era dupla de criação dele, depois fiquei só num comitê que opina sobre o assunto e hoje até do comitê me expulsaram [risos]. O Rafael está há 15 anos conosco e temos até estúdio de fotografia in house.

E o design do chocolate? 
Eu também fazia dupla com o chocolateiro nisso, porque viajo e trago as referências. Mas hoje sofisticamos muito o processo e temos departamentos de desenvolvimento de produtos e de inteligência competitiva.

E o branding?
Construção de marca, na minha visão, é coerência. Ano após ano, mostramos para o consumidor o que a gente é e quer ser: uma empresa com produtos de alma artesanal feitos em larga escala e com a proposta de ser feliz, alto-astral e democrática. Está no nome: temos de oferecer cacau e show, que é a experiência do consumidor –show no ponto de venda, show no design, show em produtos inovadores… Somos a empresa que mais lança chocolates novos –disparado. A gente põe no mercado 100 novos produtos por ano –uma renovação de metade do meu portfólio de 200–, enquanto a maioria lança três, se tanto.

O bacana é que a gente está passando da fase de ir atrás das tendências da Europa ou dos Estados Unidos para a de criar tendências. Tenho visto coisas fora que a gente já fez há um tempo, como ter embalagens desenhadas por artistas ou fazer sticks salgados cobertos de chocolate.

Mas como se transmite isso aos consumidores? Basta publicidade? 
Não! Há o investimento de mídia –já estamos entre os 100 maiores anunciantes do Brasil– e também nas redes sociais. Há a experiência toda que acontece nas lojas e, cada vez mais, a gente melhora o departamento de treinamento. Para a motivação, eu mesmo vou para as convenções com as vendedoras –brinco que é meu momento Fábio Jr., pois beijo 2 mil mulheres em um dia.

E o Carnaval de 2010? O que foi aquilo em termos de branding, hein?! 
Sabe como surgiu? Fiz um livro lindo sobre chocolate registrando uma expedição de 15 dias, em 2008, por fazendas de cacau do Nordeste, com o fotógrafo Laílson Santos, e enviei para todas as escolas de samba de São Paulo sugerindo o tema; a Rosas de Ouro comprou o projeto. E a Rosas foi a grande vencedora do Carnaval. Cacau Show é alegria, isso tinha tudo a ver conosco. Eu saí em cima do carro alegórico a 5 metros de altura, como destaque, jogando chocolate para a avenida. Foi um desfile emocionante.

Como a Alpargatas enviou Havaianas para as estrelas do Oscar… Você é um daqueles brand leaders “by the book”, Alexandre. A empresa tem a sua cara… 
Nosso diretor de marketing, que veio do varejo e tem seis meses de casa, me disse isto: “Ô, cara, a marca é você, entendeu?”. Ele quis dizer que é o jeito que eu sou e vivo: sem frescura, feliz, analisando o sabor e o custo das coisas.

Não existe mais a venda porta a porta? A Nestlé está fazendo isso agora…
Praticamente não, mas foi uma distribuição importantíssima por 18 anos; foi o que pulverizou a marca.

Você não é mais dupla de criação de chocolates nem de embalagens. Qual é seu papel hoje na empresa? 
Essa é uma pergunta interessante… Acho que uma das virtudes de um empreendedor é entender qual é seu papel em cada momento, porque os papéis mudam; a gente tem de saber se desapegar de um e se preparar para outro. Meu papel atual é o de inspirar e formar as pessoas. Tenho de aprender a delegar, o que não é simples, porque é dar meu filho para outro cuidar.

Dizem que o segredo para envolver as pessoas continua sendo “pão + circo”, remuneração e bom ambiente… É? 
É. No ano gerencial que terminou em abril de 2011, começamos o programa “Excelência Show”, de dar bônus de até oito salários anuais para diretoria, gerência, supervisão e liderança, que é na fábrica. E temos rituais que nos unem, como o almoço de Sexta-Feira Santa, em que cozinho para todos.

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29 de agosto de 2011 at 22:01 8 comentários

Os comerciais emblemáticos da carreira de Ronaldo

Dono de um patrimônio estimado em R$ 1 bilhão, “Fenômeno” acumula ações publicitárias para marcas como AmBev, Nike, Claro

Fenômeno nos gramados há 18 anos, Ronaldo anuncia oficialmente o fim da sua carreira nesta segunda-feira (14). Aos 34 anos, o craque acumula uma fortuna pessoal estimada em R$ 1 bilhão, vinda em grande parte dos contratos de marketing assinados durante os anos de sucesso nos campos.

Com a Ambev, primeira marca a associar sua imagem com o jogador, a parceria publicitária vem desde setembro 1994 – sem nunca ter sido interrompida -, quando Ronaldo explodiu no futebol ao levar o Cruzeiro à conquista do Campeonato Mineiro. Já com a Nike, Ronaldo mantém um contrato vitalício assinado quando ele tinha apenas 18 anos. Fora dos campos, o craque promove a linha de roupas casuais da marca.

Outra que alcançou grande visibilidade associando-se ao jogador foi a Claro. Ronaldo usa inclusive o logotipo da marca em seu avatar no Twitter, ajudando a disseminar as ações da marca pela rede.

Veja a seguir comerciais marcantes da carreira de Ronaldo.

Maior que tudo isso

Marca: Nike

Ano: 2010

“Maior que tudo isso” – ou #maiorquetudoisso, na forma de uma hashtag para o Twitter – foi uma campanha lançada pela Nike em 2010, em apoio ao Corinthians, depois que o time não conquistar o título do Campeonato Brasileiro.

Segundo a F/Nazca, agência que criou o filme, a peça traz Ronaldo “dando a cara a tapa e encarando torcedores e adversários em silêncio, como forma de protesto.”

Recarga fenomenal

Marca: Claro

Ano: 2011

Lançada em janeiro deste ano, a campanha da Claro, teve a assinatura “Recarga fenomenal. O difícil é não ganhar”. No filme, o craque brinca com uma bola no meio do campo. Em um chute, ele acerta o ângulo e espanta uma coruja, que, como na gíria, “mora” no espaço mais nobre da meta.

A criação foi da criada pela F/Nazca S&S.

Ele voltou

Marca: Nike

Ano: 2009

Criado pela agência F/Nazca S&S para a Nike, o filme comemora a volta de Ronaldo ao futebol após sua recuperação de uma grave lesão no joelho.

O jogador conta o que significou ficar 419 dias sem fazer gols e compara esse suplício ao dos animais presos, privados de liberdade.

Brahmeiros

Marca: Brahma (AmBev)

Ano: 2009

Primeiro comercial da série Brahmeiros, da cerveja Brahma, que envolveu o jogador. Patrocinadora de Ronaldo desde 1994, a marca gravou meses depois um segundo filme, abordando a luta da estrela do futebol para voltar aos gramados após as lesões sifridas no joelho.

Ronaldo, o brahmeiro da vez

Marca: Brahma (AmBev)

Ano: 2009

Parte da campanha de marketing Brahmeiros, da Brahma, o comercial gravado com o jogador mostrou o seu esforço para voltar aos gramados, driblando contusões, cartolas e as opiniões de especialistas que o aconselhavam a se aposentar precocemente.

A peça foi criada pela Africa.

Good vs. Evil

Marca: Nike

Ano: 1996

Criado pela agência agência Wieden + Kennedy para a Eurocopa de 1996, o comercial da Nike mostra um time formado por estrelas do futebol europeu jogando contra um time de monstros.

O filme chegou a ser banido dos cinemas dinamarqueses, além de criticado pela FIFA e o Comitê Olímpico Internacional.

Ronaldo copia o corte de cabelo de Cascão

Marca: Guaraná Antarctica (AmBev)

Ano: 2002

Filme em que o personagem “Cascão”, da turma da Mônica, diz para o jogador Ronaldo Nazário que seu corte de cabelo está igual ao dele.

fonte: exame.abril.com.br

Veja também:

 As 20 + tendências para 2011

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Entenda o que é Globalização

26 de agosto de 2011 at 16:47

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***
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