Posts tagged ‘Inovação e Criatividade’

Itaú dá adesivos prol convivência pacífica entre ciclistas e motoristas

O Itaú desenvolveu uma campanha com base nas redes sociais para conscientizar os motoristas e também para incentivar o uso das magrelas como meio de transporte. A campanha está estritamente relacionada com os projetos de aluguel de bicicletas Bike Rio e Bike Sampa.

Na página especial do Itaú no Facebook, o usuário pode escolher entre 5 modelos, bastando apenas preencher o nome, CPF e alguns outros poucos dados, como o endereço de entrega. O Freebietising testou e não há nem a necessidade de dar um “like” na página.

fonte: freebietising.com

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23 de agosto de 2012 at 12:56 3 comentários

A propaganda precisa se reinventar

Por que devo comprar a sua marca de smartphone e não outra? Por que vou contratar o seu serviço e não o do seu concorrente? Posso acreditar no que você diz? Você entrega o que promete?

A vida já foi mais fácil para o pessoal da propaganda e do marketing. Sem menosprezar o trabalho duro e a criatividade deles, perderam efeito chavões e slogans que poluíram nossa imaginação por décadas.

Vamos a alguns clichês: mulheres bonitas e pouco vestidas, homens bonitos e bem vestidos, vovós e vovôs alegres e sadios, famílias inteiras impecavelmente felizes. E os campeões da exibição: gente jovem, gente jovem.

Mas será que esses perfumes de sedução seguem funcionando? Alguém ainda acredita que conquistará a mulher desejada com um sedan? Crê que se transformará no designer premiado, ou na escritora best seller, ao comprar um computador da hora?

Algum prestador de serviço acredita que basta dizer que é bom? Uma grife internacional pode ignorar uma denúncia de envolvimento com trabalho escravo? Num mundo inundado de informações, será possível vender gato por lebre?

Sinceramente acho que não. Algo está mudando de forma profunda nas relações de mercado e comunicação. Esse algo é o consumidor. Ele tem o poder de acessar informações de qualquer lugar. Esteja em Arapiraca ou Tóquio.

O consumidor, ou cliente, do século XXI tem ferramentas para comparar serviços, calcular custo-benefício, acompanhar a imagem social das marcas, testar a qualidade dos produtos.

 

Tem também um arma letal contra embromadores: difundir sua avaliação por meio das redes sociais. Hoje está na cara o que sempre foi verdade: amigos influenciam muito mais do que pregações publicitárias.

Final de jogo para profissionais da propaganda e do marketing? Não. O mercado e a arte da sedução ainda seguirão vivos por longos tempos. Só que agora precisam ser redimensionados, redesenhados, reescritos.

Será preciso pôr mais inteligência e transparência nas mensagens. Encarar o público como parceiro. Compreender finalmente que antes de serem consumidores, a Maria e o Zé são cidadãos conectados.

* iPhonografia: Régine Ferrandis, do Algarve

21 de agosto de 2012 at 17:13 Deixe um comentário

Infográfico mostra presença das empresas brasileiras na internet

A BaseKit elaborou um excelente infográfico que mostra detalhadamente como as empresas brasileiras preenchem a Internet através de seus websites.

Um material de qualidade que pode, inclusive, ajudar a galera que elabora e administra websites…

14 de junho de 2012 at 16:36 Deixe um comentário

De mictório à sola de sapato – os 10 lugares + inusitados onde já veicularam anúncios

A verdade é que está cada vez mais difícil encontrar um lugar que esteja livre da presença da publicidade. Ainda assim, algumas inserçoes de mídia conseguem surpreender. A Creativity reuniu 10 exemplos que incluem desde tampa de bueiro, faixa de pedestre e sola de sapato até canudo, mictório e sachê de catchup. Veja as imagens abaixo:

fonte: bluebus.com.br

2 de maio de 2012 at 12:18 1 comentário

10 comerciais antigos de videogame

Confesso que eu adoro vídeo game. Gosto muito e lembro dos esporros que levava da minha mãe pra largar os jogos e ir estudar rsrsr. Já tive um monte de vídeo games, um cartel de mais de 100000000 jogos jogados (olha a redundância) e já trabalhei um bom tempo como game tester.

Além do vídeo game, hoje minha outra paixão é a propaganda. Amo. Adoro. Estou apaixonado. Com exceção da miserável dessa monografia que tá me deixando todo enrolado.

Bom, brincadeiras a parte; nunca fui game tester; nem sabia o que era isso até pesquisar no google. Sim, já joguei diversos jogos (a redundância de novo) mas sempre perdi feio no futebol.

Bom, brincadeiras a parte²; passeando pela net encontrei essa lista de 10 comerciais de vídeo games (consoles) antigos e divido com a galera aqui do quase. Se vocês já tiveram ou jogaram algum desses, comenta aí….

Super Nintendo

Atari XE Game System

ATARI 2600 Game System

Vectrex Console

Atari Lynx System

Intellivision Video Game System

Magnavox Odyssey

Panasonic 3DO Video Game System

Sega Saturn Game System

Sega Master

29 de abril de 2012 at 12:14 Deixe um comentário

5 comerciais marcantes feitos por Chico Anysio

Relembre algumas das propagandas estreladas pelo humorista, que morreu hoje 23/03/2012, aos 80 anos, no Rio de Janeiro

Coca-Cola

A voz grave e a presença marcante de Chico Anysio aparecem na campanha publicitária “Coca-Cola e um sorriso”, do refrigerante americano. O filme foi ao ar em 1979.

Consul

Em um antigo comercial da Consul, Chico Anysio aparece usando somente palavras com inicial C para promover os refrigeradores da marca.

Ford

Em uma campanha da Ford exibida na década de 60, Chico Anysio aparece interpretando um de seus personagens para promover a compra de peças legítimas para os veículos da montadora.

Havaianas – com “Rolando Lero”

Em 1989, Chico Anysio contracenou com Rogério Cardoso, o Rolando Lero de seu programa Escolinha do Professor Raimundo.

Na época, o mote das campanhas da marca era “”As sandálias que não deformam, não têm cheiro e não soltam as tiras”.

Havaianas

Em 1997, foi a vez do humorista “reclamar” do texto previsto no roteiro de um comercial das Havaianas.

“Legítimas, só Havaianas”, disse Chico, para depois de alguns segundos voltar atrás: “Eu não posso fazer isso. Isso eu já fiz em 84”.

Então diz “Recuse imitações”, diz uma voz ao fundo.

“Recuse imitações eu disse em 72”

Que tal “Não deforma…”?

…”não solta as tiras e não tem cheiro, como eu fiz em 88?”, completou o humorista.

fonte: exame.abril.com.br

23 de março de 2012 at 17:13 Deixe um comentário

O marketing e as musas do esporte, uma combinação constante

Com o esporte possuindo um apelo maior por parte do público masculino, vemos constantemente empresas que se utilizam de belas mulheres para conquistar mais fãs e se posicionar rapidamente na mente do consumidor. Naturalmente, será o caso de um dos comerciais do Super Bowl 46, onde a empresa Go Daddy utilizou o corpo da bela Danica Patrick (Nascar) como plataforma de divulgação de um dos seus domínios. Veja abaixo!

Cada qual com sua intensidade, muitas empresas acabam exagerando no tom e pecam pelo excesso. No caso de valorizar o esporte, sem o apelo sexual, as campanhas conseguem atingir em cheio seus objetivos.  Já o excesso pode ser fundamental para campanhas de cunho viral.

Vou listar quatro exemplos em que as empresas abusaram da sensualidade de atletas, pecando ou não pelo excesso.

Serena Williams – Top Spin 4

Para promover o novo jogo da série Top Spin, a tenista Serena Williams foi utilizada na campanha da 2K Sports que pecou tanto pelo excesso, que o vídeo foi tido como proibido. Se foi para gerar buzz, sendo intitulado como proibido, conseguiu.

Arianny Celeste – BudLight

A BudLight utilizou Arianny Celeste, uma das ring girls mais famosas e populares do UFC, semi nua para promover um novo produto da cervejaria e aliá-lo ao UFC 132, evento que a empresa patrocinou e cuja predominância é do público masculino.

WTA – Promovendo o evento

A WTA utilizou de suas belas mulheres do circuito profissional de tênis para promover o WTA World Championships, torneio que reúne as oito melhores tenistas do ano. O mote da campanha era mostrar que apesar da força utilizada em quadra, elas mantêm seus status de musas da modalidade.

Whitecaps – Major League Soccer

Para promover sua estréia na liga profissional de futebol norte-americano (MLS), o Vancouver Whitecaps divulgou um viral convidando o torcedor a prestigiar primeiro jogo da equipe na liga. Para tal, pintou o corpo de uma jovem modelo com o uniforme do clube. Resultado? O patrocinador ficou muito irritado e achou o vídeo exagerado, não condizendo com a imagem da empresa.

fonte: br.esportes.yahoo.com

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3 de fevereiro de 2012 at 15:17 Deixe um comentário

Volkswagen: 12 cães e Star Wars a serviço do Super Bowl

Teaser da campanha deste ano traz coro canino da famosa Marcha Imperial, trilha da saga

O pequeno Darth Vader da Volkswagen que fez sucesso no Super Bowl 2011 não só foi considerado um dos melhores comerciais do ano passado como ainda inspirou a marca a repetir o tema para a edição deste ano, com uma pequena mudança: sai menino, entram 12 cães.

Chamada de “The Bark Side”, um trocadilho entre a palavra “latido” em inglês e o lado negro da força – the dark side of the force – do filme, o teaser da campanha traz 12 cães em uma interpretação superafinada da Marcha Imperial, trilha da saga. Junto com o teaser, foi divulgado ainda um site-convite. De acordo com o texto, o suspense da marca deve acabar amanhã, dia 27.

Na campanha do ano passado, o veículo promovido foi o novo Passat. Para este ano, ainda não se sabe qual dos produtos da montadora será a atração.

O Super Bowl é a final da liga nacional de futebol americano, a NFL. O evento esportivo é um dos mais assistidos da televisão americana, motivo que torna o minuto publicitário um dos mais caros.

O preço pelo espaço de 30 segundos antes e durante os intervalos do campeonato chega a custar valores entre US$ 100 mil e US$ 2 milhões.

fonte: exame.abril.com.br

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27 de janeiro de 2012 at 18:39 Deixe um comentário

Outdoor transformado em carrossel

Se a sua cidade não tem a santa Lei Cidade Limpa, você pode aproveitar os enormes outdoors giratórios em carrossel.

Foi o que aconteceu em Praga. Não aprovado para crianças ou para pessoas com medo de quebrar ossos caso eles entrem em contato com o chão.

Making off

Vídeo

fonte: brainstorm9.com.br

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17 de dezembro de 2011 at 12:00 Deixe um comentário

Keep Walking, Brazil

Já falei várias vezes aqui no blog o quanto eu sou apaixonada pelas campanhas da Johnnie Walker. Então não vou ficar me repetindo com relação a isso.

Imagine você, em uma tarde linda e ensolarada no Rio de Janeiro, quando o Pão de Açúcar começa a se desfazer, bem na sua frente. E então você percebe que não se trata de um terremoto, e sim de um gigante de pedra adormecido que se levantou e deu seus primeiros passos rumo ao horizonte.

Essa é a nova campanha da Johnnie Walker, criada exclusivamente para o Brasil. Esse é o primeiro filme da marca criado especialmente para um país. Chupa essa, resto do mundo. 🙂

Gostei ainda mais da campanha depois de ler o depoimento de Alexandre Gama (Neogama/BBH), criador da ideia e do conceito. O filme faz associação com o fato de o Brasil ser, ele próprio, um gigante: ““Fora que há décadas que muitos no exterior nos tratam como ‘o país do futuro’. E sai ano, entra ano, ele continua a ser ‘o país do futuro’. Com o gigante dando o primeiro passo, estamos celebrando o presente e vislumbrando esse futuro”, afirmou. O slogan do filme “Keep Walking, Brazil” mostra bem isso.

O diretor de marketing da divisão de whiskys da Diageo, Leandro Medeiros, ainda ressaltou que Johnnie Walker é uma marca concebida mundialmente por inspirar progresso pessoal. “E nós nos sentimos muito confortáveis nessa campanha em ter uma discussão com os brasileiros sobre progresso, falando do atual momento e do futuro. Tratamos o Brasil como ele deve ser tratado, sem esteriotipar”.

A campanha ainda conta com anúncios em mídia digital, ações no Facebook, sobrecapa no jornal da Folha de São Paulo (prevista para o próximo dia 9, dia de lançamento do filme na TV).

Problemas e defeitos à parte, o Brasil é sim um país em estado de forte crescimento. Compare toda a situação atual com a situação de uns 20 anos atrás. Podemos estar dando passos bem pequenos (ênfase no “bem”), mas o Brasil nunca teve tanto reconhecimento dos países de primeiro mundo como tem agora. E eu vou parar com o discurso nacionalista e mostrar o vídeo pra vocês.

fonte: elapublicitaria.wordpress.com

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13 de outubro de 2011 at 18:41 Deixe um comentário

As armadilhas dos supermercados para você comprar mais

Faz tempo que ir ao supermercado deixou de ser a simples ação de comprar comida e produtos de limpeza. Ao pisar no local, o consumidor é bombardeado por cores, promoções, cheiros e produtos que vão desde um pacote de macarrão até um televisor LCD de última geração.

Diante de tantas opções e estímulos, como fazer para manter o foco e levar apenas o necessário, evitando assim os gastos desnecessários em um momento de pressão inflacionária?

A principal dica é ir ao supermercado com uma lista com todos os produtos que você precisa comprar.

“Se o consumidor já vai com uma lista, ele já vai pré-definido, sabendo o que é realmente necessário. A gente sabe que os supérfluos muitas vezes levados têm um custo mais elevado e acabam encarecendo o valor final da compra”, afirma Polyanna Carlos Silva, supervisora institucional da ProTeste Associação de Consumidores.

Outra dica é evitar ir às compras com fome. Com o estômago vazio, o consumidor fica mais suscetível ao impulso de comprar alimentos necessários naquele momento para matar a fome, mas desnecessários em casa.

Polyanna Silva também orienta o consumidor a ficar atento às ofertas, principalmente as famosas “pague dois, leve três”. Segundo ela, é sempre importante confirmar se o valor unitário do produto não é o mesmo na suposta promoção e na compra avulsa.

A supervisora da ProTeste também orienta as pessoas a não comprarem alguma coisa apenas porque está em oferta, mas, sim, por necessidade.

Outro aspecto importante sobre as ofertas, de acordo com ela, é ficar atento à data de vencimento dos produtos. Alguns estabelecimentos diminuem o preço de alimentos que estão perto de vencer. Neste caso, é importante o comprador ver se realmente vai consumir a mercadoria antes do prazo limite.

Uma dica antiga, porém muitas vezes esquecida pelos consumidores, é comparar os preços em diferentes lugares.

Sobre as “armadilhas” dos supermercados que consistem em fazer com que o consumidor se sinta bem e, assim, fique mais tempo no local, Polyanna Silva aconselha as pessoas a irem focadas.

“A gente orienta o consumidor a ir com objetividade ao supermercado, que ele vá sabendo o que vai comprar e usufrua de todo esse conforto que hoje existe”, afirma.

Clique abaixo na ilustração e veja todas as armadilhas:

fonte: economia.uol.com.br

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Mulheres reais na propaganda

Duracell – A pilha

1 de agosto de 2011 at 17:09 Deixe um comentário

8 cartões de visitas de grandes personalidades

Hoje dando minhas navegadas pela internet encontrei um material bem curioso, achei muito interessante e quero dividir com vocês. São alguns cartões de visitas de personalidades como o cara do Facebook (não sei escrever o nome dele), o Bill Gates entre outros. Vale conferir.

Veja como personalidades como Mark Zuckerberg e Donald Trump usam sua criatividade para elaborar os próprios cartões de visitas.

Networking criativo

No início de sua carreira à frente do Facebook, Mark Zuckeberg tinha que pensar duas vezes antes de entregar seu cartão de visitas. Ele mantinha dois modelos: um convencional e outro com a sentença “Eu sou o CEO, idiota” (em uma tradução eufemista).

Apesar do tom agressivo, a criatividade na hora de confeccionar o próprio cartão de visitas não está restrita ao CEO do Facebook.

No Brasil, o empresário bilionário da saúde Edson de Godoy Bueno, dono da rede Amil, colocava em seus primeiros cartões de visitas o título de “Gerente de Treinamento”, e não seu cargo de presidente.

Com a abertura do capital da companhia, Bueno teve que alterar seu cartão profissional para se apresentar de outra forma aos investidores.

Conheça outros exemplos divertidos. Mas, alerta: use as sugestões com moderação.

O provocador

Não há dados que comprovem de quem partiu a ideia de elaborar o cartão de visitas provocador de Mark Zuckeberg, CEO do Facebook. Mas o filme “A rede social” sugere que a proposta saiu da mente de Sean Parker, criador do Napster e ex-sócio do site de relacionamentos. A ideia era provocar futuros concorrentes ou aspirantes à compradores do Facebook.

A brincadeira saiu do papel. E Zuckerberg tinha que pensar duas vezes antes de entregar seu cartão a um novo contato. Apesar dessa “preocupação” na hora de fazer networking, Zuckerberg transformou o Facebook em um negócio bilionário e manteve sua independência diante de grandes conglomerados na internet, como a Microsoft e o Google, que tentaram comprar parte da companhia.

O geek

Co-fundador da Apple, Steve Wozniak criou um cartão de negócios que mostra seu pioneirismo no ramo tecnológico. Ele é feito de metal pesado, com um design acabado em laser.

Conhecido pelo apelido “Woz”, Steve é funcionário da empresa de Jobs até hoje, mas sem compromisso em tempo integral.

O narcisista

Personalidade de televisão e empresário, Donald Trump possui um cartão de visitas que chega a repetir três vezes seu sobrenome, de forma bastante egocêntrica. Parece que ele não segue as recomendações do programa que apresenta, a versão americana de “O Aprendiz”.

Ele errou na digitação

Eric Schmidt, o atual presidente do Google, foi tradicional ao elaborar seu cartão de visitas. Mesmo assim, ele ganhou um lugar de destaque na lista de cartões inusitados. Isso porque o CEO errou ao digitar a palavra “Chairman”. No lugar deste cargo, saiu a neologismo “chariman”.

A palavra até deu pretexto para boatos de que o erro fosse uma brincadeira de Schimidt com a palavra charity (caridade, em inglês). No entanto, a versão mais confiável até agora é de que ele (ou seus assistentes) trocaram a ordem das letras mesmo.

Em abril, Schmidt será substituído pelo fundador do Google Larry Page no cargo de presidente da empresa. A partir daí, ele responderá apenas pela função de chairman do Google. Está aí uma chance para que ele corrija seu cartão de visitas.

O cartão adesivo

Responsável pelo marketing do primeiro computador Macintosh da Apple nos anos 80, hoje Guy Kawasaki é CEO do portal de links e agregador RSS Alltop. Em visita ao Brasil em agosto de 2010, ele distribuiu cartões profissionais que podiam ser transformados em adesivos, para divulgar o site.

Kawasaki é autor de dez livros sobre tecnologia e comunicação corporativa e trabalhou diretamente com Steve Jobs e Steve Wozniak.

O arcaico

O primeiro cartão de visitas de Bill Gates, criador da Microsoft, não tinha nada familiar com a empresa que cresceu e dominou o mercado de software na década de 1990. Ele era amarelo, com a assinatura “William H. Gates” e mostrava o primeiro endereço da empresa, em Albuquerque, no Novo México. Hoje a companhia está em  Redmond, em Washington.

O gamer

O empresário Leonardo Dias, da Taxi labs, possui um cartão de visitas com o título “Master Chief”, em homenagem ao personagem de videogame protagonista da série Halo, criada pela Microsoft. A companhia de Dias faz jogos para a internet e aplicativos para smartphones.

No cartão também é possível ver um QR Code na traseira. O código que pode ser lido pela webcam conectada com a internet para mostrar Realidade Aumentada, um 3D projetado, na imagem do cartão de negócios no computador.

O caçador de tendências

Com o título “RainMaker & Chief Adrenalina Office”, o fundador da empresa BizRevolution, Ricardo Jordão Magalhães, se apresenta como um profissional que corre atrás do que é mais recente e inovador no marketing, brincando com o cotidiano corrido do mercado de publicidade.

Mas o aspecto mais curioso está na parte traseira do cartão. “Lead, follow, or get out of my way” é um recado educado para quem está dentro das redes sociais e que tem potencial para entrar em contato com a empresa dele. Isso porque os trabalhos de marketing da BizRevolution pouco interessam às pequenas e médias empresas que não utilizam internet como ferramenta de divulgação.

fonte: exame.abril.com.br

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Devassa, bem devassa

Alfabeto erótico

20 de março de 2011 at 16:44 Deixe um comentário

Por dentro da publicidade

Recebi algumas perguntas via twitter (@QPublicitarios), email (quaspublicitarios@gmail.com) e também pelo Orkut (é só procurar lá). O que? No Facebook? Não, não temos perfil lá; não sei mexer (ou é com ch???) direito.

Voltando ao assunto. Recebi algumas perguntas sobre como funciona a publicidade. O que é preciso ter de vocação para ingressar nesta área. Como funciona o mercado de trabalho e por aí vai. Então, resolvi fazer uma grande pesquisa; consultei excelentes professores (wikipedia), renomados profissionais atuante do mercado de trabalho (wikipedia) e alunos (wikipedia). Fiz uma compilação de tudo e você pode conferir logo abaixo:

publicidade é uma atividade profissional dedicada à difusão pública de idéias associadas a empresas, produtos ou serviços, especificamente, propaganda comercial.

Publicidade é um termo que pode englobar diversas áreas de conhecimento que envolvam esta difusão comercial de produtos, em especial atividades como o planejamento, criação, produção e veiculação de peças publicitárias. Mas estudos mostram uma tabuleta em argila encontrada por arqueólogos, a qual continha inscrições babilônicas, anunciando a venda de gado e alimentos, demonstrando que já se utilizava de algum tipo de publicidade na antiguidade. Foi, porém, após a Revolução Francesa (1789), que a publicidade iniciou a trajetória que a levaria até o seu estágio atual de importância e desenvolvimento.

Hoje, todas as atividades humanas se beneficiam como o uso da publicidade: Profissionais liberais, como médicos, engenheiros, divulgam por meio dela, os seus serviços; os artistas anunciam suas exposições, seus discos, seus livros, etc…, a própria ciência vem utilizando os recursos da publicidade, promovendo suas descobertas e seus congressos por meio de cartazes, revistas, jornais, filmes, Internet e outros.

A propaganda está na pele.

 

1. Confusão no uso do termo publicidade

Em Portugal o termo publicidade é usado diversas vezes como sinônimo de propaganda ou para representar a atividade realizada por uma agência de propaganda.

No Brasil também existe confusão entre os termos propaganda e publicidade por um problema de tradução dos originais de outros idiomas, especificamente os da língua inglesa. As traduções dentro da área de negócios, administração e marketing utilizam propaganda para o termo em inglês advertising e publicidade para o termo em inglês publicity. O termo “publicidade” refere-se exclusivamente à propaganda de cunho comercial. É uma comunicação de caráter persuasivo que visa defender os interesses econômicos de uma indústria ou empresa. Já a “propaganda” tem um significado mais amplo, pois refere-se à qualquer tipo de comunicação tendenciosa (as campanhas eleitorais são um exemplo, no campo dos interesses políticos). Não se iluda, durante as aulas os professores tentarão explicar a diferença exaustivamente; mas nem eles nem vocês entenderão.

2. Áreas de atuação em uma agência de publicidade

Dentro de uma agência de publicidade ocorre uma divisão das tarefas. Como em uma empresa normal, há departamentos designados para determinadas funções, porém, por se tratar de uma profissão “criativa” às vezes esses departamentos, ou o modo operacional da empresa, podem diferenciar de empresas de outros segmentos. Os cargos mais comuns que encontramos nas agências são: Atendimento, Mídia, Planejamento, Criação, Finalização, Produção (Produção gráfica e RTVC).

  • Atendimento: Responsável pela comunicação cliente-agência e agência-cliente. É o profissional de atendimento que apresenta peças e campanhas, planejamentos etc.
  • Mídia: Elabora o planejamento de mídia, de modo a atingir melhor cobertura e freqüência com o mínimo de gastos ao público-alvo esperado.
  • Planejamento: O profissional de Planejamento é responsável pela criação do plano de comunicação, estudando o mercado atual, a concorrência, o público consumidor, fatores do macroambientais e microambientais, etc. Tudo isso para traçar com precisão as metas e objetivos do cliente a curto, médio ou longo prazo.
  • Criação: Este departamento é composto pela dupla de criação, formada pelo diretor de arte, que é o responsável pela parte visual das peças publicitárias e pelo redator, responsável pela criação dos textos (títulos, slogans e outros textos), esta dupla é coordenada pelo Diretor de Criação. É deste departamento que saem as idéias para os anúncios.
  • Produção: Neste departamento, que é dividido em produção gráfica e produção eletrônica (ou RTVC), são feitos todos os contatos (orçamentos, visitas, consultas, etc) com os fornecedores gráficos e produtoras de vídeo.
  • Produção on line: Esse é um novo cargo existente nas agências de publicidade para atender a crescente demanda dos clientes por uma comunicação digital. Embora ainda não formalizado, nem em termos de denominação de cargo nem de funções, o profissional que trabalha nesta área contribui, junto com o planejamento geral, para oferecer maior número de possibilidades de ações on line adequadas à verba/perfil do cliente, dar apoio à criação no desenvolvimento das peças e acompanhar o trabalho com os fornecedores on line, desde o orçamento até a entrega, de todas as peças digitais.

3. Marketing e a Publicidade

Outra definição: Qualquer forma paga de apresentação não pessoal e promoção de ideias, bens e serviços por um patrocinador identificado a uma audiência alvo através dos mass media.

A publicidade ajuda a identificar o significado e o papel dos produtos fornecendo informação sobre marcas, companhias e organizações. Para a maior parte dos gestores e profissionais de marketing a publicidade ajuda a vender um produto e constrói a reputação de uma marca ou empresa. Estudar Marketing no curso de publicidade é chato pra cacete.

3.1. Pontos fortes e fracos

Alguma publicidade é mais eficiente do que outra em certas circunstâncias e alguns tipos de publicidade parecem funcionar melhor com determinados produtos. Alguns consumidores, apesar de boas campanhas publicitárias, não compram o produto publicitado e em outras circunstâncias irão comprar o produto, mesmo sem publicidade. Os outros componentes do marketing, como por exemplo o preço, podem afetar o sucesso de uma publicidade.

O primeiro ponto forte da publicidade é que ele chega a uma vasta audiência. Pode construir o conhecimento sobre uma marca (informar), criar uma imagem de marca e uma posição da marca a longo prazo e aumentar o conhecimento sobre essa marca. A publicidade também serve para recordar uma experiência agradável aos actuais consumidores. Finalmente a publicidade permite a repetição das mensagens, um factor importante na memorização.

Mas a publicidade tem limitações. Os consumidores, frequentemente, vêem a publicidade como algo intrusivo. Assim, eles podem evitar a publicidade virando a página, mudando de canal, tirando o som. Dado o elevado número de anúncios em todos os media a publicidade também pode ser vista como algo provocador de desordem, de barulho (poluição visual). Como a publicidade chega a muita gente, muitas dessas pessoas não são potenciais utilizadores pelo que se perde algum impacto.

A publicidade só tem valor para o negócio se cria uma identificação fácil para o consumidor sobre a marca ou instituição publicitada. Apesar da publicidade ajudar os consumidores a identificar as marcas que eles querem comprar, por outro lado também ajuda a identificar as marcas que eles querem evitar devido a relatórios ou experiências negativas.

Como todas as ferramentas têm vantagens e inconvenientes, os gestores de comunicação devem planear um mix de comunicação no qual a publicidade seja usada para maximizar as suas forças.

3.2. Como Funciona a Publicidade

Burnett (1998) identifica três mecanismos através dos quais a publicidade funciona. São eles a atenção, a memorização e a persuasão.

3.3. O que torna efetiva a Publicidade?

Há muitas formas de avaliar uma publicidade eficiente. Um anúncio para ser eficiente tem de captar a atenção, ser facilmente memorável e persuadir. Também deve chegar à audiência alvo e deve ser consistente com os objectivos da publicidade.

3.3.1. Formas de julgar a eficácia

A publicidade pode ser avaliada duas vezes no tempo. A primeira é antes da publicidade ter ido para o ar ou ter sido publicada (antes do grande investimento ter sido feito) e a Segunda é durante ou imediatamente após a passagem do anúncio, para testar o impacto. O primeiro é o pré teste e o segundo o pós teste.
copytesting é a avaliação formal da publicidade usada para decidir se um determinado anúncio deve ser divulgado no mercado. Estes testes medem a persuasão, a lembrança e a compreensão dos pontos chave. Estes testes são úteis dado o elevado custo duma campanha televisiva. Há muitas agências que desconfiam destes testes porque acham que eles não medem o impacto da publicidade numa situação real. Contudo, eles podem fornecer informação de apoio a julgamentos mais intuitivos.

4. Mídia como área da publicidade

Publicidade e Propaganda. Comunicação Social e Mercadológica.

Para melhor compreender o que significa a mídia no processo da publicidade contemporânea, seria interessante apresentar a sua origem. Mídia é o plural da palavra médium, que em latim significa meio. Foi adotada pelos norte-americanos (media), e posteriormente incorporada à língua portuguesa como “Mídia”. A Mídia é absolutamente parte integrante do processo mercadológico e podemos dizer que, se a propaganda é uma função de marketing, a Mídia, por sua vez, é função da propaganda. Deve ser entendida como investimento para geração de resultados.

Dentre tantas funções, podemos sintetizar que sua função básica é propor caminhos para que a mensagem chegue ao público-alvo. Porém com o passar do tempo, essa tarefa se tornou bem mais complexa, exigindo do profissional um conhecimento mais específico e aprofundado dos diversos meios de comunicação.

4.1. Marketing Mix

A publicidade faz parte do que se chama de Marketing Mix. Para além do produto, distribuição e preço, a variável comunicação incorpora obrigatoriamente a publicidade, as promoções, merchandising, força de vendas, marketing direto, patrocínios e as relações públicas. A publicidade é claramente orientada para o produto, tem como objectivo estimular a compra ou a notoriedade desse produto, pode ainda e simplesmente servir para informar. Hoje em dia a relação da publicidade com novos conceitos como o Branding passa pela adequação dos novos meios de comunicar a publicidade.

Branding é considerado um trabalho de marca. É como se criasse uma imagem para ser reconhecida por todo o mercado, de forma que o público a consiga identificar e apreciar. Ao criarmos e gerirmos uma marca, estamos a potenciar o valor do produto e da empresa dona da marca. Trata-se não só de identificar e diferenciar o produto ou empresa, mas também gerar uma expectativa de qualidade de imagem que vai trazer grande notoriedade. É exemplo de branding, o que é feito ao nível das marcas franqueadas, onde não basta identificar o produto, mas transmitir uma certa segurança de qualidade ao ser multiplicada por nlojas. É tão simples como dizer… é de marca é de confiança. Existe um valor originado pela marca e que obviamente tem a ver com a atividade desenvolvida pelas agências de publicidade quando fazem branding, ou seja, trabalho de marca.

Já todos ouvimos falar que preferimos os produtos de marca, em que o conteúdo, muita vezes é similar a outros sem o poder da marca. Mas quando temos a possibilidade de optar, optamos pelo produto de marca, na maior parte dos casos. Quando isto acontece ocorre o branding.

Mais do que projetar ou criar uma identidade, é preciso acrescentar um conceito de valor e positividade ao projeto, e geri-lo, e isso deverá respeitar a estratégia e a ambição do cliente e do seu produto.

5. Publicidade no Mundo

Mensagens comerciais e campanhas políticas foram encontradas em ruínas da antiga Arábia. Egípcios usavam papiros para criar mensagens de venda e cartazes, enquanto o conhecido volante (flyer) de hoje podia ser facilmente encontrado na antiga Grécia e Roma. Pinturas em muros ou rochas utilizadas como propagandas eram outras formas encontradas no tempo antigo e é utilizada até hoje em várias partes da Ásia, África e alguns países da América do Sul, incluindo o Brasil.

A tradicional pintura nas paredes pode ser encontrada desde expressões artísticas em rochas feitas por populações indígenas que datam de 4.000 AC até pinturas desenvolvidas nos séculos XV e XVI que auxiliavam a divulgação de volantes na época. No século XVII as propagandas começaram a aparecer em jornais semanais na Inglaterra. Esses anúncios eram utilizados para promover livros e jornais, que patrocinavam a imprensa, e medicamentos, que se tornaram muito procurados após algumas doenças terem devastado a Europa. No entanto, falsas propagandas, também conhecidas como quack (termo da época para designar uma pessoa que dizia ter profissionalmente habilidades, conhecimentos ou qualificações que não tinha), tornaram-se um problema, que culminou na regulamentação dos conteúdos publicados nas propagandas.

Com a economia expandindo durante o século XIX, as propagandas cresceram. Nos Estados Unidos, os classificados tornaram-se bem populares preenchendo muitas páginas de jornais com pequenos anúncios de itens variados. O sucesso desse formato de propaganda eventualmente levou ao aparecimento e crescimento da mala-direta. Em 1841 a primeira Agência de Publicidade e Propaganda foi criada por Volney Palmer em Boston. A agência criada por Palmer também foi a primeira a cobrar a taxa de 25% de comissão dos jornais para vender espaço publicitário, o que antes era feito apenas por corretores de propaganda. A N. W. Ayer & Son foi a primeira Agência a oferecer todos os serviços de publicidade e assumir responsabilidade pelo conteúdo das propagandas. Ela foi fundada em 1875 na cidade de Filadélfia nos Estados Unidos.

Na virada do século, haviam poucas escolhas de carreira para mulheres no mercado, no entanto a publicidade e propaganda foi uma das poucas a abrir esse mercado. Desde que as mulheres eram responsáveis pela maioria das compras feitas em casa, anunciantes e agências reconheceram o valor introspectivo que a mulher tinha durante os processos criativos, por curiosidade, a primeira propaganda norte-americana com apelo sexual foi criada por uma mulher, Helen Lansdowne Resor, para anunciar o Woodbury’s Facial Soap. Embora simplória para os dias atuais, a propaganda mostrava um casal com a mensagem: “The skin you love to touch” (A pele que você adora tocar).

Quando as estações de rádio iniciaram suas transmissões em meados de 1920, os programas não continham propagandas. Isso acontecia porque as primeiras estações de rádio foram estabelecidas com equipamentos feitos manualmente e varejistas que ofereceram programas em busca de vender mais aparelhos de rádio para os consumidores. Com o passar do tempo, muitas organizações sem fins lucrativos, como escolas, clubes e organizações populares, começaram a construir suas próprias estações de rádio. Quando a prática de patrocinar programas foi popularizada, cada programa era patrocinado por um anunciante pela troca da simples menção de seu nome no início e no fim dos programas. No entanto, os donos de estações logo viram que poderiam ganhar mais dinheiro vendendo pequenos espaços de tempo para vários anunciantes durante toda a programação da rádio e não só no início e fim de cada programa para apenas um patrocinador. Essa prática foi herdada pela televisão posteriormente nos meados de 1940 a 1950.

6. Publicidade no Brasil

Em 2000, a publicidade brasileira se mantém entre as quatro mais premiadas no Festival Internacional de Propaganda de Cannes – um dos principais no exterior – e consolida-se como uma das mais importantes do mundo. Em termos de faturamento, nos últimos anos o mercado publicitário nacional alterna períodos de acelerado crescimento e de estabilidade. Em 1996 movimenta 8,3 bilhões de dólares e, dois anos depois, chega a 9,4 bilhões de dólares – um crescimento de 12,7%, de acordo com dados do Ibope Monitor. Em 1999, o setor passa por um momento de estabilidade. No entanto, por causa da desvalorização do real, no início de 1999, o valor dos investimentos em dólar registra uma queda, passando a 6,6 bilhões.

As formas de publicidade mais utilizadas no país são anúncios, outdoors, propaganda em ônibus (busdoor), marketing direto, patrocínios e merchandising. Os principais meios de comunicação são os preferidos dos anunciantes e das agências. Conforme dados do Projeto Inter-Meios, em 1999 a maior parte dos investimentos destinam-se à televisão aberta (56%), seguida por jornal (24%), revista (10%) e rádio (5%). A propaganda em TV por assinatura, outdoor e outras mídias fica com os 5% restantes. O setor que mais investe em publicidade é o do comércio varejista – 3,6 bilhões de reais em 1999. Em seguida estão os serviços ao consumidor, com 2,1 bilhões de reais, e as empresas ligadas a cultura, lazer, esporte e turismo, com 1 bilhão de reais.

6.1. Publicidade oficial

O governo federal investe cerca de 600 milhões de reais em publicidade anualmente. Já os governos estaduais e municipais gastam por volta de 400 milhões. A maior parte das campanhas publicitárias oficiais destina-se ao esclarecimento da população – como a da vacinação infantil, a da terceira idade e a da prevenção à Aids – e à divulgação institucional, como a do programa Avança Brasil. O Ministério da Educação é o maior anunciante governamental, com despesas publicitárias em torno de 80 milhões de reais; em seguida vêm o Banco do Brasil, com 51 milhões, e o Ministério da Justiça, com 47 milhões Todos os órgãos e empresas públicas dão preferência à TV para veicular suas campanhas, devido ao grande alcance dessa mídia em todo o país.

6.2. Agências

Não existem dados precisos sobre a quantidade de agências de propaganda em atividade no país, principalmente porque não há exigência legal de registro desse tipo de estabelecimento em um órgão centralizador, como ocorre em outros setores. De acordo com estimativas da Federação Nacional de Agências de Propaganda (Fenapro) e da Abap, o número de agências oscila entre 4 mil e 8 mil, em agosto de 2000.

A maior agência, em faturamento, é a Y&R, com uma cifra maior que alcançou a casa dos 2 bilhões de reais em 2005. Atualmente, a Y&R é presidida pelo empresário Roberto Justus[carece de fontes].

Das dez principais agências, quatro possuem capital 100% nacional Total, Fischer America, DPZ, Propeg e Talent), uma é 100% norte-americana (Young & Rubicam) e cinco são mistas (McCann-Erikson, com capital 78% norte-americano; Giovanni, FCB AS, com 60% norte-americano; AlmapBBDO, com 50% norte-americano; Carillo Pastore Euro RSCG, com 49% francês; e DM9DDB, que não revela a participação acionária).

Todos os anos, os melhores anúncios brasileiros participam de festivais internacionais, como os de Cannes, Londres, Clio, Nova York e Fiap, e de premiações nacionais, das quais se destacam o Prêmio Abril, o Profissionais do Ano, o de Gramado e o da Central de Outdoor. Segundo o Anuário de Propaganda da Editora Meio&Mensagem, a agência mais premiada em 1999 é a AlmapBBDO. Quarta maior agência do país em faturamento, ela arremata 13 prêmios no ano, entre nacionais e internacionais. Em seguida vêm a DM9, com 11 prêmios, e a F/Nazca, com 10.

Nos últimos 8 anos algumas agências detem direcionado seu foco para cobrir a demanda de novas mídias de forma especializada, especialmente a internet.

6.3. Propaganda na internet

De acordo com pesquisa do Anuário de Propaganda 2000, da Editora Meio&Mensagem, tanto agências quanto anunciantes consideram a internet uma grande mídia a ser explorada e apostam no e-commercepara revolucionar o mercado. Das empresas consultadas, 34% já tiveram experiência com o e-commerce e, dessas, 74% gostaram dos resultados. Porém, para Luís Lara, diretor da agência Lew, Lara Propaganda e Comunicação, por enquanto a internet é vista mais como mídia de apoio do que como ferramenta estratégica de publicidade. Isso acontece porque o mercado ainda não tem a sua disposição pesquisas confiáveis, que avaliem com segurança o que o consumidor está comprando na internet e mensurem o impacto de um grande investimento nesse tipo de mídia. De acordo com dados da Associação Brasileira de Agências de Propaganda (Abap), até agosto de 2000 menos de 1% da verba publicitária total foi destinada à internet. Poucas agências estão apostando na convergência dos meios. Mas já temos cases bem sucedidos e profissionais tomando a dianteira do negócio: Michael Lent, Mauger, Marcelo Sampayo, Rosana Fortes, Merigo e muitos outros.

7. Publicidade comparativa

Através do modelo comparativo se pretende contrapor as características do produto anunciado com os de um outro anunciante.

Segundo diz, para Ricardo Lagreca Siqueira a publicidade comparativa pode ser definida como “aquela na qual o anunciante, com o intuito de promover a implementação do consumo de seus produtos, coloca em contraposição determinadas características de produtos concorrentes, de modo a demonstrar aos consumidores algum tipo de superioridade de seu produto em relação aos demais”.

Alguns admitem que seu conceito também possa abarcar a comparação com o mercado em geral, o que geralmente se faz através de superlativos (“o mais barato da cidade”).

Paulo Luiz Durigan, por exemplo, procura integrar em seu núcleo conceitual também a publicidade superlativa de forma a “conter não a identificação do concorrente e sim, (I) a menção às próprias prestações; (II) a referência a outras prestações e (III) a comparação entre essas”.

Também pode se dar através de formato implícito ou explícito. Na primeira situação o nome ou marca do concorrente não é mostrado abertamente, mas há menções que podem identificá-lo.

Na década de 60 houve uma “explosão” sem precedentes desse modelo publicitário nos Estados Unidos, quase a colocar em colapso todo o mercado. Posteriormente foi regulada e incentivada através de instrução do Trade Federal Commission, em 13 de agosto de 1979.

É permitida no MCE desde que opere segundo o artigo 3 bis da Diretiva 84/450/CEE.

No Mercosul há um início de regulamentação através da Resolução 126/96.

No Brasil o Código Brasileiro de Auto-regulamentação Publicitária a permite, com certas restrições, definindo-a em seu artigo 8º. como sendo “toda atividade destinada a estimular o consumo de bens e serviços, bem como promover instituições, conceitos ou idéias”.

Alguns a consideram lícita e outros não: a maioria se inclina a dizer que sua licitude depende de suprir certos requisitos, os quais, de modo geral, seriam os estipulados pelo artigo 3 bis da Diretiva 84/450/CEE

Em Portugal, a publicidade comparativa está regulada especificamente no Código da Publicidade, no artigo 16.º.

fonte: wikipedia.org

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6 de fevereiro de 2011 at 13:19 1 comentário

As empresas mais inovadoras do mundo

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No topo da lista está o Facebook, seguida pela Amazon e pela Apple. Todas essas empresas melhoraram no ranking do ano passado, enquanto a Google, que estava em segundo lugar, caiu para quarto no ranking atual. O Twitter aparece em último lugar, aparecendo pela primeira vez nesta lista.

Segue abaixo a lista das 50 empresas que aparecem no rank. Para maior interatividade, cliquem aqui para verem a lista e sairem fuçando nas categorias.

fonte: brifando.blogspot.com

13 de março de 2010 at 09:16 Deixe um comentário

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Embora você tenha aprendido a vida inteira que são apenas 4, nós do QUASE vamos tirar a…

(mais…)

3 de março de 2010 at 06:39 Deixe um comentário

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