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A propaganda precisa se reinventar

Por que devo comprar a sua marca de smartphone e não outra? Por que vou contratar o seu serviço e não o do seu concorrente? Posso acreditar no que você diz? Você entrega o que promete?

A vida já foi mais fácil para o pessoal da propaganda e do marketing. Sem menosprezar o trabalho duro e a criatividade deles, perderam efeito chavões e slogans que poluíram nossa imaginação por décadas.

Vamos a alguns clichês: mulheres bonitas e pouco vestidas, homens bonitos e bem vestidos, vovós e vovôs alegres e sadios, famílias inteiras impecavelmente felizes. E os campeões da exibição: gente jovem, gente jovem.

Mas será que esses perfumes de sedução seguem funcionando? Alguém ainda acredita que conquistará a mulher desejada com um sedan? Crê que se transformará no designer premiado, ou na escritora best seller, ao comprar um computador da hora?

Algum prestador de serviço acredita que basta dizer que é bom? Uma grife internacional pode ignorar uma denúncia de envolvimento com trabalho escravo? Num mundo inundado de informações, será possível vender gato por lebre?

Sinceramente acho que não. Algo está mudando de forma profunda nas relações de mercado e comunicação. Esse algo é o consumidor. Ele tem o poder de acessar informações de qualquer lugar. Esteja em Arapiraca ou Tóquio.

O consumidor, ou cliente, do século XXI tem ferramentas para comparar serviços, calcular custo-benefício, acompanhar a imagem social das marcas, testar a qualidade dos produtos.

 

Tem também um arma letal contra embromadores: difundir sua avaliação por meio das redes sociais. Hoje está na cara o que sempre foi verdade: amigos influenciam muito mais do que pregações publicitárias.

Final de jogo para profissionais da propaganda e do marketing? Não. O mercado e a arte da sedução ainda seguirão vivos por longos tempos. Só que agora precisam ser redimensionados, redesenhados, reescritos.

Será preciso pôr mais inteligência e transparência nas mensagens. Encarar o público como parceiro. Compreender finalmente que antes de serem consumidores, a Maria e o Zé são cidadãos conectados.

* iPhonografia: Régine Ferrandis, do Algarve

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21 de agosto de 2012 at 17:13 Deixe um comentário

6 propagandas de cerveja que causaram polêmica

Nova Schin sai do ar por discriminação contra travestis

 O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) arquivou ontem uma representação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – a ABGLT – contra o comercial “Festa de São João”, da cerveja Nova Schin. Veiculada no fim de maio, a peça foi retirada do ar logo depois da manifestação da entidade.

Evocando o universo junino, o filme mostra um homem que se apaixona por uma mulher, descobrindo em seguida que ela é na verdade um homem – motivo para virar alvo de gozação por parte dos amigos.

Em nota, a ABGLT afirmou que o personagem travestido de mulher seria ” objeto de escárnio, piada e deboche” na passagem em que o narrador diz que “de noite era Maria e de dia era João”. “O comercial da Nova Schin contribui para referendar e banalizar essa discriminação, ridicularizando a personagem travestida”, completou o comunicado. A Schincariol negou a inteção.

Cerveja em ovo de Páscoa faz Conar adverter Skol

Na última Páscoa, a Skol lançou uma campanha no Facebook para divulgar o seu “Redondinho” – um ovo de chocolate com recheio à base de cerveja.

Alguns consumidores questionaram a mensagem passada pela investida de marketing, já que os ovos exerceriam uma atração especial sobre as crianças e adolescentes, proibidos por lei de consumir bebida alcoólica. Nos filmes que promovem o produto, uma mulher aparece preparando a receita dos ovos, em que a cerveja é um dos ingredientes.

Em junho, o Conar fez uma advertência à Skol por conta da propaganda. Na ocasião, os conselheiros do órgão reconheceram que outras bebidas, como o licor, também recheavam chocolates. Além disso, levaram em conta que ao contrário de carrinhos e bonecos, os ovos não pertenciam especificamente ao universo infantil. Por isso, optaram apenas por um aviso, ao invés de banirem a veiculação da peça.

Skol incomoda argentinos, mas hermanos perdem na Justiça

Três argentinos que moram em Belo Horizonte, Minas Gerais, pediram indenização por danos morais à Ambev depois da companhia veicular propagandas que seriam preconceituosas na visão do grupo. Germàn Aníbal Filippini, Enrique Javier Romay e Jorge Adrian Vladimirsky foram à Justiça em maio de 2010, depois que a Skol colocou no ar as campanhas publicitárias “Argentinos do Samba”, “Torcida Skol – O Hermano” e “Latinhas Falantes – Hermanos dos 30”.

Tendo a última Copa do Mundo de Futebol como pano de fundo, as peças brincavam com a histórica rixa entre Brasil e Argentina. Em uma delas, inclusive, um argentino era chamado de “maricón”.

O Conar suspendeu os comerciais. Mas os argentinos quiseram ser remunerados e, para tanto, apontaram a ridicularização sofrida em bares, reuniões e até no trabalho. O Tribunal de Justiça de Minas, no entanto, entendeu que a propaganda teria sido “desenvolvida de modo positivo, alegre, reafirmando somente a rivalidade existente entre os dois países no futebol”. A decisão saiu em maio deste ano.

Festa junina e reclamação do Conar: Nova Schin repete a dose

Há quase um ano, o Conar proibiu outro comercial da Nova Schin. Veiculado em junho de 2011, o filme “Festa Junina” foi considerado inapropriado em função do uso de expressões consideradas de baixo calão pelo Conselho, como “filho d’uma égua” e “cagão”.

No filme, um repentista declama suas rimas enquanto conta a história de um jovem que teria se apaixonado pela filha de um bravo coronel.

Atores ‘novinhos’ provocam duas derrotas consecutivas para Skol

O comercial “Skol – Monstros do Pântano” utilizou atores maiores de idade no filme que mostrava três jovens bebendo cerveja e um suposto monstro atacando o grupo com o intuito de roubar uma caixa da bebida. Ainda assim, a propaganda acabou sendo condenada duas vezes pelo Conar.

Em julho, o Conselho julgou o filme e o reprovou. O motivo? Para o Conar, não basta ter mais que 18 anos – é preciso aparentar estar acima desta faixa etária. E os moços da propaganda em questão não preenchiam o pré-requisito. A Ambev recorreu, mostrando documentação que comprovava a maioridade dos envolvidos. Mas o Conar manteve sua posição em setembro do ano passado, pedindo à cervejaria que trocasse os atores da produção

Devassa é vetada com Paris Hilton como garota propaganda

Em 2010, foi a vez do Conar vetar a exibição do comercial da cerveja Devassa, que mostrava a socialite Paris Hilton dançando com uma lata de cerveja nas mãos e sendo ao mesmo tempo fotografada por um voyeur do prédio ao lado. A campanha foi ao ar no Carnaval e permaneceu por duas semanas na TV.

Os conselheiros foram unânimes em considerar o vídeo desrespeitoso para as mulheres e excessivamente sensual. Produzida pela Schincariol, a cerveja continuou causando polêmica. Depois da proibição, a agência Mood, responsável pela propaganda, criou uma peça na qual o logo da Devassa – uma mulher vestida com peças sumárias em estilo retrô – aparecia coberta com uma tarja preta.

fonte: exame.abril.com.br

30 de julho de 2012 at 17:37 Deixe um comentário

Homenagem ao dia das mães…

“As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental.”

Sim, beleza é fundamental. E amor mais ainda. E o que há neste mundão melhor que amor de mãe? Creio que todos concordamos que nada!

Meu presente para todas as mães, neste dia tão especial, são *fotos da cidade maravilhosa – e bonita por natureza – que minha mãe adora! Divido com vocês. Feliz #DiaDasMães.

"Um amor mais forte que tudo, mais obstinado que tudo, mais duradouro que tudo,é somente o amor de mãe." (Paul Raynal)

Amar ao pequeno até que cresça; ao enfermo, até que se cure; ao ausente, até que volte; só a mãe pode amar assim. (Al-Asbahani)

"O coração das mães é um abismo no fundo do qual se encontra sempre um perdão." (Honoré de Balzac)

"Uma mãe é uma pessoa que ao ver que só ficam quatro bocados de torta de chocolate tendo cinco pessoas, é a primeira em dizer que nunca lhe gostou o chocolate." (Autor desconhecido)

"O coração da mãe é a sala de aula do filho." (Bucker)

*Não sei o crédito das fotos

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8 de maio de 2011 at 11:26 Deixe um comentário

Por dentro da publicidade

Recebi algumas perguntas via twitter (@QPublicitarios), email (quaspublicitarios@gmail.com) e também pelo Orkut (é só procurar lá). O que? No Facebook? Não, não temos perfil lá; não sei mexer (ou é com ch???) direito.

Voltando ao assunto. Recebi algumas perguntas sobre como funciona a publicidade. O que é preciso ter de vocação para ingressar nesta área. Como funciona o mercado de trabalho e por aí vai. Então, resolvi fazer uma grande pesquisa; consultei excelentes professores (wikipedia), renomados profissionais atuante do mercado de trabalho (wikipedia) e alunos (wikipedia). Fiz uma compilação de tudo e você pode conferir logo abaixo:

publicidade é uma atividade profissional dedicada à difusão pública de idéias associadas a empresas, produtos ou serviços, especificamente, propaganda comercial.

Publicidade é um termo que pode englobar diversas áreas de conhecimento que envolvam esta difusão comercial de produtos, em especial atividades como o planejamento, criação, produção e veiculação de peças publicitárias. Mas estudos mostram uma tabuleta em argila encontrada por arqueólogos, a qual continha inscrições babilônicas, anunciando a venda de gado e alimentos, demonstrando que já se utilizava de algum tipo de publicidade na antiguidade. Foi, porém, após a Revolução Francesa (1789), que a publicidade iniciou a trajetória que a levaria até o seu estágio atual de importância e desenvolvimento.

Hoje, todas as atividades humanas se beneficiam como o uso da publicidade: Profissionais liberais, como médicos, engenheiros, divulgam por meio dela, os seus serviços; os artistas anunciam suas exposições, seus discos, seus livros, etc…, a própria ciência vem utilizando os recursos da publicidade, promovendo suas descobertas e seus congressos por meio de cartazes, revistas, jornais, filmes, Internet e outros.

A propaganda está na pele.

 

1. Confusão no uso do termo publicidade

Em Portugal o termo publicidade é usado diversas vezes como sinônimo de propaganda ou para representar a atividade realizada por uma agência de propaganda.

No Brasil também existe confusão entre os termos propaganda e publicidade por um problema de tradução dos originais de outros idiomas, especificamente os da língua inglesa. As traduções dentro da área de negócios, administração e marketing utilizam propaganda para o termo em inglês advertising e publicidade para o termo em inglês publicity. O termo “publicidade” refere-se exclusivamente à propaganda de cunho comercial. É uma comunicação de caráter persuasivo que visa defender os interesses econômicos de uma indústria ou empresa. Já a “propaganda” tem um significado mais amplo, pois refere-se à qualquer tipo de comunicação tendenciosa (as campanhas eleitorais são um exemplo, no campo dos interesses políticos). Não se iluda, durante as aulas os professores tentarão explicar a diferença exaustivamente; mas nem eles nem vocês entenderão.

2. Áreas de atuação em uma agência de publicidade

Dentro de uma agência de publicidade ocorre uma divisão das tarefas. Como em uma empresa normal, há departamentos designados para determinadas funções, porém, por se tratar de uma profissão “criativa” às vezes esses departamentos, ou o modo operacional da empresa, podem diferenciar de empresas de outros segmentos. Os cargos mais comuns que encontramos nas agências são: Atendimento, Mídia, Planejamento, Criação, Finalização, Produção (Produção gráfica e RTVC).

  • Atendimento: Responsável pela comunicação cliente-agência e agência-cliente. É o profissional de atendimento que apresenta peças e campanhas, planejamentos etc.
  • Mídia: Elabora o planejamento de mídia, de modo a atingir melhor cobertura e freqüência com o mínimo de gastos ao público-alvo esperado.
  • Planejamento: O profissional de Planejamento é responsável pela criação do plano de comunicação, estudando o mercado atual, a concorrência, o público consumidor, fatores do macroambientais e microambientais, etc. Tudo isso para traçar com precisão as metas e objetivos do cliente a curto, médio ou longo prazo.
  • Criação: Este departamento é composto pela dupla de criação, formada pelo diretor de arte, que é o responsável pela parte visual das peças publicitárias e pelo redator, responsável pela criação dos textos (títulos, slogans e outros textos), esta dupla é coordenada pelo Diretor de Criação. É deste departamento que saem as idéias para os anúncios.
  • Produção: Neste departamento, que é dividido em produção gráfica e produção eletrônica (ou RTVC), são feitos todos os contatos (orçamentos, visitas, consultas, etc) com os fornecedores gráficos e produtoras de vídeo.
  • Produção on line: Esse é um novo cargo existente nas agências de publicidade para atender a crescente demanda dos clientes por uma comunicação digital. Embora ainda não formalizado, nem em termos de denominação de cargo nem de funções, o profissional que trabalha nesta área contribui, junto com o planejamento geral, para oferecer maior número de possibilidades de ações on line adequadas à verba/perfil do cliente, dar apoio à criação no desenvolvimento das peças e acompanhar o trabalho com os fornecedores on line, desde o orçamento até a entrega, de todas as peças digitais.

3. Marketing e a Publicidade

Outra definição: Qualquer forma paga de apresentação não pessoal e promoção de ideias, bens e serviços por um patrocinador identificado a uma audiência alvo através dos mass media.

A publicidade ajuda a identificar o significado e o papel dos produtos fornecendo informação sobre marcas, companhias e organizações. Para a maior parte dos gestores e profissionais de marketing a publicidade ajuda a vender um produto e constrói a reputação de uma marca ou empresa. Estudar Marketing no curso de publicidade é chato pra cacete.

3.1. Pontos fortes e fracos

Alguma publicidade é mais eficiente do que outra em certas circunstâncias e alguns tipos de publicidade parecem funcionar melhor com determinados produtos. Alguns consumidores, apesar de boas campanhas publicitárias, não compram o produto publicitado e em outras circunstâncias irão comprar o produto, mesmo sem publicidade. Os outros componentes do marketing, como por exemplo o preço, podem afetar o sucesso de uma publicidade.

O primeiro ponto forte da publicidade é que ele chega a uma vasta audiência. Pode construir o conhecimento sobre uma marca (informar), criar uma imagem de marca e uma posição da marca a longo prazo e aumentar o conhecimento sobre essa marca. A publicidade também serve para recordar uma experiência agradável aos actuais consumidores. Finalmente a publicidade permite a repetição das mensagens, um factor importante na memorização.

Mas a publicidade tem limitações. Os consumidores, frequentemente, vêem a publicidade como algo intrusivo. Assim, eles podem evitar a publicidade virando a página, mudando de canal, tirando o som. Dado o elevado número de anúncios em todos os media a publicidade também pode ser vista como algo provocador de desordem, de barulho (poluição visual). Como a publicidade chega a muita gente, muitas dessas pessoas não são potenciais utilizadores pelo que se perde algum impacto.

A publicidade só tem valor para o negócio se cria uma identificação fácil para o consumidor sobre a marca ou instituição publicitada. Apesar da publicidade ajudar os consumidores a identificar as marcas que eles querem comprar, por outro lado também ajuda a identificar as marcas que eles querem evitar devido a relatórios ou experiências negativas.

Como todas as ferramentas têm vantagens e inconvenientes, os gestores de comunicação devem planear um mix de comunicação no qual a publicidade seja usada para maximizar as suas forças.

3.2. Como Funciona a Publicidade

Burnett (1998) identifica três mecanismos através dos quais a publicidade funciona. São eles a atenção, a memorização e a persuasão.

3.3. O que torna efetiva a Publicidade?

Há muitas formas de avaliar uma publicidade eficiente. Um anúncio para ser eficiente tem de captar a atenção, ser facilmente memorável e persuadir. Também deve chegar à audiência alvo e deve ser consistente com os objectivos da publicidade.

3.3.1. Formas de julgar a eficácia

A publicidade pode ser avaliada duas vezes no tempo. A primeira é antes da publicidade ter ido para o ar ou ter sido publicada (antes do grande investimento ter sido feito) e a Segunda é durante ou imediatamente após a passagem do anúncio, para testar o impacto. O primeiro é o pré teste e o segundo o pós teste.
copytesting é a avaliação formal da publicidade usada para decidir se um determinado anúncio deve ser divulgado no mercado. Estes testes medem a persuasão, a lembrança e a compreensão dos pontos chave. Estes testes são úteis dado o elevado custo duma campanha televisiva. Há muitas agências que desconfiam destes testes porque acham que eles não medem o impacto da publicidade numa situação real. Contudo, eles podem fornecer informação de apoio a julgamentos mais intuitivos.

4. Mídia como área da publicidade

Publicidade e Propaganda. Comunicação Social e Mercadológica.

Para melhor compreender o que significa a mídia no processo da publicidade contemporânea, seria interessante apresentar a sua origem. Mídia é o plural da palavra médium, que em latim significa meio. Foi adotada pelos norte-americanos (media), e posteriormente incorporada à língua portuguesa como “Mídia”. A Mídia é absolutamente parte integrante do processo mercadológico e podemos dizer que, se a propaganda é uma função de marketing, a Mídia, por sua vez, é função da propaganda. Deve ser entendida como investimento para geração de resultados.

Dentre tantas funções, podemos sintetizar que sua função básica é propor caminhos para que a mensagem chegue ao público-alvo. Porém com o passar do tempo, essa tarefa se tornou bem mais complexa, exigindo do profissional um conhecimento mais específico e aprofundado dos diversos meios de comunicação.

4.1. Marketing Mix

A publicidade faz parte do que se chama de Marketing Mix. Para além do produto, distribuição e preço, a variável comunicação incorpora obrigatoriamente a publicidade, as promoções, merchandising, força de vendas, marketing direto, patrocínios e as relações públicas. A publicidade é claramente orientada para o produto, tem como objectivo estimular a compra ou a notoriedade desse produto, pode ainda e simplesmente servir para informar. Hoje em dia a relação da publicidade com novos conceitos como o Branding passa pela adequação dos novos meios de comunicar a publicidade.

Branding é considerado um trabalho de marca. É como se criasse uma imagem para ser reconhecida por todo o mercado, de forma que o público a consiga identificar e apreciar. Ao criarmos e gerirmos uma marca, estamos a potenciar o valor do produto e da empresa dona da marca. Trata-se não só de identificar e diferenciar o produto ou empresa, mas também gerar uma expectativa de qualidade de imagem que vai trazer grande notoriedade. É exemplo de branding, o que é feito ao nível das marcas franqueadas, onde não basta identificar o produto, mas transmitir uma certa segurança de qualidade ao ser multiplicada por nlojas. É tão simples como dizer… é de marca é de confiança. Existe um valor originado pela marca e que obviamente tem a ver com a atividade desenvolvida pelas agências de publicidade quando fazem branding, ou seja, trabalho de marca.

Já todos ouvimos falar que preferimos os produtos de marca, em que o conteúdo, muita vezes é similar a outros sem o poder da marca. Mas quando temos a possibilidade de optar, optamos pelo produto de marca, na maior parte dos casos. Quando isto acontece ocorre o branding.

Mais do que projetar ou criar uma identidade, é preciso acrescentar um conceito de valor e positividade ao projeto, e geri-lo, e isso deverá respeitar a estratégia e a ambição do cliente e do seu produto.

5. Publicidade no Mundo

Mensagens comerciais e campanhas políticas foram encontradas em ruínas da antiga Arábia. Egípcios usavam papiros para criar mensagens de venda e cartazes, enquanto o conhecido volante (flyer) de hoje podia ser facilmente encontrado na antiga Grécia e Roma. Pinturas em muros ou rochas utilizadas como propagandas eram outras formas encontradas no tempo antigo e é utilizada até hoje em várias partes da Ásia, África e alguns países da América do Sul, incluindo o Brasil.

A tradicional pintura nas paredes pode ser encontrada desde expressões artísticas em rochas feitas por populações indígenas que datam de 4.000 AC até pinturas desenvolvidas nos séculos XV e XVI que auxiliavam a divulgação de volantes na época. No século XVII as propagandas começaram a aparecer em jornais semanais na Inglaterra. Esses anúncios eram utilizados para promover livros e jornais, que patrocinavam a imprensa, e medicamentos, que se tornaram muito procurados após algumas doenças terem devastado a Europa. No entanto, falsas propagandas, também conhecidas como quack (termo da época para designar uma pessoa que dizia ter profissionalmente habilidades, conhecimentos ou qualificações que não tinha), tornaram-se um problema, que culminou na regulamentação dos conteúdos publicados nas propagandas.

Com a economia expandindo durante o século XIX, as propagandas cresceram. Nos Estados Unidos, os classificados tornaram-se bem populares preenchendo muitas páginas de jornais com pequenos anúncios de itens variados. O sucesso desse formato de propaganda eventualmente levou ao aparecimento e crescimento da mala-direta. Em 1841 a primeira Agência de Publicidade e Propaganda foi criada por Volney Palmer em Boston. A agência criada por Palmer também foi a primeira a cobrar a taxa de 25% de comissão dos jornais para vender espaço publicitário, o que antes era feito apenas por corretores de propaganda. A N. W. Ayer & Son foi a primeira Agência a oferecer todos os serviços de publicidade e assumir responsabilidade pelo conteúdo das propagandas. Ela foi fundada em 1875 na cidade de Filadélfia nos Estados Unidos.

Na virada do século, haviam poucas escolhas de carreira para mulheres no mercado, no entanto a publicidade e propaganda foi uma das poucas a abrir esse mercado. Desde que as mulheres eram responsáveis pela maioria das compras feitas em casa, anunciantes e agências reconheceram o valor introspectivo que a mulher tinha durante os processos criativos, por curiosidade, a primeira propaganda norte-americana com apelo sexual foi criada por uma mulher, Helen Lansdowne Resor, para anunciar o Woodbury’s Facial Soap. Embora simplória para os dias atuais, a propaganda mostrava um casal com a mensagem: “The skin you love to touch” (A pele que você adora tocar).

Quando as estações de rádio iniciaram suas transmissões em meados de 1920, os programas não continham propagandas. Isso acontecia porque as primeiras estações de rádio foram estabelecidas com equipamentos feitos manualmente e varejistas que ofereceram programas em busca de vender mais aparelhos de rádio para os consumidores. Com o passar do tempo, muitas organizações sem fins lucrativos, como escolas, clubes e organizações populares, começaram a construir suas próprias estações de rádio. Quando a prática de patrocinar programas foi popularizada, cada programa era patrocinado por um anunciante pela troca da simples menção de seu nome no início e no fim dos programas. No entanto, os donos de estações logo viram que poderiam ganhar mais dinheiro vendendo pequenos espaços de tempo para vários anunciantes durante toda a programação da rádio e não só no início e fim de cada programa para apenas um patrocinador. Essa prática foi herdada pela televisão posteriormente nos meados de 1940 a 1950.

6. Publicidade no Brasil

Em 2000, a publicidade brasileira se mantém entre as quatro mais premiadas no Festival Internacional de Propaganda de Cannes – um dos principais no exterior – e consolida-se como uma das mais importantes do mundo. Em termos de faturamento, nos últimos anos o mercado publicitário nacional alterna períodos de acelerado crescimento e de estabilidade. Em 1996 movimenta 8,3 bilhões de dólares e, dois anos depois, chega a 9,4 bilhões de dólares – um crescimento de 12,7%, de acordo com dados do Ibope Monitor. Em 1999, o setor passa por um momento de estabilidade. No entanto, por causa da desvalorização do real, no início de 1999, o valor dos investimentos em dólar registra uma queda, passando a 6,6 bilhões.

As formas de publicidade mais utilizadas no país são anúncios, outdoors, propaganda em ônibus (busdoor), marketing direto, patrocínios e merchandising. Os principais meios de comunicação são os preferidos dos anunciantes e das agências. Conforme dados do Projeto Inter-Meios, em 1999 a maior parte dos investimentos destinam-se à televisão aberta (56%), seguida por jornal (24%), revista (10%) e rádio (5%). A propaganda em TV por assinatura, outdoor e outras mídias fica com os 5% restantes. O setor que mais investe em publicidade é o do comércio varejista – 3,6 bilhões de reais em 1999. Em seguida estão os serviços ao consumidor, com 2,1 bilhões de reais, e as empresas ligadas a cultura, lazer, esporte e turismo, com 1 bilhão de reais.

6.1. Publicidade oficial

O governo federal investe cerca de 600 milhões de reais em publicidade anualmente. Já os governos estaduais e municipais gastam por volta de 400 milhões. A maior parte das campanhas publicitárias oficiais destina-se ao esclarecimento da população – como a da vacinação infantil, a da terceira idade e a da prevenção à Aids – e à divulgação institucional, como a do programa Avança Brasil. O Ministério da Educação é o maior anunciante governamental, com despesas publicitárias em torno de 80 milhões de reais; em seguida vêm o Banco do Brasil, com 51 milhões, e o Ministério da Justiça, com 47 milhões Todos os órgãos e empresas públicas dão preferência à TV para veicular suas campanhas, devido ao grande alcance dessa mídia em todo o país.

6.2. Agências

Não existem dados precisos sobre a quantidade de agências de propaganda em atividade no país, principalmente porque não há exigência legal de registro desse tipo de estabelecimento em um órgão centralizador, como ocorre em outros setores. De acordo com estimativas da Federação Nacional de Agências de Propaganda (Fenapro) e da Abap, o número de agências oscila entre 4 mil e 8 mil, em agosto de 2000.

A maior agência, em faturamento, é a Y&R, com uma cifra maior que alcançou a casa dos 2 bilhões de reais em 2005. Atualmente, a Y&R é presidida pelo empresário Roberto Justus[carece de fontes].

Das dez principais agências, quatro possuem capital 100% nacional Total, Fischer America, DPZ, Propeg e Talent), uma é 100% norte-americana (Young & Rubicam) e cinco são mistas (McCann-Erikson, com capital 78% norte-americano; Giovanni, FCB AS, com 60% norte-americano; AlmapBBDO, com 50% norte-americano; Carillo Pastore Euro RSCG, com 49% francês; e DM9DDB, que não revela a participação acionária).

Todos os anos, os melhores anúncios brasileiros participam de festivais internacionais, como os de Cannes, Londres, Clio, Nova York e Fiap, e de premiações nacionais, das quais se destacam o Prêmio Abril, o Profissionais do Ano, o de Gramado e o da Central de Outdoor. Segundo o Anuário de Propaganda da Editora Meio&Mensagem, a agência mais premiada em 1999 é a AlmapBBDO. Quarta maior agência do país em faturamento, ela arremata 13 prêmios no ano, entre nacionais e internacionais. Em seguida vêm a DM9, com 11 prêmios, e a F/Nazca, com 10.

Nos últimos 8 anos algumas agências detem direcionado seu foco para cobrir a demanda de novas mídias de forma especializada, especialmente a internet.

6.3. Propaganda na internet

De acordo com pesquisa do Anuário de Propaganda 2000, da Editora Meio&Mensagem, tanto agências quanto anunciantes consideram a internet uma grande mídia a ser explorada e apostam no e-commercepara revolucionar o mercado. Das empresas consultadas, 34% já tiveram experiência com o e-commerce e, dessas, 74% gostaram dos resultados. Porém, para Luís Lara, diretor da agência Lew, Lara Propaganda e Comunicação, por enquanto a internet é vista mais como mídia de apoio do que como ferramenta estratégica de publicidade. Isso acontece porque o mercado ainda não tem a sua disposição pesquisas confiáveis, que avaliem com segurança o que o consumidor está comprando na internet e mensurem o impacto de um grande investimento nesse tipo de mídia. De acordo com dados da Associação Brasileira de Agências de Propaganda (Abap), até agosto de 2000 menos de 1% da verba publicitária total foi destinada à internet. Poucas agências estão apostando na convergência dos meios. Mas já temos cases bem sucedidos e profissionais tomando a dianteira do negócio: Michael Lent, Mauger, Marcelo Sampayo, Rosana Fortes, Merigo e muitos outros.

7. Publicidade comparativa

Através do modelo comparativo se pretende contrapor as características do produto anunciado com os de um outro anunciante.

Segundo diz, para Ricardo Lagreca Siqueira a publicidade comparativa pode ser definida como “aquela na qual o anunciante, com o intuito de promover a implementação do consumo de seus produtos, coloca em contraposição determinadas características de produtos concorrentes, de modo a demonstrar aos consumidores algum tipo de superioridade de seu produto em relação aos demais”.

Alguns admitem que seu conceito também possa abarcar a comparação com o mercado em geral, o que geralmente se faz através de superlativos (“o mais barato da cidade”).

Paulo Luiz Durigan, por exemplo, procura integrar em seu núcleo conceitual também a publicidade superlativa de forma a “conter não a identificação do concorrente e sim, (I) a menção às próprias prestações; (II) a referência a outras prestações e (III) a comparação entre essas”.

Também pode se dar através de formato implícito ou explícito. Na primeira situação o nome ou marca do concorrente não é mostrado abertamente, mas há menções que podem identificá-lo.

Na década de 60 houve uma “explosão” sem precedentes desse modelo publicitário nos Estados Unidos, quase a colocar em colapso todo o mercado. Posteriormente foi regulada e incentivada através de instrução do Trade Federal Commission, em 13 de agosto de 1979.

É permitida no MCE desde que opere segundo o artigo 3 bis da Diretiva 84/450/CEE.

No Mercosul há um início de regulamentação através da Resolução 126/96.

No Brasil o Código Brasileiro de Auto-regulamentação Publicitária a permite, com certas restrições, definindo-a em seu artigo 8º. como sendo “toda atividade destinada a estimular o consumo de bens e serviços, bem como promover instituições, conceitos ou idéias”.

Alguns a consideram lícita e outros não: a maioria se inclina a dizer que sua licitude depende de suprir certos requisitos, os quais, de modo geral, seriam os estipulados pelo artigo 3 bis da Diretiva 84/450/CEE

Em Portugal, a publicidade comparativa está regulada especificamente no Código da Publicidade, no artigo 16.º.

fonte: wikipedia.org

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6 de fevereiro de 2011 at 13:19 1 comentário

Muito adjetivo = falta de conteúdo

Já aconteceu inúmeras vezes comigo: quando não há informação suficiente, ou quando o cliente não pode falar a “verdade” sobre o seu produto, o texto acaba cheio de adjetivos. São palavras que não dizem nada quando desacompanhadas de alguns substantivos que as suportem. E o pior: os adjetivos escolhidos são sempre os mesmos.

Agora pouco, na minha timeline do Twitter, aparece o post de uma marca de cosméticos e perfumaria falando sobre uma de suas fragrâncias masculinas. Diz assim: “Deo Colônia xxxxxxx: É a imagem da ousadia e do bom gosto, traduzindo modernidade, inovação e elegância”.

Ok, eu sei que perfume é difícil de tangibilizar, até porque o apelo não é nada tangível, é sempre subjetivo. Mas a frase acima não diz nada. O que este produto tem que o torna a imagem da ousadia e do bom gosto? Quais características que conferem a ele o poder de traduzir a modernidade, a inovação e a elegância? Aliás, é tão difícil ser inovador nos dias de hoje. Como esse perfume conseguiu?

Ao escrever sobre um produto, não precisamos abandonar os adjetivos. Mas devemos tentar fazê-los andar de mãos dadas com fatos e justificativas, para que não despenquem no vazio.

E isso vale também para o Twitter. Limitação de caracteres não é desculpa, não pode ter preguiça de adaptar o texto ao meio.

fonte: adrianabaggio.blogspot.com

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Michael Jordan 1. Isaac Newton 0. Nike (tênis)

Calvície. Você pode pará-la por meio da castração. Se isso for muito drástico, leia este anúncio.Loção capilar para homens

Você esperou 65 milhões de anos. Agora você só precisa esperar mais cinco dias. Jurassic Park (anúncio de estréia do filme)

Existem bourbons mais baratos. Também existem carnes mais magras e carros menores. Wild Turkey (bourbon)

Nossas lentes sabem como fazer uma garota ficar linda. Mesmo depois que ela as tira. Polaroid (câmeras e filmes fotográficos)

A história do mundo em prestações semanais. Revista Newsweek

No princípio, Deus criou o céu e a terra. São Francisco demorou um pouco mais. Departamento de turismo de San Francisco

Seis restaurantes no mundo podem preparar um bife perfeito. Quatro estão na Argentina. Smith Wollensky (restaurante)

Seu mais essencial equipamento de negócios não é uma máquina. É uma revista. Revista Fortune

Antes à tarde do que nunca. Motel carioca

Cem mil caminhões Volkswagen produzidos. Haja frase de pára-choque. Volkswagen (montadora de automóveis)

A única coisa mais barata do que ir à Suíça é não ir. Mas isso também não tem graça nenhuma. Swissair (companhia aérea suíça)

Como o Tarzan costumava dizer, lá fora é uma selva! Revista Adweek

Três cavalos. Duas selas. Mercedes Benz 500 SL conversível

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31 de agosto de 2010 at 13:33 Deixe um comentário

O poder de um slogan

Que um bom slogan gruda em nossa cabeça, já estamos carecas de saber. Aqui no blog, o assunto slogan já foi abordado várias vezes (uma pá de vezes, como dizem em São Paulo). Por exemplo:

1. Como funcionam os slogans publicitários

2. Dez slogans políticos

3. Todos os slogans da Coca-Cola

Entre outros.

Mas o que eu quero te mostrar, são alguns slogans que fizeram e fazem história ainda hoje, são lembrados e citados como referência. Veja:

“Just Do It” foi criada pela agência Wieden + Kennedy em 1988 é um dos slogans mais conhecidos e citados do mundo.

Criado pela agência Chiat/Day. A campanha com o slogan “Pense Diferente” foi ao ar pela primeira vez em setembro de 1997.

Criado pela McCann Erickson em outubro de 1997, o slogan “Não tem preço” rende campanhas geniais.

O slogan foi criado pela agência Ammirati & Puris em 1971.

Criada em 1971, pela agência Needham, Harper & Steers, este slogan ressalta a importância de fazer uma parada e ser recompensado por um dia estressante.

O slogan “Got Milk” foi criado pela Goodby, Silverstein & Partners em 1993. A ação foi criada para aumentar as vendas de leite que sofreram queda na Califórnia na década de 90. Muitas celebridades participaram e ficaram mais famosas por conta do seu bigodinho de leite.

Criada por uma agência de Philadelphia em 1944, o slogan ficou famoso em todas as camadas sociais e se tornou “pop”. Uma variação da frase deu nome a um dos filmes de James Bond, “Os Diamantes São Eternos”.

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12 de agosto de 2010 at 12:58 Deixe um comentário

Como funcionam os slogans publicitários

Introdução

Quantas vezes você já andou no seu carro com o rádio ligado, distraído e, horas depois, você simplesmente começa a cantarolar aquele  jingle publicitário ? Isto é considerado uma boa publicidade. Este jingle foi tão envolvente que horas depois você ainda lemba dele. O mesmo pode ser dito dos slogans publicitários. Todos os dias, somos cercados por anúncios de carros, cartões de crédito, viagens, alimentos, roupas, enfim, a lista é grande. Neste artigo, o publicitário Timothy Foster mostra como funcionam os slogans publicitários para que você possa compreender melhor as várias técnicas que as empresas utilizam para tornar seus produtos e serviços marcantes para você.

A história da publicidade

De acordo com a Encyclopedia Britannica online (em inglês), publicidade “são as técnicas e práticas usadas para anunciar ao público produtos, serviços, opiniões ou causas com o propósito de persuadi-lo a reagir de uma determinada forma ao que foi anunciado”.

No mundo antigo e medieval, a publicidade existia através da propaganda boca a boca. O primeiro passo em direção à publicidade moderna foi dado com o desenvolvimento da impressão nos séculos XV e XVI. No século XVII, os jornais semanais de Londres começaram a veicular anúncios e, no século XVIII, esse tipo de publicidade começou a se popularizar. No Brasil, no século XIX, quando a expansão da cafeicultura impulsionou as grandes cidades, a publicidade começou a aparecer em jornais e cartazes de rua para vender imóveis ou escravos, anunciar serviços de artesãos ou profissionais liberais.

A grande expansão do negócio no século XIX foi acompanhada pelo crescimento da indústria da publicidade. Foi neste século, primeiramente nos Estados Unidos, que ocorreu o estabelecimento de agências publicitárias. As primeiras agências eram, basicamente, corretoras para espaços em jornais. No início do século XX, as agências começaram a se envolver na produção da mensagem publicitária em si, incluindo cópia e trabalho artístico e, na década de 20, elas já eram capazes de planejar e executar campanhas publicitárias completas, desde a pesquisa inicial até a preparação da cópia e seu posicionamento em várias mídias. (mais…)

6 de agosto de 2010 at 21:38 Deixe um comentário

10 SLOGANS de políticos

Slogan é um texto curto e de fácil assimilação. Deve ficar gravado na cabeça dos clientes. Pronto, essa é a explicação do que é um slogan. Simples assim.

Alguns slogans são tão legais, mais tão legais, que passam a fazer parte do dia-a-dia da sociedade. Exemplo disso é o “Amo muito tudo isso”, ou “Tem coisas que o dinheiro não compra…”, “Põe na consul” e por aí vai…

Juntando a publicidade com a política (já que esse ano temos eleições) gostaria de dividir com vocês alguns slogans de meio político. Acredito que a maioria das frases foi criada pelos próprios candidatos, sempre com um tom do humor para a esculhambação.

10º lugar – Slogan da campanha tucana para o ano de 2010. Lembra muito o slogan “Yes, we can” (Sim, nós podemos), utilizado por Barack Osama Obama na campanha presidencial americana. (Há quem discorde)

O Brasil pode mais.” Será que ele quis dizer que pode mais político ladrão?

9º lugar – Guilherme Bouças, com o slogan:

“Chega de malas, vote em Bouças.” É, e a mãe dele rodando “Bouçinhas”

8º lugar – Grito de guerra do candidato Lingüiça, lá de Cotia (SP).

“Lingüiça Neles!” Ah! Não tem mais trema

7º lugar – Em Descalvado (AL), tem um candidata chamada Dinha cujo slogan é:

“Tudo Pela Dinha.” Pra ter um slogan desses, deve ser uma baranga. Duvido que uma “mulé” boa diga isso. (Hum… Pensando bem, duvido não)

6º lugar – Em Carmo do Rio Claro, tem um candidato chamado Gê.

“Não vote em A, nem em B, nem em C; na hora H, vote em Gê.” Esse é criativo e sabe pelo menos o ABCEDÁRIO

5º lugar – Em Hidrolândia (GO), tem um candidato chamado Pé.

“Não vote sentado, vote em Pé.” Putz

4º lugar – E em Piraí do Sul tem um gay chamado Lady Zu.

“Aquele que dá o que promete.” Sabe como é, cada um dá o que quer…

3º lugar – A cearense chamada Debora Soft, stripper e estrela de show de sexo explícito. Slogan:

“Vote com prazer!” Relaxe, goze e depois se arrependa

2º lugar – Candidato a prefeito de Aracati (CE):

“Com a minha fé e as fezes de vocês, vou ganhar a eleição.” Esse é um candidato de merda

1º lugar – Em Mogi das Cruzes (SP), tem um candidato chamado Defunto:

“Vote em Defunto, porque político bom é político morto!” Ah! Falou e disse. Até que enfim um slogan verdadeiro

Menção honrosa – O falecido eterno candidato à Presidência da República, Enéias Carneiro, com o slogan:

“Meu nome é Enéias” 56

Moral da história – Não vote nesses filhos da p#$%&*.

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24 de maio de 2010 at 12:50 4 comentários

Rendundância

Durante as aulas de Língua Portuguesa e Redação Publicitária, aprendemos sobre Pleonasmos, Redundância e Vícios de Linguagem. Pode ser que alguns (ou muitos) já conheçam este vídeo, mas vale postar pq ele é super engraçado. Sempre me escangalho de rir com o gordo (se bem que ele não aparece muito).

BREVE DESCRIÇÃO : “Pleonasmo” pode ser tanto uma figura de linguagem quanto um vício de linguagem. Palavra de origem grega e significa redundância de termos, o exagero, a superabundância. O pleonasmo é, portanto, uma redundância (proposital ou não) em uma expressão, enfatizando-a. Já o “Pleonasmo Vicioso” trata-se da repetição inútil e desnecessária de algum termo na frase. Esse não é uma figura de linguagem, e sim um vício de linguagem. Fontes: Wikipedia e Roberto Mauro Thomaz

Infelizmente a quantidade de expressões redundantes que utilizamos no dia-a-dia sem perceber é enorme. E por incrível que pareça, nos textos publicitários também há grande incidência (palavra bonita né?) desses erros.

Vejamos os mais comuns, os QUE VOCÊ NÃO DEVE USAR. Vê se não vai cair nessas armadilhas.

* Acabamento final – Se acabou já é o final.

O acabamento final do trabalho de criação ficou maneiríssimo.

* Certeza absoluta – Toda certeza é absoluta. Não existe meia certeza.

Tenho certeza abslouta que vô fazê aquele estágio e ganhá uma bolça (foi de propósito) aussílio (esse também) legal.

* Quantia exata – Esse deixa com o pessoal da contabilidade.

Acho que não conseguimos a quantia exata para fazer a chopada.

* Metades iguais – Metade é meio-a-meio, ou seja, 50% do total de 100%. Entendeu?

As metades, da laranja, dois amantes dois irmãos, duas forçar… (oba! Fábio Jr.)

* Há anos atrás – Há já denota passado. E vê se não confunde trás com traz.

Se eu tivesse prestando atenção nas aulas de estatística há 2 semestres atrás, não estaria enrolado agora.

* Detalhes minuciosos e Pequenos detalhes – Os detalhes já dizem respeito a coisas detalhadas, pequenas.

O trabalho de criação precisa de pequenos detalhes.

* Livre escolha – Não existe escolha imposta.

É por sua livre e espontânea escolha que você escolheur estudar publicidade?

* Conviver junto – Quem convive, convive com alguém. A não ser depois do casamento, aí você aprende a incrível arte de conviver separado.

Não dá pra conviver junto com o pessoal do meu grupo, eles largam tudo na minha mão.

* Fato real – Isso me lembra algumas manchetes de jornal – Baseado em fatos reais.

Quem estuda jornalismo precisa escrever matérias baseadas em fatos reais. Quem faz publicidade não!

* Surpresa inesperada – Alguém espera uma surpresa? Sim! Quando você estiver fazendo estágio/trabalhando vai descobrir que festa surpresa nunca é surpresa.

Tive uma surpresa inesperada quando vi minha nota.

* Absoluta exatidão – Exato e absoluto possuem o mesmo sentido.

Xiiii, esse não tenho exemplo.

* Beco sem saída – Todos os becos são sem saída. Exceto na favela…

Não tem jeito, amanhã é a prova de Marketing e eu não estudei nada. Estou num beco sem saída.

* Velha tradição – Toda tradição é antiga, muito antiga e portanto velha. Minha avó que o diga – é cheia de tradições.

Segundo a velha tradição da publicidade, é mais difícil agradar o professor do que o cliente.

* Goteira no teto – Goteira é referente a pingar e se pinga (não é a cachaça) só pode estar acima de nós. Se bem que pode ter uma goteira na pia.

No banheiro da faculdade tem goteira no telhado. (Tem não gente, isso é só um exemplo)

* Despesas com gastos – Xiiii, isso é da área de contabilidade. Nem vou me meter.

Vai lá no outro bloco e pergunta pro pessoal de contábeis.

* Ganhar grátis – Ninguém paga pra ganhar alguma coisa.

Ultimamente não ganhamos de graça nem injeção na testa.

* Elo de ligação – Por elo já subentende-se ligação.

O subtítulo é o elo de ligação entre o TÍTULO e o TEXTO, passando pelo SLOGAN.

* Criação nova – Não é possível criar algo que já exista. Se bem que em publicidade isto é o que mais acontece.

Na comunicação nada se cria, tudo se copia. (e cola)

* Expectativa de futuro – As expectativas sempre são para situações futuras.

As minhas expectativas para o futuro são… Lembrar os 4 P’s do marketing (ou será que são 5?)

Mais de 1 milhão de pessoas assitiram Tropa de Elite nos cinemas (…) Marcos Prado, um dos produtores do filme, faz uma estimativa de público de 5 milhões. “Antes da pirataria, uma expectativa de público pessimista era algo em torno de 1,5 milhões de pessoas. Na minha opinião pessoal, o filme fará 5 milhões”, apostou. *** Na "minha opinião pessoal" , ainda bem que o Marcos Prado é o Produtor, e não o Roteirista. Imaginem a cena aí de cima.

Estes são exemplos pra descontrair um pouco. Sabe como é aluno de publicidade sofre e precisa relaxar (só relaxar, gozar é outra história)


Político ladrão | Homem bruto | Mulher inteligente | Criança chata | Flamenguista perigoso | Vascaíno sofredor | Conrinthiano vagabundo | São paulino metido | Pai de santo gay | Miss Universo burra | Estudante de publicidade que não sabe a diferença entre publicidade e propaganda | Etc e etc..

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7 de maio de 2010 at 13:14 Deixe um comentário

Trabalho: Discutindo a ideologia dos publicitários

Para a disciplina Comunicação, Sociedade e Cultura foi proposto um trabalho em que os alunos deveriam discutir sobre a ideologia dos Publicitários. Pois bem, entre um sufoco aqui, um desespero ali e um “eu não entendi nada” acolá, todos os grupos conseguiram apresentar algo, caracterizado como satisfatório, pelo professor.

Foram propostas 4 perguntas, veja:

  1. Você aceita, como bom e útil para seu grupo, que os meios de comunicação funcionem, basicamente, sustentados pelos anúncios publicitários?
  2. O que leva a sociedade a aceitar, sem discutir, que a veiculação de notícias e de outros bens culturais deva ser sustentada pelos grandes capitalistas e pelos governos, através das campanhas publicitárias?
  3. Alguns autores costumam afirmar que existem dois grandes módulos ideológicos no processo publicitários: a ideologia do progresso e a ideologia do prazer. Pela ideologia do progresso aceita-se que tudo o que é novo ou fruto da técnica é bom. A técnica transforma-se em símbolo do poder, da paz, da liberdade, da civilização, da felicidade, da democracia. Pela ideologia do prazer, a pessoa humana passa a ser identificada e reduzida aos seus impulsos e aos seus desejos. Acrescentaríamos, também, a ideologia da competência, visto que a sociedade costuma privilegiar as pessoas que vencem sozinhas, demonstrando capacidade de luta e superando os elementos de sua comunidade pela sua própria “competência”. A própria publicidade se afirma “competente”, por excelência.
  4. A sociologia denomina de estereótipos a vulgarização de conceitos errados a respeito de pessoas, grupos humanos e situações. Colecione 5 ou 10 mensagens publicitárias publicadas em revistas ou jornais e procure identificar quais os conceitos veiculados a respeito:

DISCUTINDO A IDEOLOGIA DOS PUBLICITÁRIOS

Uma análise da publicidade nunca deve esquecer de examinar as funções ideológicas das mensagens. É por este caminho que chegaremos a dar mais objetividade às nossas desconfianças pessoais e grupais com relação ao trabalho sério, honesto e profissional das agências de publicidade.

Ideologia, como a maioria das pessoas sabem, é uma… clique aqui para baixar

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5 de abril de 2010 at 18:34 Deixe um comentário

Dicas para um bom texto publicitário

fonte: webinsider.uol.com.br/por Zeca Martins

Um texto publicitário não costuma seguir normas rígidas, mas usar palavras simples, manter o trato coloquial, fornecer informação e fazer o target sonhar sempre ajuda.

Não vou tomar seu tempo com determinada questiúncula corrente alhures, acerca de dever o texto publicitário ser curto ou longo. De cara, já vou afirmar que o texto de um anúncio não pode mesmo é ser pedante como a frase anterior (questiúncula corrente alhures, acerca de…? Que horror!). Faço a seguir algumas observações baseadas na experiência do dia–a–dia, e alerto que são apenas observações, porque não creio em normas rígidas para nada, muito menos para a elaboração de um texto publicitário. <<Clique em mais para ler a continuação>>

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(mais…)

28 de março de 2010 at 13:22 Deixe um comentário

Como cantar um designer

fonte: umpassinhoafrente.com.br

Uma tag no Twitter terminou por gerar essa divertida lista abaixo com 50 maneiras de se cantar um designer ou diretor de arte. Bem, algumas são até bem criativas (mas não tanto quanto as que estão rolando nas promoções realizadas pelo @fvrec no Twitter esta semana).

As linhas em negrito são as melhores – na opinião do QUASE – é claro.

  1. C MY KÊ?
  2. Você é o CSS do meu HTML
  3. Quando te vi, travei igual o corel draw!
  4. Meu amor por você brilha como a intensidade branca de R0 G0 B0.
  5. Você é tão linda que nem precisa de photoshop
  6. Que curvas, se eu te pego te transformo em JPEG
  7. Sexo A3 ou A4?
  8. Você está sempre dentro do meu corel (analogia ao core s2)
  9. Adoraria ter você no meu portfolio
  10. Por você eu uso até Comics Sans!
  11. Eu conto os pixels para poder te ver e o Corel Draw é meu pior castigo.
  12. O teu sorriso transforma meu dia, de pixel a vetor.
  13. Você não é tipografia, mas faz o meu tipo.
  14. Você não é logo, mas faz o meu tipo.
  15. Quando deus te desenhou ele usou photoshop
  16. Que belo grid você tem aí hein?
  17. Me joga no desktop e me chama de wallpaper
  18. Minha vida com você é brainstorm de emoções e que não precisa de aprovação para saber que sem você não há arte final.
  19. Você deixa o meu mundo menos greyscale.
  20. Me joga na sua paleta e me chama de pantone
  21. Será que esse MAC tem MSN?
  22. Vou transformar seu rascunho em arte-final.
  23. Você é minha “FONTE” de inspiração
  24. Quer ter um Pixel com você!
  25. Seu eu pudesse dava um Ctrl+D .. e Ctrl+S para não te perder.
  26. Vc é a minha magenta que faltava no meu CMYK.
  27. Você é o pixel que completa minha imagem.
  28. Se o thumbs é assim, imagina o fullscreen!
  29. Rosas são #FF0000, violetas são#0000FF…
  30. Quando Deus te desenhou ele estava usando Tablet
  31. Me cola na sua layer e me chama de objeto!
  32. Casa, comida e 600dpi
  33. Sozinho eu era .jpg com você sou um gif animado.
  34. Vamos diminuir o kerning entre nós dois?
  35. MAC coisa linda.
  36. Nossa mas que bela interface você tem!
  37. Com vc meu mundo fica mais colorido que qualquer escala pantone!
  38. Pra Deus vetorizar outra que nem você, nem com tutorial.
  39. Você faz o meu fire… works.
  40. Vc é a minha linha Guia!!!!
  41. Nossa gatinha, calma! Assim CMYK-ansa!
  42. Você é muita resolução pro meu monitor!
  43. Qual é o atalho pra sua layer de baixo ?
  44. Posso embedar um beijo.tiff no seu rosto.ai ?
  45. Você é meu Object de desejo.
  46. Seu pai é o steve jobs? não? mas vc é uma maçã!
  47. …E aí gatinha, Cmd+G?
  48. Você foi um insight na minha vida!
  49. Quando Deus te layoutou, ele tava conceituando!
  50. Me rasterizo por você!!!

fonte: umpassinhoafrente.com.br

16 de março de 2010 at 07:12 Deixe um comentário

5 frases sobre Marketing

Cinco frases sobre marketing

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***
Profª diz: Estão vendo este slide? Então, isso é o coração; isso é o bonequinho da oi (apontando para o bonequinho da vivo).
***
Profª diz: Os publicitários devem ser como detetives. Igual aquele detetive "Xerox Holmes" --> Juro que ela falou isso!
***
Prof diz: Semana q vem traz um vídeo do Super Bowl, um vídeo em Jpeg. VÍDEO EM JPEG??? Ai Pai altíssimo. Qta ignorância.
***
Prof. diz: Vamos fazer uma votação pra escolher o melhor jingle. Qual vocês preferem?
Turma responde: Quais os jingles que tem?
Prof. diz: - Só um.
Turma responde: Ué, então vai fazer votação pra que?
***
Prof informa: "Pessoal, não dá pra imprimir branco"
Aluno 1: "Ué, mas e se eu quiser..."
Aluno 2: "E se eu levar na gráfica..."
Aluno 3: "Ué, mas tem um cartaz aí na parede com letras brancas."
Aluno 4: "Mas e se..."
Prof interrompe: "Gente, o branco é o do papel"
Aluno 1: "Mas e se o papel for verde, tem como?"
Aluno 2: "O prof. a parede é branca."
Prof interrompe (meio puto já): "A parede não passou na impressora né?"
***
Prof pergunta: "Quais os 4 P's do marketing"
Aluno responde: "Compras, Comércio, Causas, Cidade"
***
Prof pergunta: "Digam um local no Rio de Janeiro em que morem pessoas da classe A".
Aluno responde: "Brasília"
***
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