Posts tagged ‘cinema’

Cientistas revelam como criar slogans memoráveis

Com falas de filmes retiradas do IMDb, pesquisadores de Ciência da Computação da Universidade Cornell dizem ter descoberto a fórmula para criar frases de impacto

Frases de impacto podem ser tiradas dos longas de diretores como Quentin Tarantino ou George Lucas, segundo a fórmula dos pesquisadores americanos

Com uma lista de citações do IMDb, famoso site com informações técnicas sobre filmes na internet, um grupo de cientistas da computação da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, acredita ter criado um método para entender como frases são eternizadas em slogans de publicidade.

Na pesquisa, os cientistas analisaram frases retiradas diretamente de cerca de 1000 filmes no IMDb. Com esses dados, eles identificaram que frases com pronomes pessoais (eu ou você, aqui usado como tu) e artigos indefinidos são mais memoráveis porque trazem uma noção de proximidade durante a fala. Verbos no passado funcionam para identificar eventos específicos, enquanto verbos no presente são bons para traduzir conceitos mais gerais.

O levantamento separa dois tipos diferentes de citações: frases com mudanças de sentido ou mudanças sonoras; e frases que trazem ideias mais genéricas. A frase “meio milhão de dólares podem ser perdidos”, de Jackie Brown, dá uma noção de quebra, de contradição. Já a frase “há muito tempo atrás, numa galáxia muito, muito distante”, de Star Wars, traz uma ideia genérica, que pode ser lembrada em outras situações.

A pesquisa chega até a analisar como elas se transformam em memes na internet e são difundidas no Twitter.

O estudo explica, por exemplo, porque personagens de filmes com sotaque ou falas engraçadas são mais lembrados, principalmente se as frases podem ser utilizadas em outro contexto. Por outro lado, personagens como os do diretor George Lucas são ótimos para emplacar slogans com significados mais abertos, abrangentes

A pesquisa não usa discursos de pessoas famosas, como Steve Jobs ou o primeiro-ministro Winston Churchill. Cristian Danescu-Niculescu-Mizil, Justin Cheng, Jon Kleinberg e Lillian Lee deram preferência para frases mais famosas da cultura pop, como a saga Star Trek.

fonte: exame.abril

20 de abril de 2012 at 11:06 Deixe um comentário

8 filmes e 2 séries para quem gosta de publicidade

Atraente, luxuoso, cheio de intrigas? Saiba como o cotidiano da propaganda é retratado nas telas

Mad Men

Título original: Mad Men

Ano: desde 2007 (EUA)

Criação e produção: Matthew Weiner
Com: Jon Hamm, Christina Hendricks, John Slattery, Elisabeth Moss e Vincent Kartheiser

Mad Men é uma aclamada série americana que se passa na agência de publicidade Sterling Cooper, na Madison Avenue, em Nova York, no início dos anos 1960.

Em torno do protagonista, o diretor de criação Donald Draper (Jon Hamm), aparecem os demais sócios e funcionários da empresa, além de sua família. No desenrolar dos episódios – atualmente, a quinta temporada está em fase de criação e deve estar pronta para ser exibida em 2012 – um panorama social da época vai sendo mostrado, em um contexto em que preconceito racial, sexismo e cigarros são elementos do dia a dia.

A série já levou diversos prêmios, incluindo quatro Golden Globes e treze Primetime Emmy Awards. No Brasil, é exibida pelo canal HBO.

Essa série é sensacional. Bacana conhecer como funcionava a publicidade nas décadas passadas, como funcionavam os cambalachos rsrsrsrs (cambalacho ou cambalaxo?).

Trust Me

Título original: Trust Me

Ano: 2009 (EUA)

Criação: Hunt Baldwin e John Coveny
Com: Eric McCormack, Tom Cavanagh e Monica Potter

Estrelada por Eric McCormick e Tom Cavanaugh, a série norte-americana Trust Me foi cancelada pela TNT apenas uma temporada após ter começado devido aos tristes números de audiência.

O drama descrevia o universo da agência de publicidade RGM, de Chicago, em que os inseparáveis amigos Mason e Conner formam também uma famosa dupla no meio profissional. A história muda quando Mason é promovido e McGuire, não, e a amizade dos dois é colocada em prova.

Essa série é maior barato. Adoro, assisti toda ela em menos de uma semana e me garantiu algumas boas risadas…

O Comerciante

Título original: Viktor Vogel, Commercial Man

Ano: 2001 (Alemanha)

Direção: Lars Kraum
Com: Götz George, Alexander Scheer, Chulpan Khatamova, Gudrun Landgrebe, Maria Schrader, Vadim Glowna, Nele Mueller-Stöfen, Heninz-Werner Kraehamp

À procura de emprego de uma agência de publicidade, o garoto Victor Vogel cai de paraquedas em uma reunião e, ao dar um palpite, acaba sendo descoberto por uma cliente que deseja seu trabalho para novos comerciais.

Graças a uma “ajudinha” de sua namorada, Vogel cai nas graças do publicitário Edward Kaminsky, dono da agência. A oportunidade, no entanto, acaba colocando o namoro em risco por causa das mentiras do garoto.

Volta, Meu Amor

Título original: Lover Come Back

Ano: 1961 (EUA)

Direção: Delbert Mann
Com: Doris Day, Tony Randall e Rock Hudson

Nessa comédia romântica, Jerry Webster (Rock Hudson) e Carol Templeton (Doris Day) trabalham em agências de publicidade diferentes e vivem um clima de competição. Enquanto Webster ganha clientes por meio de métodos eticamente discutíveis, Carol tenta manter-se no caminho saudável da profissão.

As atitudes da personagem mudam quando, cansada de perder clientes para o concorrente, Carol resolve se vingar e recorre a um enigmático cientista, que é, na verdade, o próprio Jerry Webster disfarçado.

O filme foi indicado para o Oscar de Melhor Roteiro no ano emque foi lançado.

99 Francos

Título original: 99 Francs

Ano: 2007 (França)

Direção: Jan Kounen
Com: Jean Dujardin, Jocelyn Quivrin e Patrick Mille

Baseado na autobiografia do ex-publicitário Frédéric Beigbeder, 99 Francos traz um debate semelhante ao proposto pelo fotógrafo Oliviero Toscani no livro “A publicidade é um Cadáver que nos Sorri”.

No filme, o abuso da propaganda e a sociedade do consumo desenfreado são atacados em seis capítulos narrados, cada um, conforme um pronome pessoal ou de tratamento, pelo personagem principal, Octave, publicitário de considerável prestígio dentro e fora da agência em que trabalha.

Octave entra em uma crise depressiva e começa a usar drogas a partir do momento em que vê uma de suas ideias ser totalmente distorcida pelo presidente de uma grande firma de iogurtes atendida pela agência.

Agência de Assassinos

Título original: Agency (ui que meda)

Ano: 1981 (EUA)

Direção: George Kaczender
Com: Lee Majors, Robert Mitchum, Valerie Perrine

Um misterioso milionário (Robert Mitchum) compra uma agência de propaganda e começa a substituir todos os funcionários por pessoas que nada parecem saber de publicidade.

O personagem de Lee Majors descobre então que a intenção, na verdade, é usar propagandas subliminares para influenciar a população a votar em políticos de seu círculo de relacionamentos.

O Grande Sucesso de Rock Hunter

Título original: Will Success Spoil Rock Hunter?

Ano: 1957 (EUA)

Direção: Frank Tashlin
Com: Tony Randall, Jayne Mansfield, Joan Blondell e Betsy Drake

Para não perder o emprego e conseguir salvar sua carreira, o publicitário Rockwell P. Hunter (Tony Randall) precisa convencer uma famosa atriz e símbolo sexual da época (Jayne Mansfield) a estrelar o comercial que acaba de criar para uma marca de batons.

A personagem de Jayne, porém, quer algo em troca, e não é dinheiro. Para não virar desempregado, Rockwell P. Hunter terá de se passar por amante da estrela.

Enquanto Jayne Mansfield interpreta uma caricatura de… Jayne Mansfield, o filme traz algumas sutilezas sobre o mundo publicitário e se consagra como uma das comédias memoráveis dos anos 50.

Crazy People, Muito Loucos

Título original: Crazy People

Ano: 1990 (EUA)

Direção: Tony Bill
Com: Daryl Hannah, Dudley Moore, Paul Reiser e J.T. Walsh

Nesta sátira à publicidade, Emory Leeson (Dudley Moore) passa por um momento delicado quando sua esposa o abandona. O publicitário então, num surto de honestidade, cria uma campanha em que só se diz a verdade sobre os produtos. Charles F. Drucker (J.T. Walsh), seu chefe, acha a ideia absurda e o obriga a se internar em um hospital psiquiátrico.

O material da campanha, porém, acaba sendo impresso por engano e se torna um enorme sucesso, motivo pelo qual Leeson é chamado de volta à agência. Agora, no entanto, ele se recusa a deixar a instituição. Em meio aos loucos, encontrou sua verdadeira paixão, a paciente Kathy Burgess (Daryl Hannah), e colegas com quem cria campanhas muito mais criativas e fora do comum do que as de seu passado.

Do que as Mulheres Gostam

Título original: What Women Want

Ano: 2000 (EUA)

Direção: Nancy Meyers
Com: Mel Gibson, Helen Hunt, Marisa Tomei e Bette Midler

Nick Marshall (Mel Gibson) é o diretor de criação de uma das melhores agências de publicidade dos anos 80.

Machista, egocêntrico e dono de um charme irresistível, Nick vive convencido de que seu gênio criativo o reserva o lugar número 1 na agência. É quando é surpreendido com a chegada de uma nova chefe de criação, Darcy Maguire (Helen Hunt). Com Darcy, surgem campanhas focadas no público feminino e Nick se vê obrigado a criar ações geniais para ELAS.

No processo de tentar entender quem são essas consumidoras, como usam os produtos e o que as atrae, Marshall sofre um acidente que o torna capaz de ouvir os pensamentos das mulheres. Inicialmente enlouquecido com as centenas de vozes que ecoam ao seu redor, com o tempo, Nick vai percebendo que seu novo poder lhe traz vantagens.

Como Fazer Carreira em Publicidade

Título original: How to Get Ahead in Advertising

Ano: 1989 (Reino Unido)

Direção:  Bruce Robinson
Com: Richard E. Grant e Rachel Ward

Dennis Bagley (Richard E. Grant) é um publicitário de sucesso que vive uma rotina de jantares luxuosos em uma casa nos arredores de Londres. Em meio a tentativa de criação de uma campanha para um creme contra acne, Bagley entra em uma das piores crises criativas e pessoais de sua carreira.

Enquanto o prazo final para a entrega da campanha vai chegando e sob a ameaça de retirada da conta da agência pela empresa devido aos seguidos adiamentos, o publicitário começa a questionar a ética da profissão. Na companhia de sabão, escova e apenas um avental, Bagley resolve livrar sua casa de qualquer marca de publicidade.

Decidido a largar a profissão, Bagley se vê diante de uma incógnita quando percebe o nascimento de uma espinha gigante no pescoço. Pior, trata-se de um “monstro” falante, rude e arrogante, extremamente parecido com o publicitário do início do filme.

fonte: exame.abril.com.br

Tudo Pelo Poder

Título original: The Ides of March

Thriller político centrado na campanha de um candidato democrata à presidência dos Estados Unidos. Sthephen Myers (Ryan Gosling) é um jovem e ambicioso diretor de comunicação que não mede esforços para promover o seu candidato, o governador Mike Morris (George Clooney)

Este último foi sugestão do nosso amigo @Mahtheuz – Valeu…

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2 de fevereiro de 2012 at 00:16 Deixe um comentário

Artistas e seus comerciais antes da fama

Antes de chegar a tão cobiçada fama, várias estrelas de cinema e televisão já ralaram demais em comerciais. Confira uma lista de  comercias de grandes atores e atrizes antes da fama.

Salma Hayek – Burger Boy

Brad Pitt – Pringles

Morgan Freeman – Listerine

Jack Black – Atari

Leonardo DiCaprio – Fred Meyer Clothing

Dustin Hoffman – Volkswagen

Cate Blanchett – Tim Tams

Sarah Michelle Gellar – Burger King

Lindsay Lohan – Jello

Taylor Momsen – Shake and Bake

Alyson Hannigan – Mylanta

Abigail Bresline e Ashley Tisdale – Toys R Us

fonte: Unreality Magazine

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12 de janeiro de 2012 at 12:46 1 comentário

As profissões que estão em alta

Redes sociais são tendência para carreira de publicidade e marketing

As companhias entraram de vez nas redes sociais – e levaram junto as campanhas publicitárias. Como consequência, cresce a demanda por profissionais de publicidade e marketing totalmente sintonizados à onda das novas mídias.

No entanto, saber tudo sobre Twitter e Facebook é essencial, porém não é suficiente.

O novo cenário pede pessoas que “sejam uma mistura de relações públicas, psicólogo, jornalista e publicitário, mas que também tenham conhecimentos matemáticos, já que tudo pode ser medido em tempo real”, diz Gil Giardelli, professor de marketing digital da pós-graduação da ESPM.

A formação tem que ir além. Para seguir a lógica e o ritmo dessa era,  o profissional precisa ter conhecimentos de edição de vídeo e fotografia para criar soluções em tempo real. Fato que requer rapidez e muita criatividade.

Junte-se a isso as habilidades típicas de quem trabalha no meio offline, como entender profundamente o mercado e os negócios do cliente, além do comportamento do público-alvo na internet.

“O grande desafio hoje é equilibrar as campanhas em todas as mídias”, diz o professor. Ganha pontos quem tiver a resposta e a estratégia ideal para essa convergência.

Investimentos no Brasil impulsionam procura por consultores fiscais

Dos bastidores no caixa positivo das empresas vem um profissional que tem assumido posição de destaque crescente nos últimos anos: o consultor fiscal. No emaranhado da legislação tributária no Brasil, é ele o responsável por encontrar o caminho que trará as menores despesas e a oportunidade de ganho ou crédito no pagamento de impostos.

“A procura por profissionais do setor aumentou 65% desde 2009, com a ampliação do investimento de multinacionais no país que precisam desvendar o complexo sistema tributário brasileiro”, aponta João Marco, headhunter da Michael Page.

Um consultor fiscal não depende apenas de uma calculadora e paciência, mas de conhecimentos jurídicos básicos e da recorrente atualização sobre a conjuntura macroeconômica no país.

“É fundamental entender o alcance dos impostos na gestão do orçamento público, para visualizar as consequências e possíveis brechas na legislação que diminuem o impacto financeiro para a empresa”, explica Clóvis Costa, coordenador do curso de Economia das Faculdades Oswaldo Cruz.

Trabalham na área os profissionais formados em Economia, Contabilidade, Administração e, em alguns casos, Direito, que tenham especialização em gestão financeira e setor tributário. O profissional precisa não ter medo de números, ter a capacidade de analisar estrategicamente os índices macroeconômicos e ainda o conhecimento de idiomas, principalmente inglês.

Segundo exemplificou Marco, uma multinacional instalada no Brasil precisa de cerca de 28 consultores fiscais que, em geral, trabalham em três tipos de cargo: na análise de impostos diretos como Imposto de Renda, na análise de impostos indiretos como IPI e ICMS, e no planejamento tributário. O último caso é o que assume a posição mais estratégica e, por isso, a remuneração mais alta.

Se há impostos,  há a necessidade de consultores fiscais. “Enquanto não houver reforma do sistema tributário, o consultor financeiro assumirá um papel decisivo para as empresas. Caso um dia o sistema seja simplicado, ele também irá continuar a desempenhar funções adaptadas que têm incidência direta no desempenho das companhias”, diz Costa.

Design thinking abre espaço para diferentes formações

Ebulição do mercado consumidor brasileiro puxa relevância do conceito de design thinking – metodologia para criar produtos, serviços e soluções com base nas demandas de mercado.

A chave do trabalho é decodificar os anseios (conscientes e subconsientes) dos consumidores e responder à necessidades ainda não percebidas pelo mercado.

“O profissional precisa ter a capacidade de se colocar no lugar da pessoa que vai usar o produto ou serviço”, diz Tennyson Pinheiro, diretor da LiveWork Brasil.

Nesse meio o tipo de formação fica em segundo plano. O que conta é o perfil de cada profissional. Essas características se desdobram em curiosidade, empatia com o consumidor, capacidade de trabalhar em equipe e facilidade para lidar com as pressões do mundo corporativo.

“Ele precisa saber tornar ideias etéreas em produtos concretos”, diz Anna Barroso, sócia da Ologia.

Geralmente, as agencias dedicadas a esse serviço trabalham com equipes multidisciplinares que mudam conforme o perfil do projeto em questão. Por isso, podem trabalhar na área de designers a engenheiros, passando por administradores, publicitários, biólogos, geógrafos, entre outros.

“É mais uma questão de habilidade do que de profissão”, diz Pinheiro.

A ESPM-SP possui dois cursos de extensão voltados para o tema. Além dela, outras instituições, como a FIA/USP, devem incorporar à sua grade de disciplinas cursos voltados ao tema.

Biomédicos atuam em empresas e pesquisas genéticas

Nem só de análises clínicas vive um profissional com diploma em Biomedicina. As oportunidades para biomédicos têm acompanhado a expansão do mercado de trabalho e a necessidade de profissionais com especializações relacionadas à genética e biotecnologia.

“A grande parte dos biomédicos atuam nas áreas de pesquisa básica ou no diagnóstico e análises clínicas, mas a procura por profissionais especializados em engenharia genética, fertilização in vitro e biotecnologia tem crescido nos últimos anos”, explica Eloi Francisco Rosa, coordenador adjunto do curso de Biomedicina na Faculdade São Camilo.

Dados do Sindicato dos Biomédicos Profissionais do Estado de São Paulo mostram que as novas contratações de biomédicos no ano passado aumentaram 23%, em relação a 2009.

“Os setores farmacêutico, hospitalar e de serviços, onde podem atuar os profissionais de Biomedicina, estão em processo de consolidação, com fusões e aquisições, o que aumenta a gama de oportunidades”, explica Juliana Nunes, sócia-gerente da consultoria Asap.

O mercado está procurando biomédicos em diversos campos de atuação e com níveis mais altos de formação profissional. “Além das especializações na área acadêmica ou nas áreas de saúde, hoje observamos o surgimento de cursos voltados para gestão de laboratório, medicina nuclear e radioterapia”, diz Rosa.

Um profissional formado em Biomedicina pode trabalhar também dentro das empresas, segundo Rosa, com correção de materiais científicos e também com a reformulação de laboratórios de pesquisa. “Uma outra tendência é a procura recente dos biomédicos por concursos públicos destinados às carreiras de perito criminal e análises forenses”, aponta o coordenador.

As universidades estão de olho na procura e aumentando o número de cursos de Biomedicina no país. Em 2012, a USP vai lançar bacharelado em ciências biomédicas, com 40 vagas, no ICB (Instituto de Ciências Biológicas, na Cidade Universitária).

Profissional prepara empresa para enfrentar desastres

Aos poucos, a carreira de gestores de continuidade de negócios começa a ganhar destaque no Brasil. Eles são os responsáveis por elaborar um plano alternativo para as empresas em caso de desastres, como o que vitimou o Japão há alguns dias ou o que assolou a região serrana do Rio de Janeiro, no fim de janeiro.

Parte dessa valorização está ligada à pressão dos investidores internacionais. “Ninguém quer que o cenário do ataque ao World Trade Center se repita”, diz o Jeferson D’Addario, diretor da consultoria de gestão de riscos Daryus.

Mas também porque o mercado nacional está amadurecendo graças a algumas regulamentações. Os setores financeiro e de óleo e gás são os que apresentaram os melhores avanços nos últimos anos.

A expectativa é de que até a Copa do Mundo e as Olimpíadas, a profissão deve ganhar mais espaço no Brasil.

“Uma equipe fará um mapeamento de possíveis riscos, como um inundação ou um ataque terrorista”, afirma Alexandre Guindani, autor de um livro sobre assunto que deve ser lançado em breve.

A maior parte do tempo o trabalho é prevenir, planejar e cruzar os dedos para que nada aconteça. Se acontecer, o foco é liderar equipes para cumprir o plano B.Para atuar no setor, o profissional precisa ter um profundo conhecimento de detalhes do negócio em questão para que possa ver o desastre para além dos fatos.

Ainda não existe nenhum curso voltado para o setor. Profissionais formados em engenharia ou administração, entre outros, podem tentar dois tipos de certificação, a DRII (Disaster Recovering International Institute) e BCI (Business Continuity Institute) .A certificação, contudo, não é obrigatória.

Produção de medicamentos demanda farmacêuticos para pesquisa

Das primeiras fórmulas até chegar às prateleiras, a produção de um medicamento pode levar até quinze anos. Desses, cerca de sete são destinados apenas à pesquisa clínica – quando o remédio é testado em seres humanos.

Essa é uma das etapas decisivas para que o produto seja aprovado pelos órgãos regulatórios do setor, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). E, por isso, o setor precisa de profissionais especializados em estudos clínicos, com destaque para os farmacêuticos.

Nessa fase, os farmacêuticos podem se dividir em atividades que vão desde o gerenciamento de detalhes do estudo, como o perfil do paciente que receberá cada dose do medicamento, até checar se as etapas da pesquisa estão dentro dos padrões exigidos.

“A partir da lei de patentes e da resolução 196 do Conselho Nacional de Saúde, a indústria farmacêutica mundial passou a conceber o Brasil como um ambiente viável para a produção de medicamentos, incluindo a etapa de testes clínicos”, afirma Dagoberto Brandão, coordenador do curso de pós-graduação em pesquisa clínica da Oswaldo Cruz e presidente da PHC Pharma Consulting.

Mas a legislação não foi o único atrativo. De acordo com Lenio Alvarenga, diretor associado de operações clínicas da Pfizer, as características da população brasileira também contribuíram para o cenário. “A diversidade genética dos brasileiros possibilita que as pesquisas clínicas feitas aqui sejam aplicadas para outros países”, diz.

Para atuar nessa área, além de formação em uma graduação da área de saúde, o profissional precisa ter domínio sobre a língua inglesa e pós-graduação na área. “O estágio no setor também conta muito”, diz Alvarenga, da Pfizer.

Cresce a procura por advogados digitais com expansão da internet

Em um mundo onde cada vez mais as relações interpessoais e entre empresas são mediadas pela tecnologia, os advogados conectados com o seu tempo formam um setor aquecido do direito. Profissionais especializados na legislação relacionada a propriedade intelectual, crimes virtuais e privacidade estão sob os holofotes: nunca se falou tanto em segurança da informação.

“O advogado digital trabalha com questões de tecnologia vinculadas desde às relações jurídicas no desenvolvimento de um software ao uso das ferramentas de mídias sociais pelos funcionários de determinada empresa”, explica Cristina Sleiman, advogada e co-autora do livro “Direito Digital no dia a dia”.

O profissional que deseja atuar na área precisa ter, além da formação tradicional em direito, conhecimentos básicos de informática e informações técnicas sobre os temas que pretende cobrir. “O advogado precisará sempre entender os negócios da empresa a qual ele atende, seja como seu local de trabalho seja como cliente”, esclarece Giuliana Menezes, diretora da Divisão Legal da Michael Page.

Segundo as especialistas, a tendência é de que cresca ainda mais o número de advogados digitais requisitados pelas empresas, para casos como direitos autorais e problemas com uso de conteúdo na internet. “Faltam profissionais especializados na área, não só para resolver esses casos, como até mesmo para orientar outros advogados, das áreas penal e civil, por exemplo”, diz Cristina.

Gestores de entretenimento ganham espaço no Brasil

 A combinação de fatores como enriquecimento das classes C e D, renascimento da indústria cinematográfica nacional, Copa do Mundo e Olimpíadas puxa a valorização de um tipo de profissional até então quase desconhecido no Brasil: o gestor de entretenimento.

As áreas de atuação se entendem pelos diversos setores que compõem a chamada economia criativa: da coordenação de desfiles de Carnaval até a organização da coleção de roupas de uma nova grife, entre outros.

“Esse profissional precisa ter noção de gestão de projetos aplicado ao entretenimento”, afirma André Barcaui, coordenador do curso Gestão de Projetos de Entretenimento da FGV. Em outras palavras, pessoas que dominem as habilidades de um gestor, mas que tenham profundo conhecimento do negócio da indústria artística em questão.

No Brasil, segundo dados da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), a economia criativa movimenta mais de 380 milhões de reais. Recentemente, o Ministério da Cultura criou uma secretária voltada apenas para criar projetos para o setor.

“A tendência é que a área de entretenimento gere a formação de novas profissões nos próximos anos”, diz Barcaui. O problema, segundo ele, é que por enquanto falta gente especializada para as áreas que já existem. Em média, de acordo com o especialista, um gestor da área recebe salário inicial de 8 mil reais.

Classes C e D impulsionam carreira de gestor de saúde

A área de gestão de saúde está aquecida devido à escassez de profissionais que dominem conhecimentos médicos e administrativos. Segundo dados da pesquisa de mercado realizada pelo Quorum Brasil em dezembro de 2010, a população de terceira idade, entre 65 e 75 anos, está priorizando 70% de seus gastos em saúde, conforto e alimentação. Houve também um aumento de 6,3% dos beneficiados por planos de saúde, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

 O setor de gestão cresce porque há novas oportunidades para o setor privado atender as classes C e D devido à precariedade dos serviços públicos do SUS. Há vagas em policlínicas, laboratórios e hospitais.

Para o coordenador da pós-graduação de Gestão em Saúde do Senac Nove de Julho, Rubens Baptista Júnior, bons gestores evitam desperdício de recursos de hospitais e instalações médicas. “O acesso à carreira é mais fácil para entrar se você já tem alguma experiência como gestor”, afirma.

A Universidade de Brasília (UnB) possui uma graduação em Gestão de Saúde, mas a maioria dos cursos na área é de pós-graduação. Na Fundação Getúlio Vargas (FGV) de São Paulo, a especialização é voltada para profissionais com três anos de experiência. Segundo a coordenadora Ana Maria Malik, a maioria dos 200 alunos que ingressam anualmente são médicos, mas há fisioterapeutas, enfermeiros, administradores

O salário inicial da carreira varia muito,  em torno de quatro mil reais. As maiores remunerações, se o profissional chegar à presidência de um hospital, podem ultrapassar os 50 mil reais. “Há gerentes que fazem planejamento estratégico do negócio, a gestão de pessoas, a gestão de suprimentos e há pessoas que trabalham na gestão da assistência, que monta a logística de um pronto-socorro ou de um centro cirúrgico”, afirma Ana Maria.

Engenharia aeroespacial é estratégica para o país

No último dia 9 de fevereiro, o primeiro satélite brasileiro completou 18 anos de operação. Durante as 94.994 voltas que o equipamento deu ao redor da Terra para monitorar as bacias hidrográficas e as mudanças climáticas, o setor aeroespacial sofreu uma revolução no Brasil, entre outros fatores, graças ao crescimento da indústria de telecomunicações.

Nesse cenário, três universidades lançaram cursos de engenharia aeroespacial nos últimos três anos. A primeira delas, a Universidade Federal do ABC (UFABC), deve formar sua primeira turma de alunos do curso já em setembro deste ano, segundo André Fenili, coordenador do curso.

Para esses recém chegados ao mercado, no entanto, a carreira não estará restrita apenas aos assuntos do espaço. Elaborados numa base multidisciplinar, os cursos oferecidos também no Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e na Universidade Federal de Minas Gerais focam em conceitos ligados ao ramo aeronáutico e espacial, com ênfase em foguetes e satélites. Dessa forma, é possível atuar nos dois setores.

Mas não é só isso. “A formação habilita o profissional a atuar em qualquer sistema e subsistema”, afirma Fenili, da UFABC. Por isso, é possível encontrar emprego nos setores automobilístico, de informática e eletrônico.

“A expansão da indústria aérea e de comunicações torna a engenharia aeroespacial estratégica para o país”, diz o coordenador. “O Brasil sempre foi dependente de outros países nessa área, precisamos preencher essa massa crítica”.

De acordo com o especialista, em média, o salário de um engenheiro aeroespacial gira em torno de 10 mil reais.

Clique para ver mais…

fonte: exame.abril.com.br

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28 de junho de 2011 at 19:03 Deixe um comentário

A história do design em títulos do cinema

Esse vídeo foi compilado para o festival SXSW, que acontece em Austin, Texas (EUA), e mostra um pouco da história dos títulos de filmes (e talvez do próprio cinema) em dois minutos e meio.

fonte: gogojob.com.br

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21 de março de 2011 at 10:48 Deixe um comentário

Uma breve história do product placement no cinema

Filmdrunk compilou no vídeo abaixo dezenas de exemplos de product placement no cinema, incluindo os sutis e os mais na cara dura.

Além disso, ainda conta uma breve história da prática, que começou supostamente em 1919 com o filme mudo “The Garage”. No cenário, aparece o logo do posto Red Crown Gasoline.“Wings”, o primeiro filme a ganhar um Oscar em 1927, também tinha propaganda, daHershey’s.

Atualmente, Adam Sandler pode ser considerado o mais cara-de-pau em criar roteiros orientados a publicidade, nada supera Michael Bay na quantidade de product placement. Com“Transformers: A Vingança dos Derrotados”, em 2009, o diretor mostrou nada menos do que 47 marcas no filme.

fonte: brainstorm9.com.br

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9 de março de 2011 at 13:59 1 comentário

Por favor: desliguem seus pagers e celulares

As salas do Kinoplex já mostram um filme novo de animação da Itaú Seguros. Cadeiras, pipocas, extintores e hidrantes ganham vida em um vídeo 3D que DM9DDB criou para a companhia.

Em uma animação divertida, os personagens advertem a todos quanto aos equipamentos e procedimentos de segurança que o estabelecimento oferece.

fonte: bichodegoiaba.com.br

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28 de dezembro de 2010 at 23:01 Deixe um comentário

Filmes sobre a profissão

“Tá pensando o que?” Você acha que só médicos e advogados são profissões cobiçadas pela sétima arte? Nada disso. Nossos camaradas publicitários também fazem grandes e excelentes filmes ou não tão excelentes assim.

Confira comigo alguns filmes cujos personagens principais são nossos colegas de profissão.

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10 de novembro de 2010 at 10:54 Deixe um comentário

Já ouviu falar que cinema é a 7ª arte?

Pois é, lembro que no 1º período, uma das disciplinas da grade era História da Arte. Antes do início das aulas pensei que seria muito produtivo estudar e relevante para a minha formação estudar essa tranqueira, mas não foi. Deixemos isto para lá.

Embora as aulas não tenha sido do meu agrado, um dos questionamentos surgidos foi: -Pq o cinema é considerado como 7ª arte? E mais do que isso, quais são as outras?

Fiz uma aprofundada pesquisa no pai virtual dos burros (não é o google, é a wikipedia) e encontrei um texto bem interessante. Vejam:

No Manifesto das Sete Artes publicado em 1923, cada uma das artes é caracterizada pelos elementos básicos que formatam sua linguagem e classificadas da seguinte forma:

1ª Arte – Música (som);

2ª Arte – Dança/Coreografia (movimento);

3ª Arte – Pintura (cor);

4ª Arte – Escultura (volume);

5ª Arte – Teatro (representação);

6ª Arte – Literatura (palavra);

7ª Arte – Cinema (integra os elementos das artes anteriores somado a 11ª).

Há uma certa dúvida se a ordem colocada estaria correta, porém um maior número de pessoas concorda com a ordem encontrada, apenas criando uma grande dúvida na posição do teatro e da literatura.

Outras formas expressivas também consideradas artes foram posteriores adicionadas ao manifesto:

8ª Arte – Fotografia (imagem);

9ª Arte – Banda desenhada (No Brasil, História em Quadrinhos)

10ª Arte – Jogos de Computador e de Vídeo (alguns jogos integram elementos de todas as artes anteriores somado a 11ª, porém no mínimo, ele integra as 1ª, 3ª, 4ª, 6ª, 9ª arte somadas a 11ª desde a Terceira Geração dos Videogames); * 11ª Arte – Arte digital (integra artes gráficas computorizadas 2D, 3D e programação).

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"O melhor jeito de ser mais atento e menos ingênuo, é ler demais e assistir de menos."

Satre Júnior

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COPIÃO - Primeira seleção montada das cenas - filmadas - de um comercial, para análise e decisão final sobre a montagem ou edição. (Ver Edição e Montagem)

COPY - Texto, em inglês. Termo utilizado para definir o texto de uma peça publicitária.

COPYRIGHT - Direito legal de propriedade de um texto, frase, livro, obra de arte, música ou qualquer outra forma de expressão.

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Brahama - A número 1! / Refresca até pensamento!

Unimed - O melhor plano de saúde é viver. O segundo é UNIMED.

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Pérolas da vez

Aluno diz: - profª, podemos fazer um intervalinho; Profª responde: - é, é o filme uma linda mulher. Pode alugar que é bom.
***
Profª diz: Estão vendo este slide? Então, isso é o coração; isso é o bonequinho da oi (apontando para o bonequinho da vivo).
***
Profª diz: Os publicitários devem ser como detetives. Igual aquele detetive "Xerox Holmes" --> Juro que ela falou isso!
***
Prof diz: Semana q vem traz um vídeo do Super Bowl, um vídeo em Jpeg. VÍDEO EM JPEG??? Ai Pai altíssimo. Qta ignorância.
***
Prof. diz: Vamos fazer uma votação pra escolher o melhor jingle. Qual vocês preferem?
Turma responde: Quais os jingles que tem?
Prof. diz: - Só um.
Turma responde: Ué, então vai fazer votação pra que?
***
Prof informa: "Pessoal, não dá pra imprimir branco"
Aluno 1: "Ué, mas e se eu quiser..."
Aluno 2: "E se eu levar na gráfica..."
Aluno 3: "Ué, mas tem um cartaz aí na parede com letras brancas."
Aluno 4: "Mas e se..."
Prof interrompe: "Gente, o branco é o do papel"
Aluno 1: "Mas e se o papel for verde, tem como?"
Aluno 2: "O prof. a parede é branca."
Prof interrompe (meio puto já): "A parede não passou na impressora né?"
***
Prof pergunta: "Quais os 4 P's do marketing"
Aluno responde: "Compras, Comércio, Causas, Cidade"
***
Prof pergunta: "Digam um local no Rio de Janeiro em que morem pessoas da classe A".
Aluno responde: "Brasília"
***
Aguardando o próximo King Kong

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