Posts tagged ‘cerveja’

20 slogans que “GRUDARAM” na cabeça dos brasileiros

A publicidade é capaz de colocar um monte de coisas legais na cabeça das pessoas. Ela cria coisas que entram para a cultura, muda/cria comportamentos e por aí vai. De tudo isso, os slogans têm um lugar guardado em nossos coraçõeszinhos rsr. Olhar uma marca e lembrar daquela frase bacana, não tem preço (não resisti!). A seguir uma lista de 20 slogans que com toda certeza do mundo grudaram na nossa cabeça ao longo dos anos.

 

20 – RedeTV! |A rede de TV que mais cresce no Brasil.

19 – Brahama | A número 1

18 – Unimed | O melhor plano de saúde é viver. O segundo é UNIMED

17 – Havaianas | Todo mundo usa

16 – Quick | Faz do leite uma alegria

15 – Rede Globo | Globo e você tudo a ver!

14 – Skol | A cerveja que desce redondo

13 – Arapuã | Ligadona em você

12 – Bombril | Tem 1001 utilidades

11 – Cheetos | É impossível comer um só!

10 – Dreher | Deu duro? Tome um Dreher

9 – Nescau | Energia que dá gosto

8 – SBP | Terrível contra o insetos! contra os insetos!

7 – Sucrilhos | Desperta o tigre em você!

6 – Tostines |  Fresquinho porque vende mais? Vende mais porque é fresquinho?

5 – Malwee | Gostosa como um abraço.

4 – Ypê | Dúvida porque, amaciante é Ypê!

3 – Analgésico Doril | Tomou doril a dor sumiu.

2 – Itaú | Feito pra você

1 – Coca-Cola | Sempre Coca-Cola.

Hors concours

MasterCard | Existem coisas que o dinheiro não compra, para todas as outras existe Mastercard

19 de setembro de 2012 at 18:35 2 comentários

“Monsters” | Os alcoólicos vistos pelos seus filhos em campanha publicitária finlandesa

Monsters” é um polémico filme publicitário finlandês que pretende mostrar a forma como osalcoólicos são vistos pelos seus próprios filhos.
Aos olhos de uma criança, os pais alcoolizados são vistos como monstros bem mais reais que os das histórias ou do cinema.

campanha publicitária foi concebida pela agência Euro RSCG Helsink para uma organização finlandesa sem fins lucrativos, a Fragile Childhood, que desde 1986 desenvolve um importante trabalho no apoio e protecção de crianças cujos pais sofrem de problemas de alcoolismo.

O filme foi co-produzida pelas produtoras Grillifilms, Sauna International e Studio Arkadena.

fonte: Fragile childhood

19 de setembro de 2012 at 17:39 1 comentário

Luiz Claudio Taya da Schincariol | Fala sobre o mercado de comunicação

Luiz Cláudio Taya, diretor de Marketing de uma das grandes cervejarias do Brasil, o grupo Schincariol,  fala sobre o mercado de comunicação.

Experimenta, Experimenta. (Não resisti. Você lembra desse slogan?)

CLIQUE PARA ASSISTIR

5 de abril de 2012 at 10:38 Deixe um comentário

Como a Duff, a cerveja do Homer Simpson, pretende se dar bem no Brasil

Criada a partir do desenho animado, Duff espera se tornar a primeira cerveja premium para o público jovem do país

cerveja Duff chegou ao Brasil no final de 2011, mas já frequenta o imaginário dos fãs da série Os Simpsons desde que Homer abriu a primeira latinha. Por aqui, a cerveja tenta desviar da liderança da Ambev nas cervejas pilsen e mira o segmento premium e o público jovem.

Vender cerveja em um país festeiro e de clima tropical como o Brasil não é tão fácil como parece. A Ambev domina quase 70% do mercado pilsen. Devassa e Proibida – outras duas cervejas de nomes sugestivos – vem tentando crescer, assim como diversas cervejarias menores que também querem abocanhar uma fatia maior do mercado. 

E não basta investir no premium para escapar. Um desafio para a Duff é que o Brasil vive um período de consolidação das cervejas especiais, segundo Eduardo Senise, gerente de Marketing do Grupo Ibmec. “Está difícil para o consumidor diferenciar uma da outra, reconhecer a de qualidade e a sem”, disse. A cerveja precisa ter qualidade para continuar sendo consumida depois que a curiosidade passar.

Homer

“As pessoas comprariam por ser do Homer. A marca já nasce com ativos importantes”, disse Júlio Moreira, professor de marketing da ESPM. A cerveja Duff foi lançada em 2006 na Espanha, pelo empresário mexicano Rodrigo Contreras. Em 2009, foi criada a Duff Sudamérica, com sede na Colômbia. 

No Brasil, um grupo de empresários fez um contrato de distribuição exclusiva. A cada garrafa produzida por aqui, na cervejaria catarinense SaintBier, eles pagam royalties ao proprietário da marca. Os criadores dos Simpsons e a rede que exibe o desenho não levam um centavo. A FOX, aliás, nunca autorizou que uma cervejaria usasse o nome Duff, mas uma brecha legal possibilitou que a marca fosse registrada fora dos Estados Unidos. 

Cada país decide qual será o segmento da bebida. No Brasil, a Duff entrou para concorrer com Guiness e Colorado; já na Alemanha, por exemplo, ela é uma cerveja barata, vendida em supermercados, assim como em Springfield. “No Brasil, se entrássemos com essa estratégia (de ser barata), perderíamos pra todo mundo”, disse Conrado Kaczynski, um dos sócios da Duff Brasil.

Outras cervejas Premium, como Budweiser e Proibida, não estão no mesmo segmento que a Duff, segundo Kaczynski. “Quando se fala em premium, há vários níveis”, disse. O boom das cervejas premium segue um pouco a situação do vinho, segundo Júlio Moreira, professor de marketing da ESPM. “Com maior poder aquisitivo, as pessoa querem sair do basicão”, disse.

Para Eduardo Senise, o fato de a cerveja ser barata em outros países – e no desenho – é um complicador. Mas, ao mesmo tempo, o premium é o único segmento onde a Ambev pode perder um pouco de mercado, segundo Senise. 

Juventude

Para Kaczynski, há muitas marcas premium muito boas no Brasil, mas todas são voltadas para o público mais velho, com rótulos tradicionais. “Não tinha nenhuma dessa categoria para o público jovem”, disse. A ideia é transformar a Duff na primeira cerveja premium que os jovens consomem. “O pessoal toma e tira foto com ela”, disse.

“Quem trabalha na Duff é exatamente nosso público alvo”, disse o sócio. A média de idade dos seis sócios da Duff no Brasil varia entre 25 e 30 anos – que também é a idade imaginada para os consumidores.

Por enquanto, nada de Duff nos supermercados, apenas em bares, restaurantes e festas. A cerveja começou a ser distribuída em 30 pontos na cidade de São Paulo – agora ela está em 60 e prevê chegar ao interior e litoral do estado em março. A expectativa é, em mais dois ou três meses, desembarcar no Rio de Janeiro, Sul e Minas Gerais. A lista de bares que já procuraram a marca passa de 500, segundo Kaczynski. “A ideia é expandir logo, porque a demanda é muito grande, pessoas e bares mandam e-mail pedindo”, disse o sócio. 

A estimativa de faturamento anual da unidade no Brasil fica entre 6 milhões de reais e 8 milhões de reais. São produzidas cerca de 2.000 caixas por mês – cerca de 16.000 litros. A expectativa é produzir cerca de 5.000 caixas/mês até o final do primeiro semestre e cerca de 10.000 caixas /mês até o final do ano.

fonte: exame.abril.com.br

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14 de fevereiro de 2012 at 15:42 Deixe um comentário

O marketing e as musas do esporte, uma combinação constante

Com o esporte possuindo um apelo maior por parte do público masculino, vemos constantemente empresas que se utilizam de belas mulheres para conquistar mais fãs e se posicionar rapidamente na mente do consumidor. Naturalmente, será o caso de um dos comerciais do Super Bowl 46, onde a empresa Go Daddy utilizou o corpo da bela Danica Patrick (Nascar) como plataforma de divulgação de um dos seus domínios. Veja abaixo!

Cada qual com sua intensidade, muitas empresas acabam exagerando no tom e pecam pelo excesso. No caso de valorizar o esporte, sem o apelo sexual, as campanhas conseguem atingir em cheio seus objetivos.  Já o excesso pode ser fundamental para campanhas de cunho viral.

Vou listar quatro exemplos em que as empresas abusaram da sensualidade de atletas, pecando ou não pelo excesso.

Serena Williams – Top Spin 4

Para promover o novo jogo da série Top Spin, a tenista Serena Williams foi utilizada na campanha da 2K Sports que pecou tanto pelo excesso, que o vídeo foi tido como proibido. Se foi para gerar buzz, sendo intitulado como proibido, conseguiu.

Arianny Celeste – BudLight

A BudLight utilizou Arianny Celeste, uma das ring girls mais famosas e populares do UFC, semi nua para promover um novo produto da cervejaria e aliá-lo ao UFC 132, evento que a empresa patrocinou e cuja predominância é do público masculino.

WTA – Promovendo o evento

A WTA utilizou de suas belas mulheres do circuito profissional de tênis para promover o WTA World Championships, torneio que reúne as oito melhores tenistas do ano. O mote da campanha era mostrar que apesar da força utilizada em quadra, elas mantêm seus status de musas da modalidade.

Whitecaps – Major League Soccer

Para promover sua estréia na liga profissional de futebol norte-americano (MLS), o Vancouver Whitecaps divulgou um viral convidando o torcedor a prestigiar primeiro jogo da equipe na liga. Para tal, pintou o corpo de uma jovem modelo com o uniforme do clube. Resultado? O patrocinador ficou muito irritado e achou o vídeo exagerado, não condizendo com a imagem da empresa.

fonte: br.esportes.yahoo.com

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3 de fevereiro de 2012 at 15:17 Deixe um comentário

Os comerciais emblemáticos da carreira de Ronaldo

Dono de um patrimônio estimado em R$ 1 bilhão, “Fenômeno” acumula ações publicitárias para marcas como AmBev, Nike, Claro

Fenômeno nos gramados há 18 anos, Ronaldo anuncia oficialmente o fim da sua carreira nesta segunda-feira (14). Aos 34 anos, o craque acumula uma fortuna pessoal estimada em R$ 1 bilhão, vinda em grande parte dos contratos de marketing assinados durante os anos de sucesso nos campos.

Com a Ambev, primeira marca a associar sua imagem com o jogador, a parceria publicitária vem desde setembro 1994 – sem nunca ter sido interrompida -, quando Ronaldo explodiu no futebol ao levar o Cruzeiro à conquista do Campeonato Mineiro. Já com a Nike, Ronaldo mantém um contrato vitalício assinado quando ele tinha apenas 18 anos. Fora dos campos, o craque promove a linha de roupas casuais da marca.

Outra que alcançou grande visibilidade associando-se ao jogador foi a Claro. Ronaldo usa inclusive o logotipo da marca em seu avatar no Twitter, ajudando a disseminar as ações da marca pela rede.

Veja a seguir comerciais marcantes da carreira de Ronaldo.

Maior que tudo isso

Marca: Nike

Ano: 2010

“Maior que tudo isso” – ou #maiorquetudoisso, na forma de uma hashtag para o Twitter – foi uma campanha lançada pela Nike em 2010, em apoio ao Corinthians, depois que o time não conquistar o título do Campeonato Brasileiro.

Segundo a F/Nazca, agência que criou o filme, a peça traz Ronaldo “dando a cara a tapa e encarando torcedores e adversários em silêncio, como forma de protesto.”

Recarga fenomenal

Marca: Claro

Ano: 2011

Lançada em janeiro deste ano, a campanha da Claro, teve a assinatura “Recarga fenomenal. O difícil é não ganhar”. No filme, o craque brinca com uma bola no meio do campo. Em um chute, ele acerta o ângulo e espanta uma coruja, que, como na gíria, “mora” no espaço mais nobre da meta.

A criação foi da criada pela F/Nazca S&S.

Ele voltou

Marca: Nike

Ano: 2009

Criado pela agência F/Nazca S&S para a Nike, o filme comemora a volta de Ronaldo ao futebol após sua recuperação de uma grave lesão no joelho.

O jogador conta o que significou ficar 419 dias sem fazer gols e compara esse suplício ao dos animais presos, privados de liberdade.

Brahmeiros

Marca: Brahma (AmBev)

Ano: 2009

Primeiro comercial da série Brahmeiros, da cerveja Brahma, que envolveu o jogador. Patrocinadora de Ronaldo desde 1994, a marca gravou meses depois um segundo filme, abordando a luta da estrela do futebol para voltar aos gramados após as lesões sifridas no joelho.

Ronaldo, o brahmeiro da vez

Marca: Brahma (AmBev)

Ano: 2009

Parte da campanha de marketing Brahmeiros, da Brahma, o comercial gravado com o jogador mostrou o seu esforço para voltar aos gramados, driblando contusões, cartolas e as opiniões de especialistas que o aconselhavam a se aposentar precocemente.

A peça foi criada pela Africa.

Good vs. Evil

Marca: Nike

Ano: 1996

Criado pela agência agência Wieden + Kennedy para a Eurocopa de 1996, o comercial da Nike mostra um time formado por estrelas do futebol europeu jogando contra um time de monstros.

O filme chegou a ser banido dos cinemas dinamarqueses, além de criticado pela FIFA e o Comitê Olímpico Internacional.

Ronaldo copia o corte de cabelo de Cascão

Marca: Guaraná Antarctica (AmBev)

Ano: 2002

Filme em que o personagem “Cascão”, da turma da Mônica, diz para o jogador Ronaldo Nazário que seu corte de cabelo está igual ao dele.

fonte: exame.abril.com.br

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26 de agosto de 2011 at 16:47

Os 6 comerciais mais caros de todos os tempos

Cachês nada modestos e muito luxo

Manter uma marca viva na cabeça de consumidores e valiosa no mercado não é exatamente um exercício barato, principalmente se a marca for de luxo. A maior representante disso até hoje é a Chanel.

Segundo o site Business Insider, desde 2004 a marca mantém-se imbatível, com um comercial no topo do ranking de investimentos publicitários. Só o cachê de Nicole Kidman foi responsável por uma fatia de US$ 3 milhões do orçamento.

Outra marca que entrou para a lista foi a Guinness, com uma superprodução que envolveu senhas secretas, sites fakes pela internet e uma grande sequência de objetos caindo uns sobre os outros pelo interior da Argentina. No caso da Chrysler, a presença do rapper Eminem foi o que ditou os valores.

1. Chanel No. 5

Valor: US$ 33 milhões
Ano: 2004

O diretor Baz Luhrmann foi responsável pelo comercial mais caro da história da publicidade. Com Nicole Kidman como protagonista, a peça conta a história de uma atriz atormentada por paparazzis. Para se livrar deles, a personagem entra em um táxi, onde conhece um jovem escritor encenado por Rodrigo Santoro, por quem se apaixona.

Ao fundo, a Orquestra Sinfônica de Sydney toca uma versão moderna de “Clair de Lune”, de Debussy.

Luhrmann e Nicoke Kidman já haviam trabalhado juntos em Moulin Rouge, um dos filmes mais famosos do diretor. O comercial mantém algumas características bem marcantes da fotografia do filme.

Por dois minutos de comercial, a atriz embolsou US$ 3 milhões.

2. Guinness

Valor: US$ 16 milhões
Ano: 2007

No comercial mais caro da história da cerveja, a Guinness criou a superprodução “Tipping Point”, dirigida por Nicolai Fuglsig, o mesmo que fez “Balls”, da Sony Bravia.

A curiosidade é que a peça publicitária só foi divulgada depois que um ARG (Alternate Reality Game) foi desvendado por jogadores. Para isso, eles deveriam descobrir senhas escondidas em diversos sites falsos na internet. Cada senha equivalia a uma peça de um dominó. No total, 11 senhas deveriam ser encontradas.

O comercial mostra uma série de objetos como livros, cadeiras, geladeiras e até carros caindo como se fossem dominós, em uma sequência que percorre um pequeno vilarejo do interior da Argentina.

No Reino Unido, candidatos ainda poderiam se cadastrar no site da Guinness para concorrer a prêmios da marca, que incluiam um dominó de ouro no valor de US$ 10 mil.

3. Aviva

Valor: US$ 13,4 milhões
Ano: 2008

A Aviva – anteriormente conhecida como Norwich Union -, gigante britânica do segmento de seguros, realizou este comercial em 2008 para promover sua mudança de nome.

Na peça, Bruce Willis, Elle Macpherson, Ringo Starr e Alice Cooper aparecem testemunhando a favor da troca. Assim como a Norwich Union, esses artistas também optaram por nomes artísticos no decorrer da carreira.

4. Chrysler

Valor: US$ 12 milhões
Ano: 2011

Criado para ser veiculado durante o Superbowl, o maior evento esportivo dos Estados Unidos – e também o que gera a maior audiência televisiva do país, por isso, caríssimo para as marcas – este comercial da Chrysler estrela o rapper americano Eminem e cruza imagens da urbanidade de Detroit, sede da montadora, com o luxuoso interior do Chrysler 200.

O cantor aparece inicialmente dirigindo o carro ao som de “Lose Yourself”, até chegar ao Fox Theatre, onde encerra à frente de um coral, com a assinatura: “Imported from Detroit”

5. Pepsi

Valor: US$ 8,1 milhões
Ano: 2002

Outro filme veiculado pela primeira vez durante o Superbowl, porém um pouco mais antigo – de 2002 -, o comercial da Pepsi estrela a cantora pop Britney Spears representando como foi o consumo de Pepsi durante as cinco décadas passadas.

A cantora vai trocando de figurino conforme a década muda e cantando também músicas conforme as batidas e ritmos de cada movimento cultural. Por fim, vem o slogan: “For those who think young.”

6. Honda

Valor: US$ 6,2 milhões
Ano: 2003

Incrivelmente, este comercial foi gerado sem a ajuda de computadores. Eis a razão pela qual sua realização foi tão cara. Foram necessárias 606 tomadas para que todas as peças trabalhassem perfeitamente do início ao fim.

O filme, que mostra partes de dois automóveis Honda Accord sendo ativadas em sequência, em um jogo contínuo, foi produzida em duas fases. Nenhum estúdio procurado foi suficientemente grande para acomodar toda a sequência planejada. A assinatura da marca reforça a ‘brincadeira’: “Não é bom quando as coisas simplesmente funcionam?”

fonte: exame.abril.com.br

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30 de junho de 2011 at 11:36 Deixe um comentário

10 excelentes propagandas de cerveja

Cerveja, cerveja, cerveja eu não bebo. Mas que as propagandas são excelentes isso são, não dá pra negar. E aqui vai uma listinha com 10 excelentes propagandas de cerveja pra você começar bem a contagem regressiva pro fim de semana (com cerveja é claro).

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15 de abril de 2011 at 12:49 Deixe um comentário

As melhores propagandas…

As melhores propagandas são aquelas que usam o bom humor de maneira inteligente. Mas na busca pelo anúncio perfeito alguns publicitários podem ir longe demais e ao invés de arrancarem risadas repelem certos tipos de público ou até seus próprios clientes.

Certas propagandas podem ser contraprodutivas e afastar os clientes enquanto outras, justamente por serem polêmicas, fazem a fama do produto. Mas apesar do conceito de humor ser relativo para muitos até o humor negro tem seus limites.

Particularmente muitas destas propagandas não me assustam, mas eu entendo porque elas foram proibidas, rejeitadas ou simplesmente consideradas muito ofensivas para o exibição pública.

15. Hitler

A legenda da foto diz que “cartões de identificação funcionaram bem na Europa antes” em uma referência às tatuagens numeradas recebidas pelos judeus no holocausto. A propaganda recebeu muita reclamações por que o código de barras fazia que Tony Blaie, o Primeiro Ministro da Inglaterra na época, se assemelhasse com Hitler. (O que obviamente era o objetivo do anúncio de protesto)

14. Cigarro

Outra campanha anti-fumo que foi longe demais, para alguns. Desta vez na China, este anúncio foi rotulado como “inadequado”. Obviamente ela faz uma referência ao episódio do World Trade Center.

13. Cigarro promíscuo

A marca de cigarros Kiss Tobacco teve este anúncio proibido por causa de “obscenidade e semelhança com seres humanos”. Eu não preciso explicar esta para vocês.

12. Bookmaker

Esta propaganda da casa de apostas Paddy Power da Irlanda faz referência a uma aposta sobre as chances destes idosos serem atropelados pela caminhonete. “Evens” significa apostas 1/1.

11. Pilha

Esta propaganda da Energizer do Chile foi rejeitada pelo cliente.

10. Salto fino

O anúncio dos Killer Heels da NMA foram banidos pois “banalizavam e estilizavam a violência”.

9. Peixe

A propaganda cuja legenda diz que “o fumante mediano precisa de mais de cinco mil cigarros por ano” foi banido, pois “assustava e causava agonia em crianças”. O anúncio do próprio governo britânico (Departamento de Saúde) foi proibido.

8. Gucci

Banido por razões óbvias.

7. Diesel

Este anúncio da Diesel do Reino Unido foi proibido, pois “a imagem sexual poderia ser seriamente ou amplamente ofensiva e inadequada para uma revista que poderia ser vista por crianças”.

6. Euro

Anúncio de uma revista de finanças russa que foi proibido por ser “imoral”.

5. Filme

Cartaz do filme Regras da Atração que foi proibido nos EUA, pois “os brinquedos que copulavam foram considerados ofensivos e obscenos”.

4. Perfume

Esta propaganda do perfume da Tom Ford foi proibida nos EUA por causa do grande número de reclamações de que era “sexualmente explícita”.

3. Câncer de mama

O anúncio diz: “Não é segredo. A sociedade é obcecada por seios. Mas o que estamos fazendo sobre o câncer de mama?”

Este anúncio para o The Breast Cancer Fund, que mostra uma mulher que sofreu mastectomia, foi rejeitado pela Viacom, que deveria que veiculá-lo, por causa de “temor que a imagem das cicatrizes de uma mastectomia pudessem ser muito chocantes para o público”.



2. Seriado de TV

A legenda superior do anúncio diz “linda de morrer”, em tradução livre.

Esta propaganda não é de um produto real, mas sim do um seriado de TV Six Feet Under que se ambienta em uma funerária. Foi banido por ser “ofensivo, chocante e por potencialmente causar demasiada agonia.

1. Mulher com três seios

Propaganda do Bacardi no Canadá “é degradante para as mulheres e as transforma em objetos”.

fonte: hypescience.com

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11 de fevereiro de 2011 at 13:08 Deixe um comentário

Brahma cria Samba-Enredo para Carnaval 2011

Agência Africa criou o novo filme da Brahma pra esse carnaval. O comercial é um samba-enredo criado por Daniel Costa, um “brahmeiro” de 46 anos, de Valinhos – SP.

O comercial é bacana mas não me animou.

Veja e discuta (ou não):

A paixão do Brahmeiro é carnaval
No calor da folia Brahma é sem igual
Vem geladinha que a alegria é geral
Eterna rainha do meu carnaval

Hoje vou no bloco da alegria
Cantar, pular, sambar
Sou Brahmeiro que batalha todo dia
No carnaval eu quero mais extravasar

Se você gostou tanto e quer baixar essa música pra colocar no seu celular…DOWNLOAD!

fonte: aalmadonegocio.wordpress.com

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9 de fevereiro de 2011 at 11:26 Deixe um comentário

Por dentro da publicidade

Recebi algumas perguntas via twitter (@QPublicitarios), email (quaspublicitarios@gmail.com) e também pelo Orkut (é só procurar lá). O que? No Facebook? Não, não temos perfil lá; não sei mexer (ou é com ch???) direito.

Voltando ao assunto. Recebi algumas perguntas sobre como funciona a publicidade. O que é preciso ter de vocação para ingressar nesta área. Como funciona o mercado de trabalho e por aí vai. Então, resolvi fazer uma grande pesquisa; consultei excelentes professores (wikipedia), renomados profissionais atuante do mercado de trabalho (wikipedia) e alunos (wikipedia). Fiz uma compilação de tudo e você pode conferir logo abaixo:

publicidade é uma atividade profissional dedicada à difusão pública de idéias associadas a empresas, produtos ou serviços, especificamente, propaganda comercial.

Publicidade é um termo que pode englobar diversas áreas de conhecimento que envolvam esta difusão comercial de produtos, em especial atividades como o planejamento, criação, produção e veiculação de peças publicitárias. Mas estudos mostram uma tabuleta em argila encontrada por arqueólogos, a qual continha inscrições babilônicas, anunciando a venda de gado e alimentos, demonstrando que já se utilizava de algum tipo de publicidade na antiguidade. Foi, porém, após a Revolução Francesa (1789), que a publicidade iniciou a trajetória que a levaria até o seu estágio atual de importância e desenvolvimento.

Hoje, todas as atividades humanas se beneficiam como o uso da publicidade: Profissionais liberais, como médicos, engenheiros, divulgam por meio dela, os seus serviços; os artistas anunciam suas exposições, seus discos, seus livros, etc…, a própria ciência vem utilizando os recursos da publicidade, promovendo suas descobertas e seus congressos por meio de cartazes, revistas, jornais, filmes, Internet e outros.

A propaganda está na pele.

 

1. Confusão no uso do termo publicidade

Em Portugal o termo publicidade é usado diversas vezes como sinônimo de propaganda ou para representar a atividade realizada por uma agência de propaganda.

No Brasil também existe confusão entre os termos propaganda e publicidade por um problema de tradução dos originais de outros idiomas, especificamente os da língua inglesa. As traduções dentro da área de negócios, administração e marketing utilizam propaganda para o termo em inglês advertising e publicidade para o termo em inglês publicity. O termo “publicidade” refere-se exclusivamente à propaganda de cunho comercial. É uma comunicação de caráter persuasivo que visa defender os interesses econômicos de uma indústria ou empresa. Já a “propaganda” tem um significado mais amplo, pois refere-se à qualquer tipo de comunicação tendenciosa (as campanhas eleitorais são um exemplo, no campo dos interesses políticos). Não se iluda, durante as aulas os professores tentarão explicar a diferença exaustivamente; mas nem eles nem vocês entenderão.

2. Áreas de atuação em uma agência de publicidade

Dentro de uma agência de publicidade ocorre uma divisão das tarefas. Como em uma empresa normal, há departamentos designados para determinadas funções, porém, por se tratar de uma profissão “criativa” às vezes esses departamentos, ou o modo operacional da empresa, podem diferenciar de empresas de outros segmentos. Os cargos mais comuns que encontramos nas agências são: Atendimento, Mídia, Planejamento, Criação, Finalização, Produção (Produção gráfica e RTVC).

  • Atendimento: Responsável pela comunicação cliente-agência e agência-cliente. É o profissional de atendimento que apresenta peças e campanhas, planejamentos etc.
  • Mídia: Elabora o planejamento de mídia, de modo a atingir melhor cobertura e freqüência com o mínimo de gastos ao público-alvo esperado.
  • Planejamento: O profissional de Planejamento é responsável pela criação do plano de comunicação, estudando o mercado atual, a concorrência, o público consumidor, fatores do macroambientais e microambientais, etc. Tudo isso para traçar com precisão as metas e objetivos do cliente a curto, médio ou longo prazo.
  • Criação: Este departamento é composto pela dupla de criação, formada pelo diretor de arte, que é o responsável pela parte visual das peças publicitárias e pelo redator, responsável pela criação dos textos (títulos, slogans e outros textos), esta dupla é coordenada pelo Diretor de Criação. É deste departamento que saem as idéias para os anúncios.
  • Produção: Neste departamento, que é dividido em produção gráfica e produção eletrônica (ou RTVC), são feitos todos os contatos (orçamentos, visitas, consultas, etc) com os fornecedores gráficos e produtoras de vídeo.
  • Produção on line: Esse é um novo cargo existente nas agências de publicidade para atender a crescente demanda dos clientes por uma comunicação digital. Embora ainda não formalizado, nem em termos de denominação de cargo nem de funções, o profissional que trabalha nesta área contribui, junto com o planejamento geral, para oferecer maior número de possibilidades de ações on line adequadas à verba/perfil do cliente, dar apoio à criação no desenvolvimento das peças e acompanhar o trabalho com os fornecedores on line, desde o orçamento até a entrega, de todas as peças digitais.

3. Marketing e a Publicidade

Outra definição: Qualquer forma paga de apresentação não pessoal e promoção de ideias, bens e serviços por um patrocinador identificado a uma audiência alvo através dos mass media.

A publicidade ajuda a identificar o significado e o papel dos produtos fornecendo informação sobre marcas, companhias e organizações. Para a maior parte dos gestores e profissionais de marketing a publicidade ajuda a vender um produto e constrói a reputação de uma marca ou empresa. Estudar Marketing no curso de publicidade é chato pra cacete.

3.1. Pontos fortes e fracos

Alguma publicidade é mais eficiente do que outra em certas circunstâncias e alguns tipos de publicidade parecem funcionar melhor com determinados produtos. Alguns consumidores, apesar de boas campanhas publicitárias, não compram o produto publicitado e em outras circunstâncias irão comprar o produto, mesmo sem publicidade. Os outros componentes do marketing, como por exemplo o preço, podem afetar o sucesso de uma publicidade.

O primeiro ponto forte da publicidade é que ele chega a uma vasta audiência. Pode construir o conhecimento sobre uma marca (informar), criar uma imagem de marca e uma posição da marca a longo prazo e aumentar o conhecimento sobre essa marca. A publicidade também serve para recordar uma experiência agradável aos actuais consumidores. Finalmente a publicidade permite a repetição das mensagens, um factor importante na memorização.

Mas a publicidade tem limitações. Os consumidores, frequentemente, vêem a publicidade como algo intrusivo. Assim, eles podem evitar a publicidade virando a página, mudando de canal, tirando o som. Dado o elevado número de anúncios em todos os media a publicidade também pode ser vista como algo provocador de desordem, de barulho (poluição visual). Como a publicidade chega a muita gente, muitas dessas pessoas não são potenciais utilizadores pelo que se perde algum impacto.

A publicidade só tem valor para o negócio se cria uma identificação fácil para o consumidor sobre a marca ou instituição publicitada. Apesar da publicidade ajudar os consumidores a identificar as marcas que eles querem comprar, por outro lado também ajuda a identificar as marcas que eles querem evitar devido a relatórios ou experiências negativas.

Como todas as ferramentas têm vantagens e inconvenientes, os gestores de comunicação devem planear um mix de comunicação no qual a publicidade seja usada para maximizar as suas forças.

3.2. Como Funciona a Publicidade

Burnett (1998) identifica três mecanismos através dos quais a publicidade funciona. São eles a atenção, a memorização e a persuasão.

3.3. O que torna efetiva a Publicidade?

Há muitas formas de avaliar uma publicidade eficiente. Um anúncio para ser eficiente tem de captar a atenção, ser facilmente memorável e persuadir. Também deve chegar à audiência alvo e deve ser consistente com os objectivos da publicidade.

3.3.1. Formas de julgar a eficácia

A publicidade pode ser avaliada duas vezes no tempo. A primeira é antes da publicidade ter ido para o ar ou ter sido publicada (antes do grande investimento ter sido feito) e a Segunda é durante ou imediatamente após a passagem do anúncio, para testar o impacto. O primeiro é o pré teste e o segundo o pós teste.
copytesting é a avaliação formal da publicidade usada para decidir se um determinado anúncio deve ser divulgado no mercado. Estes testes medem a persuasão, a lembrança e a compreensão dos pontos chave. Estes testes são úteis dado o elevado custo duma campanha televisiva. Há muitas agências que desconfiam destes testes porque acham que eles não medem o impacto da publicidade numa situação real. Contudo, eles podem fornecer informação de apoio a julgamentos mais intuitivos.

4. Mídia como área da publicidade

Publicidade e Propaganda. Comunicação Social e Mercadológica.

Para melhor compreender o que significa a mídia no processo da publicidade contemporânea, seria interessante apresentar a sua origem. Mídia é o plural da palavra médium, que em latim significa meio. Foi adotada pelos norte-americanos (media), e posteriormente incorporada à língua portuguesa como “Mídia”. A Mídia é absolutamente parte integrante do processo mercadológico e podemos dizer que, se a propaganda é uma função de marketing, a Mídia, por sua vez, é função da propaganda. Deve ser entendida como investimento para geração de resultados.

Dentre tantas funções, podemos sintetizar que sua função básica é propor caminhos para que a mensagem chegue ao público-alvo. Porém com o passar do tempo, essa tarefa se tornou bem mais complexa, exigindo do profissional um conhecimento mais específico e aprofundado dos diversos meios de comunicação.

4.1. Marketing Mix

A publicidade faz parte do que se chama de Marketing Mix. Para além do produto, distribuição e preço, a variável comunicação incorpora obrigatoriamente a publicidade, as promoções, merchandising, força de vendas, marketing direto, patrocínios e as relações públicas. A publicidade é claramente orientada para o produto, tem como objectivo estimular a compra ou a notoriedade desse produto, pode ainda e simplesmente servir para informar. Hoje em dia a relação da publicidade com novos conceitos como o Branding passa pela adequação dos novos meios de comunicar a publicidade.

Branding é considerado um trabalho de marca. É como se criasse uma imagem para ser reconhecida por todo o mercado, de forma que o público a consiga identificar e apreciar. Ao criarmos e gerirmos uma marca, estamos a potenciar o valor do produto e da empresa dona da marca. Trata-se não só de identificar e diferenciar o produto ou empresa, mas também gerar uma expectativa de qualidade de imagem que vai trazer grande notoriedade. É exemplo de branding, o que é feito ao nível das marcas franqueadas, onde não basta identificar o produto, mas transmitir uma certa segurança de qualidade ao ser multiplicada por nlojas. É tão simples como dizer… é de marca é de confiança. Existe um valor originado pela marca e que obviamente tem a ver com a atividade desenvolvida pelas agências de publicidade quando fazem branding, ou seja, trabalho de marca.

Já todos ouvimos falar que preferimos os produtos de marca, em que o conteúdo, muita vezes é similar a outros sem o poder da marca. Mas quando temos a possibilidade de optar, optamos pelo produto de marca, na maior parte dos casos. Quando isto acontece ocorre o branding.

Mais do que projetar ou criar uma identidade, é preciso acrescentar um conceito de valor e positividade ao projeto, e geri-lo, e isso deverá respeitar a estratégia e a ambição do cliente e do seu produto.

5. Publicidade no Mundo

Mensagens comerciais e campanhas políticas foram encontradas em ruínas da antiga Arábia. Egípcios usavam papiros para criar mensagens de venda e cartazes, enquanto o conhecido volante (flyer) de hoje podia ser facilmente encontrado na antiga Grécia e Roma. Pinturas em muros ou rochas utilizadas como propagandas eram outras formas encontradas no tempo antigo e é utilizada até hoje em várias partes da Ásia, África e alguns países da América do Sul, incluindo o Brasil.

A tradicional pintura nas paredes pode ser encontrada desde expressões artísticas em rochas feitas por populações indígenas que datam de 4.000 AC até pinturas desenvolvidas nos séculos XV e XVI que auxiliavam a divulgação de volantes na época. No século XVII as propagandas começaram a aparecer em jornais semanais na Inglaterra. Esses anúncios eram utilizados para promover livros e jornais, que patrocinavam a imprensa, e medicamentos, que se tornaram muito procurados após algumas doenças terem devastado a Europa. No entanto, falsas propagandas, também conhecidas como quack (termo da época para designar uma pessoa que dizia ter profissionalmente habilidades, conhecimentos ou qualificações que não tinha), tornaram-se um problema, que culminou na regulamentação dos conteúdos publicados nas propagandas.

Com a economia expandindo durante o século XIX, as propagandas cresceram. Nos Estados Unidos, os classificados tornaram-se bem populares preenchendo muitas páginas de jornais com pequenos anúncios de itens variados. O sucesso desse formato de propaganda eventualmente levou ao aparecimento e crescimento da mala-direta. Em 1841 a primeira Agência de Publicidade e Propaganda foi criada por Volney Palmer em Boston. A agência criada por Palmer também foi a primeira a cobrar a taxa de 25% de comissão dos jornais para vender espaço publicitário, o que antes era feito apenas por corretores de propaganda. A N. W. Ayer & Son foi a primeira Agência a oferecer todos os serviços de publicidade e assumir responsabilidade pelo conteúdo das propagandas. Ela foi fundada em 1875 na cidade de Filadélfia nos Estados Unidos.

Na virada do século, haviam poucas escolhas de carreira para mulheres no mercado, no entanto a publicidade e propaganda foi uma das poucas a abrir esse mercado. Desde que as mulheres eram responsáveis pela maioria das compras feitas em casa, anunciantes e agências reconheceram o valor introspectivo que a mulher tinha durante os processos criativos, por curiosidade, a primeira propaganda norte-americana com apelo sexual foi criada por uma mulher, Helen Lansdowne Resor, para anunciar o Woodbury’s Facial Soap. Embora simplória para os dias atuais, a propaganda mostrava um casal com a mensagem: “The skin you love to touch” (A pele que você adora tocar).

Quando as estações de rádio iniciaram suas transmissões em meados de 1920, os programas não continham propagandas. Isso acontecia porque as primeiras estações de rádio foram estabelecidas com equipamentos feitos manualmente e varejistas que ofereceram programas em busca de vender mais aparelhos de rádio para os consumidores. Com o passar do tempo, muitas organizações sem fins lucrativos, como escolas, clubes e organizações populares, começaram a construir suas próprias estações de rádio. Quando a prática de patrocinar programas foi popularizada, cada programa era patrocinado por um anunciante pela troca da simples menção de seu nome no início e no fim dos programas. No entanto, os donos de estações logo viram que poderiam ganhar mais dinheiro vendendo pequenos espaços de tempo para vários anunciantes durante toda a programação da rádio e não só no início e fim de cada programa para apenas um patrocinador. Essa prática foi herdada pela televisão posteriormente nos meados de 1940 a 1950.

6. Publicidade no Brasil

Em 2000, a publicidade brasileira se mantém entre as quatro mais premiadas no Festival Internacional de Propaganda de Cannes – um dos principais no exterior – e consolida-se como uma das mais importantes do mundo. Em termos de faturamento, nos últimos anos o mercado publicitário nacional alterna períodos de acelerado crescimento e de estabilidade. Em 1996 movimenta 8,3 bilhões de dólares e, dois anos depois, chega a 9,4 bilhões de dólares – um crescimento de 12,7%, de acordo com dados do Ibope Monitor. Em 1999, o setor passa por um momento de estabilidade. No entanto, por causa da desvalorização do real, no início de 1999, o valor dos investimentos em dólar registra uma queda, passando a 6,6 bilhões.

As formas de publicidade mais utilizadas no país são anúncios, outdoors, propaganda em ônibus (busdoor), marketing direto, patrocínios e merchandising. Os principais meios de comunicação são os preferidos dos anunciantes e das agências. Conforme dados do Projeto Inter-Meios, em 1999 a maior parte dos investimentos destinam-se à televisão aberta (56%), seguida por jornal (24%), revista (10%) e rádio (5%). A propaganda em TV por assinatura, outdoor e outras mídias fica com os 5% restantes. O setor que mais investe em publicidade é o do comércio varejista – 3,6 bilhões de reais em 1999. Em seguida estão os serviços ao consumidor, com 2,1 bilhões de reais, e as empresas ligadas a cultura, lazer, esporte e turismo, com 1 bilhão de reais.

6.1. Publicidade oficial

O governo federal investe cerca de 600 milhões de reais em publicidade anualmente. Já os governos estaduais e municipais gastam por volta de 400 milhões. A maior parte das campanhas publicitárias oficiais destina-se ao esclarecimento da população – como a da vacinação infantil, a da terceira idade e a da prevenção à Aids – e à divulgação institucional, como a do programa Avança Brasil. O Ministério da Educação é o maior anunciante governamental, com despesas publicitárias em torno de 80 milhões de reais; em seguida vêm o Banco do Brasil, com 51 milhões, e o Ministério da Justiça, com 47 milhões Todos os órgãos e empresas públicas dão preferência à TV para veicular suas campanhas, devido ao grande alcance dessa mídia em todo o país.

6.2. Agências

Não existem dados precisos sobre a quantidade de agências de propaganda em atividade no país, principalmente porque não há exigência legal de registro desse tipo de estabelecimento em um órgão centralizador, como ocorre em outros setores. De acordo com estimativas da Federação Nacional de Agências de Propaganda (Fenapro) e da Abap, o número de agências oscila entre 4 mil e 8 mil, em agosto de 2000.

A maior agência, em faturamento, é a Y&R, com uma cifra maior que alcançou a casa dos 2 bilhões de reais em 2005. Atualmente, a Y&R é presidida pelo empresário Roberto Justus[carece de fontes].

Das dez principais agências, quatro possuem capital 100% nacional Total, Fischer America, DPZ, Propeg e Talent), uma é 100% norte-americana (Young & Rubicam) e cinco são mistas (McCann-Erikson, com capital 78% norte-americano; Giovanni, FCB AS, com 60% norte-americano; AlmapBBDO, com 50% norte-americano; Carillo Pastore Euro RSCG, com 49% francês; e DM9DDB, que não revela a participação acionária).

Todos os anos, os melhores anúncios brasileiros participam de festivais internacionais, como os de Cannes, Londres, Clio, Nova York e Fiap, e de premiações nacionais, das quais se destacam o Prêmio Abril, o Profissionais do Ano, o de Gramado e o da Central de Outdoor. Segundo o Anuário de Propaganda da Editora Meio&Mensagem, a agência mais premiada em 1999 é a AlmapBBDO. Quarta maior agência do país em faturamento, ela arremata 13 prêmios no ano, entre nacionais e internacionais. Em seguida vêm a DM9, com 11 prêmios, e a F/Nazca, com 10.

Nos últimos 8 anos algumas agências detem direcionado seu foco para cobrir a demanda de novas mídias de forma especializada, especialmente a internet.

6.3. Propaganda na internet

De acordo com pesquisa do Anuário de Propaganda 2000, da Editora Meio&Mensagem, tanto agências quanto anunciantes consideram a internet uma grande mídia a ser explorada e apostam no e-commercepara revolucionar o mercado. Das empresas consultadas, 34% já tiveram experiência com o e-commerce e, dessas, 74% gostaram dos resultados. Porém, para Luís Lara, diretor da agência Lew, Lara Propaganda e Comunicação, por enquanto a internet é vista mais como mídia de apoio do que como ferramenta estratégica de publicidade. Isso acontece porque o mercado ainda não tem a sua disposição pesquisas confiáveis, que avaliem com segurança o que o consumidor está comprando na internet e mensurem o impacto de um grande investimento nesse tipo de mídia. De acordo com dados da Associação Brasileira de Agências de Propaganda (Abap), até agosto de 2000 menos de 1% da verba publicitária total foi destinada à internet. Poucas agências estão apostando na convergência dos meios. Mas já temos cases bem sucedidos e profissionais tomando a dianteira do negócio: Michael Lent, Mauger, Marcelo Sampayo, Rosana Fortes, Merigo e muitos outros.

7. Publicidade comparativa

Através do modelo comparativo se pretende contrapor as características do produto anunciado com os de um outro anunciante.

Segundo diz, para Ricardo Lagreca Siqueira a publicidade comparativa pode ser definida como “aquela na qual o anunciante, com o intuito de promover a implementação do consumo de seus produtos, coloca em contraposição determinadas características de produtos concorrentes, de modo a demonstrar aos consumidores algum tipo de superioridade de seu produto em relação aos demais”.

Alguns admitem que seu conceito também possa abarcar a comparação com o mercado em geral, o que geralmente se faz através de superlativos (“o mais barato da cidade”).

Paulo Luiz Durigan, por exemplo, procura integrar em seu núcleo conceitual também a publicidade superlativa de forma a “conter não a identificação do concorrente e sim, (I) a menção às próprias prestações; (II) a referência a outras prestações e (III) a comparação entre essas”.

Também pode se dar através de formato implícito ou explícito. Na primeira situação o nome ou marca do concorrente não é mostrado abertamente, mas há menções que podem identificá-lo.

Na década de 60 houve uma “explosão” sem precedentes desse modelo publicitário nos Estados Unidos, quase a colocar em colapso todo o mercado. Posteriormente foi regulada e incentivada através de instrução do Trade Federal Commission, em 13 de agosto de 1979.

É permitida no MCE desde que opere segundo o artigo 3 bis da Diretiva 84/450/CEE.

No Mercosul há um início de regulamentação através da Resolução 126/96.

No Brasil o Código Brasileiro de Auto-regulamentação Publicitária a permite, com certas restrições, definindo-a em seu artigo 8º. como sendo “toda atividade destinada a estimular o consumo de bens e serviços, bem como promover instituições, conceitos ou idéias”.

Alguns a consideram lícita e outros não: a maioria se inclina a dizer que sua licitude depende de suprir certos requisitos, os quais, de modo geral, seriam os estipulados pelo artigo 3 bis da Diretiva 84/450/CEE

Em Portugal, a publicidade comparativa está regulada especificamente no Código da Publicidade, no artigo 16.º.

fonte: wikipedia.org

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fonte: rfmalucom.blogspot.com

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5 de fevereiro de 2011 at 15:54 Deixe um comentário

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No último sábado, 29, entre o intervalo do BBB, a Euro RSCG lançou uma seqüência muito bacana para a Nova Schin. O filme contou com a presença das estrelas baiana Ivete Sangalo e Carlinhos Brown, com os músicos Samuel Rosa e Zeca Baleiro, além dos globais Deborah Secco, Cleo Pires, Bruno Gagliasso e André Ramiro.

Com o título de “Feijoada”, o filme tem como cenário uma casa de praia (na bahia) onde os dono da quebrada recebem seus convidados para a comilança. Tudo isso num clima de muita descontraçÃO, animaçÃO e cervejÃO.

“Essa campanha foi pensada com o objetivo de comunicar que tem cada vez mais gente aderindo ao cervejÃO. Pesquisas mostram crescimento na preferência pelo consumidor, além de ser top of mind em diversas regiões do País”

Luís Fernando Amaro, diretor de atendimento da Euro RSCG.

A Nova Schin todos os ano nos brinda com essas produções chicletes. OU VAI DIZER QUE VOCÊ OUVIU ESSE JINGLE E JÁ ESQUECEU A MÚSICA? Só acho que poderia criar também spots de áudio, ou então disponibilizar no seu site (www.novaschin.com.br) esse jingle pra download.

Agora assistÃO o Making Off, que tá muito bacanÃO.

fonte: aalmadonegocio.wordpress.com

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5 de fevereiro de 2011 at 15:45 2 comentários

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Dê só uma olhada. Se não for o melhor anúncio do mundo, com certeza é o mais eficiente.

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6 de janeiro de 2011 at 00:08 1 comentário

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É fato que as bebidas alcoólicas (não sei em que o tem acento) promovem excelentes comerciais. E já tivemos inclusive personagens e bordões inseridos na sociedade por conta de tais anúncios.

Quero dividir com todos os QuasePublicitários esse vídeo que encontrei numa das minhas naveganças pela web.  Como não entendo muito de cerveja, vou chutar que, provavelmente o vídeo trata-se de uma cerveja argentina. Vejam:

E aí, gostaram?

Consegui ver 3 cervejas brasileiras: Bohemia, Antarticta e Skol…

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21 de novembro de 2010 at 13:21 Deixe um comentário

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Profª diz: Os publicitários devem ser como detetives. Igual aquele detetive "Xerox Holmes" --> Juro que ela falou isso!
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Prof informa: "Pessoal, não dá pra imprimir branco"
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Aluno 1: "Mas e se o papel for verde, tem como?"
Aluno 2: "O prof. a parede é branca."
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***
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***
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