As profissões que estão em alta

28 de junho de 2011 at 19:03 Deixe um comentário

Redes sociais são tendência para carreira de publicidade e marketing

As companhias entraram de vez nas redes sociais – e levaram junto as campanhas publicitárias. Como consequência, cresce a demanda por profissionais de publicidade e marketing totalmente sintonizados à onda das novas mídias.

No entanto, saber tudo sobre Twitter e Facebook é essencial, porém não é suficiente.

O novo cenário pede pessoas que “sejam uma mistura de relações públicas, psicólogo, jornalista e publicitário, mas que também tenham conhecimentos matemáticos, já que tudo pode ser medido em tempo real”, diz Gil Giardelli, professor de marketing digital da pós-graduação da ESPM.

A formação tem que ir além. Para seguir a lógica e o ritmo dessa era,  o profissional precisa ter conhecimentos de edição de vídeo e fotografia para criar soluções em tempo real. Fato que requer rapidez e muita criatividade.

Junte-se a isso as habilidades típicas de quem trabalha no meio offline, como entender profundamente o mercado e os negócios do cliente, além do comportamento do público-alvo na internet.

“O grande desafio hoje é equilibrar as campanhas em todas as mídias”, diz o professor. Ganha pontos quem tiver a resposta e a estratégia ideal para essa convergência.

Investimentos no Brasil impulsionam procura por consultores fiscais

Dos bastidores no caixa positivo das empresas vem um profissional que tem assumido posição de destaque crescente nos últimos anos: o consultor fiscal. No emaranhado da legislação tributária no Brasil, é ele o responsável por encontrar o caminho que trará as menores despesas e a oportunidade de ganho ou crédito no pagamento de impostos.

“A procura por profissionais do setor aumentou 65% desde 2009, com a ampliação do investimento de multinacionais no país que precisam desvendar o complexo sistema tributário brasileiro”, aponta João Marco, headhunter da Michael Page.

Um consultor fiscal não depende apenas de uma calculadora e paciência, mas de conhecimentos jurídicos básicos e da recorrente atualização sobre a conjuntura macroeconômica no país.

“É fundamental entender o alcance dos impostos na gestão do orçamento público, para visualizar as consequências e possíveis brechas na legislação que diminuem o impacto financeiro para a empresa”, explica Clóvis Costa, coordenador do curso de Economia das Faculdades Oswaldo Cruz.

Trabalham na área os profissionais formados em Economia, Contabilidade, Administração e, em alguns casos, Direito, que tenham especialização em gestão financeira e setor tributário. O profissional precisa não ter medo de números, ter a capacidade de analisar estrategicamente os índices macroeconômicos e ainda o conhecimento de idiomas, principalmente inglês.

Segundo exemplificou Marco, uma multinacional instalada no Brasil precisa de cerca de 28 consultores fiscais que, em geral, trabalham em três tipos de cargo: na análise de impostos diretos como Imposto de Renda, na análise de impostos indiretos como IPI e ICMS, e no planejamento tributário. O último caso é o que assume a posição mais estratégica e, por isso, a remuneração mais alta.

Se há impostos,  há a necessidade de consultores fiscais. “Enquanto não houver reforma do sistema tributário, o consultor financeiro assumirá um papel decisivo para as empresas. Caso um dia o sistema seja simplicado, ele também irá continuar a desempenhar funções adaptadas que têm incidência direta no desempenho das companhias”, diz Costa.

Design thinking abre espaço para diferentes formações

Ebulição do mercado consumidor brasileiro puxa relevância do conceito de design thinking – metodologia para criar produtos, serviços e soluções com base nas demandas de mercado.

A chave do trabalho é decodificar os anseios (conscientes e subconsientes) dos consumidores e responder à necessidades ainda não percebidas pelo mercado.

“O profissional precisa ter a capacidade de se colocar no lugar da pessoa que vai usar o produto ou serviço”, diz Tennyson Pinheiro, diretor da LiveWork Brasil.

Nesse meio o tipo de formação fica em segundo plano. O que conta é o perfil de cada profissional. Essas características se desdobram em curiosidade, empatia com o consumidor, capacidade de trabalhar em equipe e facilidade para lidar com as pressões do mundo corporativo.

“Ele precisa saber tornar ideias etéreas em produtos concretos”, diz Anna Barroso, sócia da Ologia.

Geralmente, as agencias dedicadas a esse serviço trabalham com equipes multidisciplinares que mudam conforme o perfil do projeto em questão. Por isso, podem trabalhar na área de designers a engenheiros, passando por administradores, publicitários, biólogos, geógrafos, entre outros.

“É mais uma questão de habilidade do que de profissão”, diz Pinheiro.

A ESPM-SP possui dois cursos de extensão voltados para o tema. Além dela, outras instituições, como a FIA/USP, devem incorporar à sua grade de disciplinas cursos voltados ao tema.

Biomédicos atuam em empresas e pesquisas genéticas

Nem só de análises clínicas vive um profissional com diploma em Biomedicina. As oportunidades para biomédicos têm acompanhado a expansão do mercado de trabalho e a necessidade de profissionais com especializações relacionadas à genética e biotecnologia.

“A grande parte dos biomédicos atuam nas áreas de pesquisa básica ou no diagnóstico e análises clínicas, mas a procura por profissionais especializados em engenharia genética, fertilização in vitro e biotecnologia tem crescido nos últimos anos”, explica Eloi Francisco Rosa, coordenador adjunto do curso de Biomedicina na Faculdade São Camilo.

Dados do Sindicato dos Biomédicos Profissionais do Estado de São Paulo mostram que as novas contratações de biomédicos no ano passado aumentaram 23%, em relação a 2009.

“Os setores farmacêutico, hospitalar e de serviços, onde podem atuar os profissionais de Biomedicina, estão em processo de consolidação, com fusões e aquisições, o que aumenta a gama de oportunidades”, explica Juliana Nunes, sócia-gerente da consultoria Asap.

O mercado está procurando biomédicos em diversos campos de atuação e com níveis mais altos de formação profissional. “Além das especializações na área acadêmica ou nas áreas de saúde, hoje observamos o surgimento de cursos voltados para gestão de laboratório, medicina nuclear e radioterapia”, diz Rosa.

Um profissional formado em Biomedicina pode trabalhar também dentro das empresas, segundo Rosa, com correção de materiais científicos e também com a reformulação de laboratórios de pesquisa. “Uma outra tendência é a procura recente dos biomédicos por concursos públicos destinados às carreiras de perito criminal e análises forenses”, aponta o coordenador.

As universidades estão de olho na procura e aumentando o número de cursos de Biomedicina no país. Em 2012, a USP vai lançar bacharelado em ciências biomédicas, com 40 vagas, no ICB (Instituto de Ciências Biológicas, na Cidade Universitária).

Profissional prepara empresa para enfrentar desastres

Aos poucos, a carreira de gestores de continuidade de negócios começa a ganhar destaque no Brasil. Eles são os responsáveis por elaborar um plano alternativo para as empresas em caso de desastres, como o que vitimou o Japão há alguns dias ou o que assolou a região serrana do Rio de Janeiro, no fim de janeiro.

Parte dessa valorização está ligada à pressão dos investidores internacionais. “Ninguém quer que o cenário do ataque ao World Trade Center se repita”, diz o Jeferson D’Addario, diretor da consultoria de gestão de riscos Daryus.

Mas também porque o mercado nacional está amadurecendo graças a algumas regulamentações. Os setores financeiro e de óleo e gás são os que apresentaram os melhores avanços nos últimos anos.

A expectativa é de que até a Copa do Mundo e as Olimpíadas, a profissão deve ganhar mais espaço no Brasil.

“Uma equipe fará um mapeamento de possíveis riscos, como um inundação ou um ataque terrorista”, afirma Alexandre Guindani, autor de um livro sobre assunto que deve ser lançado em breve.

A maior parte do tempo o trabalho é prevenir, planejar e cruzar os dedos para que nada aconteça. Se acontecer, o foco é liderar equipes para cumprir o plano B.Para atuar no setor, o profissional precisa ter um profundo conhecimento de detalhes do negócio em questão para que possa ver o desastre para além dos fatos.

Ainda não existe nenhum curso voltado para o setor. Profissionais formados em engenharia ou administração, entre outros, podem tentar dois tipos de certificação, a DRII (Disaster Recovering International Institute) e BCI (Business Continuity Institute) .A certificação, contudo, não é obrigatória.

Produção de medicamentos demanda farmacêuticos para pesquisa

Das primeiras fórmulas até chegar às prateleiras, a produção de um medicamento pode levar até quinze anos. Desses, cerca de sete são destinados apenas à pesquisa clínica – quando o remédio é testado em seres humanos.

Essa é uma das etapas decisivas para que o produto seja aprovado pelos órgãos regulatórios do setor, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). E, por isso, o setor precisa de profissionais especializados em estudos clínicos, com destaque para os farmacêuticos.

Nessa fase, os farmacêuticos podem se dividir em atividades que vão desde o gerenciamento de detalhes do estudo, como o perfil do paciente que receberá cada dose do medicamento, até checar se as etapas da pesquisa estão dentro dos padrões exigidos.

“A partir da lei de patentes e da resolução 196 do Conselho Nacional de Saúde, a indústria farmacêutica mundial passou a conceber o Brasil como um ambiente viável para a produção de medicamentos, incluindo a etapa de testes clínicos”, afirma Dagoberto Brandão, coordenador do curso de pós-graduação em pesquisa clínica da Oswaldo Cruz e presidente da PHC Pharma Consulting.

Mas a legislação não foi o único atrativo. De acordo com Lenio Alvarenga, diretor associado de operações clínicas da Pfizer, as características da população brasileira também contribuíram para o cenário. “A diversidade genética dos brasileiros possibilita que as pesquisas clínicas feitas aqui sejam aplicadas para outros países”, diz.

Para atuar nessa área, além de formação em uma graduação da área de saúde, o profissional precisa ter domínio sobre a língua inglesa e pós-graduação na área. “O estágio no setor também conta muito”, diz Alvarenga, da Pfizer.

Cresce a procura por advogados digitais com expansão da internet

Em um mundo onde cada vez mais as relações interpessoais e entre empresas são mediadas pela tecnologia, os advogados conectados com o seu tempo formam um setor aquecido do direito. Profissionais especializados na legislação relacionada a propriedade intelectual, crimes virtuais e privacidade estão sob os holofotes: nunca se falou tanto em segurança da informação.

“O advogado digital trabalha com questões de tecnologia vinculadas desde às relações jurídicas no desenvolvimento de um software ao uso das ferramentas de mídias sociais pelos funcionários de determinada empresa”, explica Cristina Sleiman, advogada e co-autora do livro “Direito Digital no dia a dia”.

O profissional que deseja atuar na área precisa ter, além da formação tradicional em direito, conhecimentos básicos de informática e informações técnicas sobre os temas que pretende cobrir. “O advogado precisará sempre entender os negócios da empresa a qual ele atende, seja como seu local de trabalho seja como cliente”, esclarece Giuliana Menezes, diretora da Divisão Legal da Michael Page.

Segundo as especialistas, a tendência é de que cresca ainda mais o número de advogados digitais requisitados pelas empresas, para casos como direitos autorais e problemas com uso de conteúdo na internet. “Faltam profissionais especializados na área, não só para resolver esses casos, como até mesmo para orientar outros advogados, das áreas penal e civil, por exemplo”, diz Cristina.

Gestores de entretenimento ganham espaço no Brasil

 A combinação de fatores como enriquecimento das classes C e D, renascimento da indústria cinematográfica nacional, Copa do Mundo e Olimpíadas puxa a valorização de um tipo de profissional até então quase desconhecido no Brasil: o gestor de entretenimento.

As áreas de atuação se entendem pelos diversos setores que compõem a chamada economia criativa: da coordenação de desfiles de Carnaval até a organização da coleção de roupas de uma nova grife, entre outros.

“Esse profissional precisa ter noção de gestão de projetos aplicado ao entretenimento”, afirma André Barcaui, coordenador do curso Gestão de Projetos de Entretenimento da FGV. Em outras palavras, pessoas que dominem as habilidades de um gestor, mas que tenham profundo conhecimento do negócio da indústria artística em questão.

No Brasil, segundo dados da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), a economia criativa movimenta mais de 380 milhões de reais. Recentemente, o Ministério da Cultura criou uma secretária voltada apenas para criar projetos para o setor.

“A tendência é que a área de entretenimento gere a formação de novas profissões nos próximos anos”, diz Barcaui. O problema, segundo ele, é que por enquanto falta gente especializada para as áreas que já existem. Em média, de acordo com o especialista, um gestor da área recebe salário inicial de 8 mil reais.

Classes C e D impulsionam carreira de gestor de saúde

A área de gestão de saúde está aquecida devido à escassez de profissionais que dominem conhecimentos médicos e administrativos. Segundo dados da pesquisa de mercado realizada pelo Quorum Brasil em dezembro de 2010, a população de terceira idade, entre 65 e 75 anos, está priorizando 70% de seus gastos em saúde, conforto e alimentação. Houve também um aumento de 6,3% dos beneficiados por planos de saúde, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

 O setor de gestão cresce porque há novas oportunidades para o setor privado atender as classes C e D devido à precariedade dos serviços públicos do SUS. Há vagas em policlínicas, laboratórios e hospitais.

Para o coordenador da pós-graduação de Gestão em Saúde do Senac Nove de Julho, Rubens Baptista Júnior, bons gestores evitam desperdício de recursos de hospitais e instalações médicas. “O acesso à carreira é mais fácil para entrar se você já tem alguma experiência como gestor”, afirma.

A Universidade de Brasília (UnB) possui uma graduação em Gestão de Saúde, mas a maioria dos cursos na área é de pós-graduação. Na Fundação Getúlio Vargas (FGV) de São Paulo, a especialização é voltada para profissionais com três anos de experiência. Segundo a coordenadora Ana Maria Malik, a maioria dos 200 alunos que ingressam anualmente são médicos, mas há fisioterapeutas, enfermeiros, administradores

O salário inicial da carreira varia muito,  em torno de quatro mil reais. As maiores remunerações, se o profissional chegar à presidência de um hospital, podem ultrapassar os 50 mil reais. “Há gerentes que fazem planejamento estratégico do negócio, a gestão de pessoas, a gestão de suprimentos e há pessoas que trabalham na gestão da assistência, que monta a logística de um pronto-socorro ou de um centro cirúrgico”, afirma Ana Maria.

Engenharia aeroespacial é estratégica para o país

No último dia 9 de fevereiro, o primeiro satélite brasileiro completou 18 anos de operação. Durante as 94.994 voltas que o equipamento deu ao redor da Terra para monitorar as bacias hidrográficas e as mudanças climáticas, o setor aeroespacial sofreu uma revolução no Brasil, entre outros fatores, graças ao crescimento da indústria de telecomunicações.

Nesse cenário, três universidades lançaram cursos de engenharia aeroespacial nos últimos três anos. A primeira delas, a Universidade Federal do ABC (UFABC), deve formar sua primeira turma de alunos do curso já em setembro deste ano, segundo André Fenili, coordenador do curso.

Para esses recém chegados ao mercado, no entanto, a carreira não estará restrita apenas aos assuntos do espaço. Elaborados numa base multidisciplinar, os cursos oferecidos também no Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e na Universidade Federal de Minas Gerais focam em conceitos ligados ao ramo aeronáutico e espacial, com ênfase em foguetes e satélites. Dessa forma, é possível atuar nos dois setores.

Mas não é só isso. “A formação habilita o profissional a atuar em qualquer sistema e subsistema”, afirma Fenili, da UFABC. Por isso, é possível encontrar emprego nos setores automobilístico, de informática e eletrônico.

“A expansão da indústria aérea e de comunicações torna a engenharia aeroespacial estratégica para o país”, diz o coordenador. “O Brasil sempre foi dependente de outros países nessa área, precisamos preencher essa massa crítica”.

De acordo com o especialista, em média, o salário de um engenheiro aeroespacial gira em torno de 10 mil reais.

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fonte: exame.abril.com.br

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