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6 ações de marketing de guerrilha que deram o que falar
Quando o impacto é grande, o conteúdo é espontâneo
Guerrilha é um termo que se refere originalmente à estratégia em que os combatentes se movem com extrema rapidez, geralmente com poucos equipamentos, mas contam com ataques-surpresa aos inimigos. Nesses casos, o investimento em material bélico não é grande, mas guerrilheiros conhecem muito bem o terreno de combate e, muitas vezes, contam com a ajuda da população.
A expressão foi reaproveitada para dar nome ao tipo de ação de marketing que ocorre sem investimentos altos e, na maioria dos casos, em uma curta duração de tempo, mas suficiente para chamar a atenção de um grande número de pessoas.
Ações de marketing de guerrilha acontecem fora das mídias convencionais justamente com o objetivo de surpreender o público e gerar conteúdo espontâneo nas mídias sociais. Por esse motivo, precisam “sair do quadrado”, ser criativas, extremamente originais e impactantes.
A seguir, veja seis exemplos de campanhas de guerrilha. Em dois casos, todo o esforço do planejamento acabou prejudicado por falhas na execução, e as campanhas acabaram ganhando destaque na mídia não pelo sucesso, mas pelo fracasso da organização.
NatGeo suspende blogueiro por ganchos na Avenida Paulista
Em maio do ano passado, para apresentar a série Tabu América Latina, que teria como tema práticas culturais de comunidades latino-americanas, o canal de TV por assinatura NatGeo promoveu uma performance de suspensão corporal em plena Avenida Paulista, em São Paulo.
Na apresentação, o canal colocou o blogueiro Rafael Mendes pendurado em posição vertical por dois ganchos inseridos em sua pele na região dos ombros. Mendes foi suspenso lentamente de 10 em 10 metros até alcançar uma altura de 50 metros do chão, onde ficou por cerca de duas horas.
A suspensão aconteceu em um estacionamento no cruzamento da Avenida Paulista com a Rua da Consolação, e foi inteiramente gravada. O blogueiro foi suspenso por um guindaste.
Para disseminar a ação, a hashtag #tabu foi criada e a participação dos internautas foi estimulada pelo perfil@NatGeo_BR. Os tuítes podiam ser acompanhados tanto pelo Twitter quando pelo site da ação, em que a suspensão foi transmitida ao vivo em um player de vídeo. O blogueiro também pode interagir com o público que o assistia, mandando recados em uma minilousa.
Post-it: a memória é frágil
A post-it tinha uma boa circulação em escritórios e empresas, mas recebia pouca atenção de estudantes. A ação de marketing de guerrilha promovida pela marca buscava, portanto, atingir esse público e conseguir estabelecer uma conexão com as necessidades dele.
Na porta de uma das principais universidades do Peru, a marca instalou um letreiro feito de gelo, com a seguinte frase esculpida: ”Devolver o livro de inglês”.
Com o decorrer do dia, o gelo foi derretendo, desmanchando a mensagem e reforçando a ideia de que assim como o gelo, a memória era frágil e não se podia confiar muito nela.
A intervenção foi criada pela agência El Garaje Lowe, do Peru.
Esta vaga não é sua nem por um minuto
O filme ao lado faz parte da campanha “Esta vaga não é sua nem por um minuto”, idealizada pela agência The Getz, de Curitiba.
Ativada nas redes sociais e em blogs, a campanha surgiu por causa de um incidente envolvendo a empresária Mirella Prosdócimo e uma motorista, e procura conscientizar as pessoas sobre o devido respeito às vagas exclusivas para cadeirantes.
O filme, gravado com câmeras escondidas, mostra o que acontece quando a situação se inverte, e uma cadeira de rodas é estacionada em uma vaga “normal”, com a justificativa de que “é apenas por um minutinho”.
Houve quem leu a mensagem e “entendeu o recado”, mas também surgiram os irritados. Nesses casos, as pessoas simplesmente desceram do carro e removeram a cadeira de rodas do local.
A campanha teve até uma conta de Twitter disponível para denúncias: @estavaganaoesua.
Nissan cola adesivos em carros da concorrente
Nos últimos anos, a Nissan tem lutado de uma maneira bastante agressiva para atingir uma fatia maior de consumidores, e isso não se restringe ao mercado nacional.
Em uma ação feita em Dusseldorf, na Alemanha, a marca colou adesivos no vidro dianteiro dos modelos Porsche, principal concorrente do modelo GT-R lançado pela japonesa.
Os adesivos, que davam a impressão de que o Nissan estava na frente do Porsche, continham a mensagem “Gostaria de ver por outra perspectiva?”
Resultado: Com duas semanas de campanha, a Nissan obteve um aumento de 23% no test drive de seus carros. Assista ao vídeo da campanha ao lado.
Gafe: ação da Procter causa temor no Rio de Janeiro
Em novembro de 2010, a P&G colocou em prática uma ação de marketing de guerrilha que acabou causando a mobilização da polícia no Rio de Janeiro, além de medo na população e constrangimentos para a marca.
Pela estratégia, que seria um teaser para uma campanha, foram espalhadas várias arcas de madeira em diferentes regiões da cidade. As estranhas caixas, no entanto, abandonadas sem qualquer explicação, acabaram gerando desconfiança da população, levando-se em conta que o Rio de Janeiro chegava então ao quarto dia de uma onda de ataques por parte de grupos traficantes. Com o temor de que as caixas pudessem conter explosivos, o Esquadrão Antibombas foi acionado.
Feita de forma inadequada para um momento tão delicado para a cidade, a ação atingiu diretamente a população aumentando a sensação de insegurança e causando o isolamento de várias ruas. O fato ainda foi coberto intensamente pela mídia, que acompanhou todo o desfecho e colocou a marca P&G em exposição.
Chuva de Twix virou fiasco em São Paulo
Em maio de 2010, a Mars causou euforia ao anunciar uma suposta chuva de Twix em São Paulo. A campanha viral foi disseminada pelas principais redes sociais com sucesso, chamou atenção e ate aí tudo parecia indicar uma estratégia criativa a caminho.
O local escolhido foi um estacionamento da Avenida Paulista, e a ação foi executada numa tarde de domingo, começando pontualmente. A partir daí, no entanto, a organização do evento desmoronou.
A forma desigual de distribuição de chocolates, jogados manualmente, misturados com uma grande quantidade de papel picado, foi motivo de descontentamento das cerca de 2 mil pessoas presentes, munidas de guarda-chuvas para arrecadar os doces. Outra consideração ressaltada nas redes sociais foi a impossibilidade de acesso ao local, já que a área da ação foi restringida após um determinado horário.
As críticas acabaram expostas principalmente no Twitter e em blogs, gerando inclusive uma página de protesto exclusiva para a ação, e acabaram criando uma polêmica que colocou a hashtag #chuvadetwix no Trending Topics Brasil.
Uma ação que poderia ter gerado grande reputação para a marca acabou, por fim, comprometendo sua credibilidade em poucos minutos.
fonte: exame.abril.com.br
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52 fatos interessantes sobre grandes marcas
1 – O atual logotipo da Shell foi criado em 1971 pelo artista Raymond Loewy. Essa cara também é responsável por criar o desenho da garrafa da Coca-Cola e o logo da Lucky Strike.
2 – A Ray-Ban criou os dois mais populares modelos de óculos do mundo: o Ray-Ban Aviator, seguido pelo Ray-Ban Wayfarer.
3 – Uma garrafa de Perrier chega a produzir 50 milhões de bolhas.
4 – Adolf Dassler começou uma fábrica de tênis com o irmão. Depois de décadas trabalhando juntos, os dois brigaram e cada um seguiu seu caminho. Adolf abriu uma nova empresa, a qual ele batizou usando seu apelido (adi) e as três primeiras letras de seu sobrenome (das), criando a Adidas. Já o irmão dele, Rudolf…
5 – ….abriu uma fábrica também. Pensou em batizar de Ruda, no mesmo esquema da empresa do irmão, unindo as duas primeiras letras de seu nome e sobrenome. No entanto, achou que a marca não soava bem e resolveu trocá-la por Puma. (mais…)
Kotler fala sobre 5 questões fundamentais do Marketing
Redes sociais, sustentabilidade, inovação, clientes e desafios da profissão são os temas.
Os consumidores estão comprando mais por menos; As empresas devem inovar, oferecendo garantias aos clientes; A sustentabilidade pode dar lucro para as companhias; Muitas empresas ficarão em apuros nas redes sociais; O concorrente roubará facilmente o seu cliente caso acredite que esteja satisfazendo-o plenamente. Essas são as principais respostas de Philip Kotler para cinco questões fundamentais nos dias hoje.
Em sua única entrevista antes de falar sobre o Marketing 3.0 na HSM ExpoManagement 2010, no dia 9 de novembro, em São Paulo, Kotler falou com exclusividade para o Mundo do Marketing sobre como conquistar e manter clientes, inovar, aproveitar a onda das redes sociais, da sustentabilidade e sobre os desafios do profissional de Marketing. O consultor, professor e autor dos livros de Marketing mais vendidos e influentes de todos os tempos é categórico ao afirmar que as empresas ainda precisam se desenvolver para poder sobreviver neste novo mercado.
Mundo do Marketing: O comportamento do consumidor mudou muito nos últimos anos. Eles mudarão ainda mais e quais tendências indicarão as transformações?
Philip Kotler: A recessão global e a crescente incerteza diminuirão a confiança de todos para gastar. Os consumidores estão adiando suas compras de bens duráveis mais caros como carros, móveis e eletrodomésticos de linha branca. Para as necessidades diárias, as pessoas estão optando por marcas mais baratas e marcas próprias. Se a recessão continuar, os consumidores ficarão acostumados a economizar em vez de gastar. Muitos podem vir a adotar um estilo de vida simples, baseado no “menos é mais” em vez de “mais é melhor”.
Por outro lado, se a recessão terminar logo, as pessoas provavelmente voltarão aos seus hábitos antigos de comprar e gastar. Muito disso depende da criação de empregos. Se houver emprego suficiente, as pessoas vão ganhar dinheiro e gastar. Se os empregos estiverem escassos, eles terão menos para gastar e gastarão menos. A questão é se as empresas serão arrojadas ou gananciosas. Se elas forem arrojadas devem deixar o poder de compra na mão dos consumidores para sustentar o crescimento econômico. Caso as empresas sejam gananciosas, elas ganharão no curto prazo, mas passarão por um longo período de dificuldade em seguida.
Mundo do Marketing: Os profissionais de Marketing estão prontos para estas mudanças? Como eles devem reagir?
Philip Kotler: Os profissionais de Marketing podem dar alguns passos para estimular o aumento do consumo junto aos consumidores sem confiança. Um deles seria criar produtos de custo mais baixo que ofereça benefícios similares às versões mais caras. A indústria pode lançar embalagens menores de seus produtos que sejam mais acessíveis. As empresas podem criar alternativas inovadoras. A Índia, por exemplo, produz um computador de 100 dólares e oferece cirurgias de catarata muito baratas.
Outra coisa é oferecer garantias de retorno da compra de um produto muito caro. A Saturn, uma montadora americana, aceitava o carro de volta no prazo de 30 dias caso o consumidor não estivesse satisfeito com o produto e a Hyundai também prometeu a devolução do carro caso o cliente perdesse o emprego. Mesmo o segmento que queira ser líde com uma linha de produtos mais simples, precisará da ajuda do profissional de Marketing para criar casas, eletrodomésticos e móveis mais simples.
Mundo do Marketing: De que forma as redes sociais mudaram o Marketing e o que as empresas podem desenvolver para se aproximar do consumidor neste ambiente?
Philip Kotler: Um número crescente de consumidores de todas as idades está entrando no Facebook, no Twitter e no Linkedin criando grandes redes sociais. As pessoas estão procurando informações sobre experiências de produtos e serviços de outros consumidores nas suas redes sociais. Um brasileiro que esteja pensando em comprar um carro recém lançado provavelmente dará mais valor à opinião de seus amigos do que aos anúncios.
Muitas conversas nas redes sociais incluem opiniões favoráveis e desfavoráveis a respeito das marcas. Toda companhia agora está em um aquário com muitas pessoas discutindo os méritos de seus produtos e de suas marcas. Com isso, as companhias que não têm qualidade não sobreviverão. Já as fortes ficarão ainda melhores e as fracas se afogarão num mar de discussões negativas.
Mundo do Marketing: As empresas brasileiras começaram a se preocupar mais com a questão da sustentabilidade nos últimos anos. A sustentabilidade será realmente um diferencial no futuro próximo?
Philip Kotler: Muitas empresas acreditam que a sustentabilidade é um custo imposto que irá prejudicar seus lucros. Parece ser o caso quando a companhia deve pagar por um sistema que reduz a poluição do ar que a sua fábrica produz. Mas existem muitos outros esforços a favor da sustentabilidade que na verdade podem melhorar a lucratividade. Considere um hotel que tenha uma conta de água cara porque os hóspedes tomam banho sem limites e eles querem que os lençóis das camas sejam trocados diariamente.
Esse hotel pode trocar o chuveiro e perguntar aos clientes se eles se importariam que os lençóis não fossem trocados diariamente, o que no total reduziria a conta de água do hotel. O fato é que precisamos distinguir entre ações de sustentabilidade que representam economia de dinheiro e aquelas que demandam gastos. Adicione a isso a boa opinião do cliente em relação às companhias que estão se tornando ecologicamente corretas e teremos uma equação de valor para as empresas.
Mundo do Marketing: As empresas estão sempre olhando para o futuro e desenvolvendo novas plataformas de Marketing para conquistar novos clientes, mas o que elas deveriam fazer que é primordial e não fazem, chegando a perder clientes por isso?
Philip Kotler: As empresas são surpreendidas quando elas perdem os clientes que disseram que estavam satisfeitos. Por que isso acontece? Obviamente algum concorrente está satisfazendo-o mais, seja pela venda a um preço inferior ou oferecendo serviços ou recursos de qualidade superior. Nunca tenha seus clientes como certos. Os concorrentes são como abelhas zumbindo em torno de uma empresa à procura de onde morder. Descubra os seus pontos fracos e como está desapontando seus clientes antes que seus concorrentes façam isso.
fonte: material enviado por email pela prof.ª de mkt
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As marcas mais importantes para mulheres
Uma pesquisa da Women at NBCU, unidade da NBC Universal voltada para ajudar anunciantes a alcançar o público feminino, destacou as 500 marcas mais importantes para mulheres. Das 500, a organização fez um ranking com as 25 mais lembradas pelo público.
O estudo, chamado de “Brand Power Index” foi baseado em uma compilação de dados online levantados pela ComScore, pela New Media Strategies e também por entrevistas pessoais da Keller Fay. De acordo com a última, mulheres falam aproximadamente 92 vezes sobre marcas durante a semana. De cada dez mulheres entrevistadas, seis acham que indicações de marcas vindas de outras mulheres são confiáveis. 51% delas comprariam um produto baseadas em conversas sobre ele, se recebessem informações positivas.
Entre outras marcas citadas na pesquisa, porém não entre o ranking das 25, está a Bayer. A empresa farmacêutica saltou da posição 381 em agosto para a 140 em setembro, ou seja, uma escalada de 241 pontos, impulsionada por campanhas em mídias digitais e sociais e plataformas como a “One a Day”, que promove o bem-estar feminino.
Marcas com exposição durante o lançamento de novas temporadas de séries em TV aberta foram algumas das que mais se destacaram em setembro. A Dr. Pepper, por exemplo, foi beneficiada pelo alto grau de citações na série Glee, exibida pela Fox. A marca subiu 19 posições de agosto para setembro, ficando em 62.
A surpresa ficou com marcas de videogame, geralmente com pouco destaque entre o público feminino. O lançamento do PlayStation Move, no mês passado, colocou a marca “PlayStation 3″ em destaque e empurrou-a quase 140 posições acima, saltando de 304 para 150. O burburinho sobre o PlayStations acabou respingando no concorrente comercializado pela Nintendo, o Wii, que também subiu 11 posições de um mês para outro.
Grandes movimentos no ranking mensal também ocorreram com marcas que ofereceram campanhas bem-humoradas direcionadas para crianças e adolescentes. A Applebee’s, por exemplo, subiu 81 posições ao criar a promoção “Kids eat Free” em algumas filiais. A LG, com seu “National Texting Championships”, campeonato que premia o participante mais rápido a digitar mensagens (SMS) escritas e sem erros, saltou 65 posições.
Veja o ranking:
| Posição | Marca |
|---|---|
| 1 | Wal-Mart |
| 2 | Target |
| 3 | eBay |
| 4 | Verizon |
| 5 | Ford |
| 6 | Coca-Cola |
| 7 | iPhone |
| 8 | AT&T |
| 9 | Honda |
| 10 | Pepsi |
| 11 | iPod |
| 12 | Amazon |
| 13 | Toyota |
| 14 | Sears |
| 15 | Similac |
| 16 | Bank of America |
| 17 | Microsoft |
| 18 | Netflix |
| 19 | Tylenol |
| 20 | McDonald’s |
| 21 | Sprint |
| 22 | Kohl’s |
| 23 | Chevrolet |
| 24 | Samsung |
| 25 | Comcast |
fonte: portal exame
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Cada um faz o curso que merece
Pq o dia das mães é em maio?
Hj na aula sobre Comportamento do Consumidor surgiu o assunto que datas comemorativas são fatores que nos levam a gastar nosso dinheiro comprar, tanto que todo mês tem alguma comemoração que agente tem que gastar nossa grana para dar algum presente pra alguém. Então surgiu a dúvida de uma aluna:
- Professor pq o dia das mães é em maio, tem algum fator comercial?
Professor responde:
- Não sei, tá ai, façam uma pesquisa pra saberem a origem do dia das mães! Ótima saída quando um professor não sabe alguma coisa.
Então o “Quase” resolveu postar para vc’s, pq o bendito dia das mães é em Maio.

Segundo pesquisas no google o dia das Mães tem a sua origem no princípio do século XX, quando uma jovem americana, Annie Jerwis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória da mãe de Annie com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração e consequentemente o Dia das Mães se alastrou por todo o país e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de Maio.
No Brasil, o Dia das Mães é celebrado no segundo domingo de Maio, conforme decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas.
PRONTO! Não tem origem comercial, mas que o comercio fatura ahhh fatutra agora vc pode tirar uma onda e na aula que vem e explicar para toda a turma o pq de maio ser o dia das mães.
5 frases sobre Marketing
Cinco frases sobre marketing
Continue Lendo 12 de dezembro de 2009 at 23:14 Deixe um comentário












